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Google+ esperar dobrar sua base de usuário até o fim do ano

A rede social da Google já tem quase 100 milhões de usuário e pretende seguir crescendo. Inclusive, Vic Gundotra, vice-presidente de Social Business da Google, declarou que a empresa espera que sua plataforma duplique seus membros até o fim do ano.

Em uma entrevista a Bloomberg, o dirigente afirmou que está satisfeito pelo crescimento do Google+. “Estamos muito impressionados com a adoção do Google+”, afirmou. A estimativa pode ser confirmado quando vemos que a rede social alcançou os 90 milhões há pouco tempo, mais do que o dobro do outubro passado.

“Google+ poderia ser visto como um Google, 2.0″, complementou. Segundo ele, a plataforma representa uma geração posterior de todos os produtos da Google.

via Clases de Periodismo // Imagem: http://www.tech2date.com


Panorama das mídias sociais em 2012

Em mais uma madrugada passeando pelo Google Reader, encontrei um post interessante sobre um panorama das mídias deste ano escrito pelo Fred Cavazza. Apesar de não gostar dessas coisas preditivas, o quadro elaborado por ele me chamou a atenção devido à integração feita entre as plataformas e os suportes. Dá uma conferida:

Apesar dessa divisão em estanques, quem vive no mundo das mídias sociais sabe que nada é assim tão simples, mas pela imagem proposta por Cavazza é bem didática. É interessante notar os 3 grandes players estão bem no meio do gráfico, FacebookTwitter e Google+ são realmente mais complexos do que outras plataformas por que conseguem convergir várias funcionalidades ao mesmo tempo.

Veja como Cavazza separou cada grupo:

Publicação –  plataformas de blogs (WordPress, Blogger, Typepad, LiveJournal…), wikis (Wikipedia, Wikia…), microblogs (Tumblr, Posterous…) e perguntas & resposta (Quora);

Compartilhamento – plataformas de exibição de vídeos (YouTube, Dailymotion, Vimeo…), upload e exibição de imagens (Flickr, Instagram…), agregadores de links (Delicious, Digg…), de produtos (Pinterest), de áudio (Spotify…) e de documentos (Slideshare, Scribd…) ;

Jogos – grandes empresas do ramo (Zynga, Playdom, Playfish, SGN, Popcap…), plataformas dedicadas a jogos (Hi5…) e outras plataformas inovadoras (Digital Chocolate, Kobojo…) ;

Networking –  plataformas utilizadas para estabelecer e reforçar contatos profissionais (LinkedIn, Viadeo…), pessoais (Netlog, Tagged, MySpace, Badoo…) ou acadêmicos (MyYearBook, Classmates…) ;

Compras – voltadas ao consumo inteligente (Bazaarvoice, PowerReviews), compartilhamento de compras (Polyvore, Blippy,…), recomendações (Hunch) ou ofertas de social commerce like Boosket ;

Localização –  apps mobile (Foursquare, Path, Scvngr…), guias de cidades (Yelp, DisMoisOu…) ou eventos (Plancast).

via Fred Cavazza


Liderança do Foursquare pode estar ameaçada

O Google sabe que manter a liderança num ramo cheio de inovações é uma tarefa mais do que árdua. Quando se fala em geolocalização, o Foursquare é a grande referência, inclusive tem despertado o interesse de grandes marcas como Starbucks e Bravo, por exemplo.

Hoje, o Foursquare desponta como um dos grandes atores do seu ramo, mesmo assim, sua posição de líder da geolocalização pode estar ameaçada. Outras plataformas como o Facebook, Instagram e Color conseguem adicionar outros serviços, inclusive a partir de dispositivos móveis como fotos ou a promoção de encontros com pessoas que esteja m próximas geograficamente.

Além dos rivais já citados, a grande promessa para competir diretamente com o Foursquare é o Google Latitude que integra outros serviços do Google como o Maps e utiliza das informações de geolocalização para manter redes entre as pessoas. O Google partiu do princípio de que atualmente é preciso oferecer serviços globais com o máximo de possibilidades possíveis, que vão além da geolocalização propriamente dita, por isso aposta tanto na integração de outras ferramentas com o Google Latitude, mesmo assim, o princípio da gamificação bastante conhecido no Foursquare deve ser mantido na nova plataforma do Google. Dê uma olhada nessa prévia:

Pois é, a liderança está só começando.

Via MediaSociaux


O Google nunca mais se esquecerá de você

Pois é, a partir do dia 1º de março que o Google implantará sua nova política de privacidade, com isso, o gigante das buscas não deve mais apagar os dados armazenados sobre o histórico das buscas dos usuários.

Pra quem não sabe, toda vez que se está logado numa conta do Google, todos os dados de buscas são rastreados e guardados através dos cookies no seu navegador e a nova política de privacidade garante ao usuário a possibilidade de apagar os dados armazenados até a data da implantação da nova política.

Pra quem não apagou seu histórico no Google, agora é tarde. [imagem via flickr]


Google adiciona resultados do G+ no buscador padrão

Resultados sociais serão apresentados se você estiver conectado no Google+ e realizar uma pesquisa no buscador Google. Agora o Google oferece resultados de busca semelhantes ao do Facebook, incluindo fotos, links e usuários do Google+ nos resultados de busca. A mudança por enquanto é somente para os usuários da versão .com do buscador, mas deve se tornar padrão dentro de pouco tempo. Pelo que pude perceber é que o novo sistema de buscas é bem parecido como o que o Facebook oferece. Essa é mais uma tentativa de impor por osmose a rede social Google+ para os usuários.

Na imagem abaixo buscamos por “photos” e o resultado mostra o que alguns dos usuários que eu tenho nos círculos andaram postando ultimamente. Você ainda pode filtrar sua busca por resultados “pessoas” e “todos os resultados”.

E, ao inserir o nome de um usuário, o Google realiza uma busca na sua base de amigos para puxar resultados mais relevantes:


As 10 marcas e mídias mais presentes no Google+

A rede social do Google já rendeu muito o que falar, e agora podemos saber, graças a um infográfico da Webdiste Monitoring, algumas novas informações interessantes. De acordo com os dados do infográfico, a marca com mais seguidores é a H&M, e a mídia mais seguida é a ESPN. Os resultados foram divulgadas na forma de Top 10.

Top 10 marcas

1) H&M

2)SAMSUNG

3)Pepsi

4)Burberry

5) Starbucks Coffee

6) Coca-Cola

7)ZAGAT

8)TOYOTA

9)Angry Birds

10)Sony

Top 10 Mídias

1)ESPN

2)BBC News

3)Mashable

4)PBS NewsHour

5)The New York Times

6)TechCrunch

7)WIRED

8)TIME

9)YouTube

10)Google

Ainda segundo o infográfico, a profissão mais presente no Google+ é a de “estudante, com cerca de 20% dos usuários, e em segundo lugar ficou engenharia, com apenas 2,65%. Os homens estão mais presentes na nova plataforma, com uma participação de 67%. Porém, em relação ao mês de julho de 2011, este número diminuiu, pois o número era de aproximados 80% de homens no google+.

A imagem também reúne outras informações interessantes, como as 10 cidades que mais possuem usuários na rede social. Esta lista é liderada por Bangalore, na Índia e os 10 países com mais usuários, que é liderado, sem surpresa, pelos EUA. O segundo lugar é da Índia, e o terceiro é nosso – Brasil. [via TechLider]


Facebook e Google: Um pouco sobre campanhas publicitárias

A maioria dos sabichões do espaço publicitário menosprezam o Facebook por causa da visão sobre o foco em propaganda e resposta direta. Eles acreditam nessa falsa premissa, pois de um ponto comparativo, o Google pagou por mais publicidade.

Mas esses sabichões estão errados. O Google é incontestavelmente o dono da publicidade vinculada a buscas pagas. Entretanto, todo o mercado de buscas pagas é feito baseado em algo próximo a 250 bilhões de impressões de anúncios mensais. O Google gera receitas altíssimas com esses anúncios. Desde que o Facebook possa atender as marcas, ele poderá ser uma plataforma eficiente para a venda de anúncios eficiente para a venda de anúncios para as marcas que visam autoridade para audiências muito granulares.

Facebook é a fonte mais confiável de dados sobre consumidores, os seus interesses, e aflições. Com certeza ainda vai crescer e se tornar mais abrangente, o que significa que ele se tornará a principal fonte de notícias de todos os dados utilizados por anunciantes para alcançar os usuários-alvo.

É só uma questão de tempo antes de o editores se tornarem tão entrelaçados com a plataforma do Facebook que todo o seu conteúdo torna-se efetivamente parte da plataforma.

O Facebook já cresceu muito como negócio de publicidade em massa. O jogo só é real se for obtido poe empresas locais online, o único lugar par se obter alcance local do público, em qualquer tipo de escala. Local é um mercado de publicidade maciça – que ninguém foi capaz de quebrar online.

Picard, por exemplo, está muito otimista sobre o Facebook. Tudo o que realmente precisa é de alguns formatos de anúncios decentes, e ele tem tudo muito controlado. [via iMediaConnection]


Número de seguidores de marcas no Google + cresce 1400% desde dezembro de 2011

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As marcas no Google+ tiveram um crescimento extraordinário no número de seguidores, de acordo com um novo relatório de SEO e marketing digital da BrightEdge.

Na época de lançamento, o Google+ se fechou para as marcas, algo que mudou com o lançamento das páginas do Google+, em novembro de 2011. Agora, o número de usuários seguidores de marcas na rede social do Google aumentou 1400%, de 220 mil em dezembro para 3,1 milhões em fevereiro.

A marca H & M, por exemplo, teve mais seguidores agora do que qualquer outra em dezembro, cerca de 426 mil. O relatório diz que a maior parte do crescimento está acontecendo nas 10 maiores marcas no Google+. O CEO da BrightEdge, Jim Yu, diz que nas redes sociais, não é incomum para as maiores marcas dominarem, mas o grau em que isso acontece é um pouco incomum para o Google+.

Yu descreve esse crescimento como um passo natural na evolução das marcas no site. Primeiro, eles tiveram que criar páginas. Agora elas estão acumulando seguidores. Uma vez que elas tenham esses seguidores, podem começar a pensar em diferentes maneiras de envolver seus fãs.

Outro sinal de maturidade e crescimento, segundo Yu, é o fato de que o Google não é mais a marca mais seguida (embora ele ainda esteja entre os 10 mais). O relatório também destaca algumas das marcas que não estão na rede social, incluindo a Goldman Sachs, Microsoft e a Apple.

Ah, e só para dar alguma perspectiva, o relatório diz que os consumidores interagem com as 100 maiores marcas no Google+ ainda somam menos de 1% do número no Facebook.

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[via TechCrunch]


Nova atualização do Facebook para Android traz mais funcionalidades

O aplicativo do Facebook para Android tem melhorado bastante desde que fora lançado, inclusive com modificações sugeridas pelos usuários e o fato de que Google e Facebook não tem uma relação tão ‘amigável’. Depois de muita discussão, a versão do aplicativo para o sistema mobile da Google ficou mais funcional e completa do que em suas primeiras versões, mas afinal, que novidades são essas?

  • Upload: Qualquer imagem ou vídeo armazenado no dispositivo Android agora pode ser enviado mais rapidamente pelo aplicativo.
  • Status: No topo do aplicativo é possível ver duas barras, na inferior, há uma barra cinza pela qual se pode acessar mais rapidamente as atualizações de status e publicar posts de forma mais cômoda, nela ainda é possível configurar a visibilidade da atualização ou até mesmo adicionar alguma imagem ao post.
  • Acesibilidade: Além do upload e das atualizações de status, ficou mais fácil acessar as imagens particulares, as notícias no mural, notificações de eventos e também a lista de amigos e de páginas curtidas.
  • Personalização: A mais notável das atualizações, pois permite que os usuários configurem o aplicativo de acordo com suas preferências pessoais.

 

via Facebook Notícias


Quem vencerá a corrida pelo melhor banco de dados, Google ou Facebook?

Antes da Internet, as empresas capazes de transformar informação em capital nunca tiveram tanta oportunidade para captar e reter informações sobre tantas pessoas ao mesmo tempo. O Facebook, considerados um dos modelos bem-sucedido deste tipo de empresa, alimenta um gigantesco banco de dados detalhado com as informações que todos nós concordamos em repassá-los sem nenhum custo.

E não tem como fugir, ao criarmos um perfil, fornecemos não só com informações genéricas como sexo, idade, nacionalidade, etc, mas também gostos pessoais e, depois da nova timeline, detalhes como viagens feitas, família e até mesmo saúde e fatos triviais.

A Google também tem investido bastante na criação e aprimoramento de seu banco de dados, a melhor prova disso foi a criação do Orkut e, mais recentemente do Google Plus.Apesar de nenhuma das duas plataformas terem dado tanto retorno financeiro para a empresa, elas são as ferramentas que tornam o sistema de buscas mais popular do mundo cada vez mais sofisticado, até por que o mesmo cookie que guardam as informações do provenientes do usuário do Orkut, é o mesmo que grava o trajeto do mesmo usuário no buscador, uma maneira bastante eficiente de cruzamento de dados e refinamento do banco de dados.

Esta lógica de funcionamento, permite que a publicidade segmentada seja cada vez mais eficaz, em seu livro ‘A Cultura do Novo Capitalismo’, Richard Sennett diz que a alimentação deste tipo de banco de dados tem origem a partir da pressão que os indivíduos sofrem para que não percam oportunudidades. “Em vez de fechamento, a cultura recomenda a entrega”, defende.

Como bem definiu Tim O’Reilly em seu texto sobre ‘O que é Web 2.0‘ : “Usuários adicionam valor”. É justamente a partir deste princípio que, não só o Facebook, mas várias outras empresas que transformaram os produtos em serviços, como a Google, conseguem gerar capital.

O mesmo autor ainda lembra o papel fundamental dos bancos de dados e o poder que o mesmo representa, para ele,  já conhecemos vários casos em que o controle sobre um banco de dados levou ao controle do mercado e enormes retornos financeiros e nesta corrida para o enriquecimento de seus bancos de dados, a empresa vencedora será a companhia que primeiro atingir uma massa crítica de dados através da participação de usuários, e for capaz de transformar esses dados agregados em serviços.

E aí, quem você acha que pode vencer essa corrida? Google ou Facebook? [imagem via bp]


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