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5 dicas inovadoras para as novas funcionalidades do Facebook

Muitos dos novos recursos introduzidos na Conferência F8 do Facebook, como o Open Graph e as notícias em tempo real (o Ticker) terão um enorme impacto sobre o comércio social num futuro muito próximo.

Os desenvolvedores agora serão capazes de construir uma experiência comercial mais relevante no Facebook para os clientes e também oferecer mais descobertas sociais eficazes para os vendedores. Tais vendedores serão capazes de acessar novos insights sobre as preferências do consumidor e usar esses dados para melhor promover os seus produtos. Estas novas oportunidades vão fazer a experiência de compra através do Facebook ainda mais rica e social.

Aqui estão cinco maneiras para as novas funcionalidades do Facebook alimentarem o comércio social e a descoberta do produto.

Melhor auto-expressão para os compradores

Facebook F8

Gestos personalizados no Open Graph trarão um novo nível de relevância para as experiências de compra do Facebook. Ao permitir o uso dos novos botões, como os que já citamos aqui, os clientes serão capazes de se expressar, mais especificamente em torno de um determinado produto. Afinal, “curtir” não é exatamente um verbo universal.

Consequentemente, os posts no News Feed também poderão ser personalizadas para gerar frases como “Fulano amou”, “Fulano ouviu” determinado produto. Estes tipos de mensagens irão conduzir coberturas muito mais eficazes do que simples histórias “Curtidas”.

Esses novos botões também serão usados para enriquecer a experiência do shopping social dentro das páginas de marcas do Facebook. Essa funcionalidade permitirá que você faça recomendações aos seus amigos e também que vendedores se engajem mais profundamente com os compradores. Por exemplo, se eu descobrir que “Fulano” é representante de um produto na minha loja, eu poderia pedir uma revisão do produto.

Produtos descobertos através do Ticker

O novo Ticker cria um fluxo em tempo real persistente para que os vendedores possam divulgar os produtos aos clientes. O Ticker permite que os usuários descubram a música que seus amigos estão ouvindo, por exemplo.

Tão poderosa quanto essa capacidade é o fato de os desenvolvedores terem cuidado ao publicar apenas as atividades que os compradores se comprometem a promover. Por exemplo, se seu namorado está secretamente verificando seus anéis de noivado, ele pode não querer que a sua lista de amigos inteira saiba sobre isto.

Capacidade de criar listas de desejos

Como parte do novo design, o Facebook vai agregar atividades aos aplicativos de uma pessoa. Diferentes widgets sociais irão postar  no perfil das pessoas, tais como listas de desejos de aniversários ou casamentos. Estas listas serão criadas automaticamente com base nos botões de ação personalizada. Por exemplo, todos os cliques nos botões “Quero” serão lançados nessa Timeline. O Orkut tinha algo semelhante, lembra?

A adição de produtos com foco nessas listas ao seu perfil permitirá que as pessoas saibam o que você quer, e torna mais fácil para os amigos saberem o que comprar quando os eventos especiais estiverem chegando. Agora quando seus amigos veem o lembrete do seu aniversário, eles podem clicar no seu perfil, e podem comprar-lhe algo da sua lista de desejos.

aniversário

O Ticker também vai desempenhar um papel na promoção destas listas de desejos. Se quer ajudar seus amigos a escolherem os melhores presentes pra você, basta clicar no botão “Querer”.

Permissões mais claras

Permissão

Os desenvolvedores agora têm mais controle sobre o conteúdo exibido na sua caixa de diálogo de permissões, e, portanto, podem articular melhor como os dados de uma pessoa serão usados. Aplicativos de compras sociais podem explicar exatamente que tipo de dados serão utilizados e quais os benefícios que irão fornecer ao cliente, pois eles podem até mesmo incluir screenshots de mensagens que possam aparecer em seu cronograma. Por exemplo, uma caixa de diálogo de permissão poderia explicar que os interesses do Facebook serão usados para fornecer recomendações de produtos e ofertas especiais direcionados a você. Esta opção poderia, por sua vez, construir a confiança e aumentar a participação dos usuários.

Compras com seus amigos

O Facebook personalizou seus gráficos e o Ticker abriu a porta para a descoberta das músicas sociais – então por que não comprar nas mídias sociais também.

Num futuro próximo, você poderá ver um botão tipo “convide amigos para fazer compras” dentro de uma loja social. Ao clicar, isso gerará um post no Ticker que diz “Fulano está comprando roupas para o seu bebê”. Quando um amigo clicar no post, ele seria levado para um chat ou a de caixas de comentários do público na loja, ou poderá só ser visível apenas para os dois. O resultado final é que você pediu ajuda dos seus amigos para tomar uma decisão de compra, como se vocês estivessem juntos comprando no shopping.

Esses tipos de experiências são apenas o começo. Assim como os desenvolvedores têm usado o Facebook para reunir pessoas para jogar, eles usam esta nova funcionalidade para fazer de  compras no Facebook algo muito mais interativo e social. [via Mashable]


O que fazer para construir uma carreira em mídia social [INFOGRÁFICO]

Aqui disponibilizamos (quase) tudo o que você precisa saber sobre o trabalho e sobre o que as pessoas fazem todos os dias nas mídias sociais. A maioria das empresas online já usam as mídias sociais, por isso há muitas oportunidades para novas estratégias.

Esteja pronto para usar muitos chapéus. Quando se trata de mídias sociais, deve-se combater em inúmeras frentes, incluindo a elaboração de mensagens reais, analises de métricas, formação e gestão de equipe, campanhas, trabalhar com agências e gerir orçamentos bastante subjetivos.

No infográfico abaixo, você pode ver os traços de personalidade, educação, planos de carreira e as responsabilidades dos atuais estrategistas de sucesso em mídia social. Estatísticas foram retiradas a pertir de dados do LinkedIn, bem como anúncios de emprego, e um relatório por Jeremiah Owyang do Altimeter Group. [via Mashable]

infográfico


Uma boa headline na web precisa ser amigável para SEO

Na era digital, manchetes são muitas vezes a razão para você ler uma notícia. Portanto é muito importante uma boa manchete.

A instrutora Jenna Rose Robbins, do MediaBistro.com, explica: “Se a manchete diz: ‘Lindsay Lohan estrelará um remake do filme dos anos 80′, você provavelmente vai querer ver o filme. É importante apresentar palavras chaves nas manchetes, mas você ainda quer deixar uma pergunta. Algo para que as pessoas leiam toda a matéria.”

JJ Gould, editor-adjunto do TheAtlancic.com, diz que os jornais podem até mesmo dar um pouco de história. “Na impressão, você precisa de mais espaço. Você precisa ser breve. Em segundo lugar, você já tem mais atenção do seu leitor de impressão do que no digital,portanto seu título deve ter mais trabalho digital”, explica Gould. “Por essa razão, muitas vezes você tem de usar mais palavras para ser mais claro sobre o que você está dizendo e sobre o que significa”. [via MediaBistro]

 


7 práticas para melhorar a usabilidade do seu web site

Escrever conteúdo para os usuários na web tem seus desafios. O principal deles é, com certeza, o modo como seu conteúdo é lido e compreendido por seus visitantes (ou seja, sua legibilidade).

Quando o seu conteúdo é de fácil leitura, o público é capaz de digerir rapidamente a informação que você compartilha com eles – um objetivo digno de fazer parte do seu site, se você tiver um blog, uma loja virtual, ou até mesmo um domínio para sua empresa.

Abaixo estão algumas dicas simples para melhorar a usabilidade e legibilidade do conteúdo do seu site. Dicas baseadas em resultados de pesquisas e sugestões de especialistas como Jakob Nielsen .

Esta lista não é exaustiva, e destina-se apenas para armá-la com ideias que você pode implementar de imediato. Se você tiver dicas adicionais, compartilhe conosco nos comentários.

1. Mantenha o conteúdo o mais conciso possível

É fato que os usuários da web têm extensões de atenção muito curta e que não lemos artigos completamente em sua totalidade. Um estudo investigando as mudanças em nosso comportamentos e hábitos de leitura na era digital concluiu que tendemos a procurar páginas para encontrar as informações que queremos.

Geralmente, procuramos por palavras-chave, lemos de uma forma não-linear (isto é, pulamos em torno de uma página de web em vez de lê-la completamente) e reduzimos a atenção.

Esta ideia de que somos frugais quando se trata de material de leitura na web é reforçada por um estudo de usabilidade realizado por Jakob Nielsen. O estudo afirma que um aumento de 58% em usabilidade pode ser alcançado simplesmente cortando metade das suas palavras, nas páginas em estudo.

Artigos mais curtos melhoram a legibilidade, tanto que muitas fórmulas de medição popular de legibilidade usam o comprimento de frases e palavras como fatores que influenciam a facilidade de leitura e compreensão.

O que podemos fazer:

Chegar ao ponto o mais rápido possível;

Cortar as informações desnecessárias;

Usar palavras e frases comuns, de fácil entendimento;

Evitar frases e parágrafos longos;

Economizar tempo e técnicas que chamam a atenção da escrita. Ex. Use 1000 em oposição a mil;

Teste o seu estilo de escrita usando fórmulas de legibilidade que avaliem o quão fácil é fazer sua prosa. A ferramenta de teste de legibilidade permite que você conecte uma URL, então dá-lhe escores baseados em fórmulas de legibilidade populares, tais como a facilidade de leitura.

Ferramenta de teste de usabilidade

2. Use títulos para quebrar longos artigos

Um estudo de usabilidade descritos em um artigo pela web de gerenciamento de conteúdo especializado levou à concluzão de que os leitores inspecionam as páginas em blocos e seções, ou o que ele chama de “leitura de bloco”.

Em outras palavras, quando olhamos para uma página na web, tendemos a vê-lo não como um todo, mas sim como pedaços de informação compartimentada. Tendemos a ler em blocos, indo diretamente para os itens que parecem coincidir com o que estamos procurando ativamente.

Um estudo de rastreamento ocular realizado pela Nielsen revelou um padrão de movimento dos olhos que poderia continuar a apoiar a ideia de que os usuários da web, de fato, leem em pedaços: Nós mexemos nossos olhos, da esquerda para a direita, em seguida, continuamos para baixo na página em um padrão de F-Shaped, pulando um monde de texto no meio.

teste ocular

Podemos fazer várias coias para acomodar esses padrões de leitura. Uma estratégia é acabar com longos artigos em seções para que os usuários possam facilmente mexer para baixo da página. Isso se aplica ao bloco de leitura, bem como o padrão F-shaped, porque somos atraídos para títulos à medida que avançamos para baixo da página.

Abaixo, você encontrará o mesmo conjunto de texto em formato sem posições (versão 1) e com posições (versão 2). Preste atenção em qual os ajuda a ler mais rapidamente pulando para as seções que lhe interessa.

Comparação

O que podemos fazer:

Antes de escrever um post, considere a organização de seus pensamentos em blocos lógicos, primeiro esboçando o que você vai escrever.

Use títulos simples e concisos.

Use palavras-chave ricas nos título para ajudar na procura, bem como aqueles que usam recurso do seu navegador (Ctrl + F, por exemplo)

3. Ajude seus leitores a digitalizar suas páginas rapidamente

Como indicado no estudo de usabilidade de Nielsen, mencionado anteriormente, bem como outros elementos de prova de apoio que os usuários da web tendem a passar nos conteúdos, concepção e estruturação de suas páginas como desnatação em mente pode melhorar a usabilidade (tanto quanto 47% de acordo com a pesquisa)

O que podemos fazer:

Primeiro, contar as palavras no título, porque os usuários tendem a ler as primeiras palavras do título, e links quando estão digitalizando uma página na web.

Antecipe palavras-chave nos títulos, títulos e links usam a voz passiva como dispositivo de escrita eficaz.

Use a pirâmide invertida (tão conhecida pelos jornalistas) para disponibilizar informações importantes no topo do artigo.

Pirâmide invertida

 4. Use listas com marcadores e formatação de texto.

De acordo com um estudo de rastreamento ocular pela ClickTale, os usuários se fixam mais nas listas com marcadores e formatação de texto (como negrito e itálico).

listas

Estas ferramentas de texto merecem muita a atenção por causa de sua aparência distinta, bem como ajudam a acelerar a leitura por meio da divisão de informações em partes distintas e destacando palavras e frases importantes.

O que podemos fazer:

Considerar a divisão do parágrafo em pontos com marcadores.

Destaque informações importantes em negrito e/ou itálico.

5. Dê blocos de textos e espaçamento suficiente

O espaçamento entre caracteres, palavras, linhas e parágrafos são importantes. Como o tipo é definido em suas páginas, isso pode afetar drasticamente a legibilidade dos leitores.

Em um estudo chamado “Leitura de texto online: Uma comparação de quatro layouts com espaços em branco”, os pesquisadores descobriram que manipulando a quantidade de margens de uma passagem afea muito a compreensão e velocidade de leitura.

gráfico de blocos e espaçamentos

O que podemos fazer:

Avalie a tipografia de suas páginas para as questões de espaçamento e modifique a CSS do seu site, conforme necessário.

Conheça as propriedades CSS que afetam o espaçamento no seu texto.

6. Faça textos com HiperLinks

Uma grande vantagem de conteúdo baseado na web é a nossa capacidade de usar hiperlinks. O uso adequado pode ajudar a legibilidade.

O que podemos fazer:

Indique as ligações que já foram visitadas pelo usuário: Seletor de modo diferente a partir de links normais, como o sugerido pela Nielsen, para que os leitores aprendam rapidamente quais ligações ele já tentou.

Use títulos atribuídos para dar hyperlinks com contextos adicionais e permitia que os usuários saibam o que esperar, uma vez que clique no link.

7. Use visuais estratégicos

Fotos, gráficos e imagens valem mais que mil palavras. Utilizando recursos visuais de forma eficaz pode melhorar a legibilidade quando substitui ou reforça longos blocos de conteúdo textual.

De fato, um estudo de rastreamento ocular realizado pela Nielsen sugere que os usuários gastam “muita atenção com fotos e outras imagens que contêm informações relevantes”.

visuais estratégicos

Usuários, no entanto, também ignoram certas imagens, principalmente fotos meramente incluídas como obras de arte decorativa. Outro estudo de rastreamento ocular relata um aumento de 34% na retenção da memória, quando as imagens desnecessárias foram retiradas em conjunto com revisões de outros conteúdos.

O que podemos fazer:

Fazer imagens se você utilizar a ajuda ou apoio de um conteúdo textual

Evitar fotos e imagens sem sentido [via Mashable]

 


9 razões para seu conteúdo não ser compartilhado nas redes sociais

Aproximadamente 30.000 milhões  de posts de conteúdo são compartilhados a cada mês, incluindo blogs, links, notícias e álbuns de fotos.

A HubSpot descobriu três coisas que devem acontecer para que seu conteúdo seja compartilhado: Primeiro: As pessoas devem ser expostas ao seu conteúdo (ser um fã no Facebook ou um seguidor no Twitter). Em segundo lugar, devem estar conscientes do seu conteúdo. Finalmente, em terceiro, devem se motivar por algo no seu conteúdo. Este artigo incindirá sobre as motivações para o compartilhamento.

New York Times recentemente firmou parceria com a  Latitude Research para compreender a “psicologia do compartilhamento“. Baseado num estudo de 2500 participantes (e algumas outras pesquisas recentes), aqui estão nove razões pelas quais seus clientes não compartilham o seu conteúdo.

1. Eles podem não confiar em você

De forma bem simples, as pessoas não vão compartilhar os seus conteúdos, se não acharem que você é confiável.

2011 Edelman Trust Barometer constatou que, globalmente, apenas 56% das empresas recebem confiança das pessoas para fazer o que é certo. No entanto, nos EUA, Reino Unido e Japão, esse número caiu significativamente entre 2010 e 2011. O mais interessante é que o Brasil lidera essa pesquisa.

gráfico

2. Às vezes a marca é insignificante para eles

É triste ouvir/ler isso, mas os clientes geralmente têm memória curta. Eles se perguntam “o que você fez por mim ultimamente?”

Seus clientes estão procurando informações valiosas, grandes promoções e uma chance de conhecer outras pessoas que compartilhem seus interesses. Assim que você parar de oferecer tais conteúdos, os seus fãs vão procurar outro lugar.

Eles não podem se sentir num compromisso com a sua marca, mas você pode mantê-los  interessados.

3. Eles podem achar seu conteúdo chato.

Não seja chato. As pessoas estão muito mais propensos a compartilhar algo que acham intrigante ou engraçados.

Veja o caso dos vídeos da Volkswagen. Seu episódio Cannes-Winning, A Força, uma paródia sobre o Star Wars, ganhou mais de 40 milhões de visualizações. Nenhum de seus outros vídeos, ou conteúdos de marketing tradicionais, chegou perto de 1 milhão de visualizações.

4. As pessoas se preocupam com as causas mais do que as marcas

O New York Times descobriu que as pessoas são mais propensas a compartilhar sobre algo que eles estejam apaixonados.

As pessoas raramente acordam se perguntando o que eles podem fazer pela marca X hoje. Mas eles sonham com maneiras de ajudar a sua causa favorita. Quer seja acabar com a pobreza, apoiar o Greenpeace ou avançar uma instituição de caridade local, muitas pessoas se sacrificam para ajudar as coisas que gostam.

lightin the led revolution

Apesar de não ter sentido humanitário, isto faz com que as pessoas se animem para fazer parte de algo maior do que sua marca ou produto.

5. As pessoas compartilham para construir relacionamentos com os outros

A pesquisa mostra que as pessoas valorizam relacionamentos com outras pessoas, não necessariamente com as marcas. Elas estão, definitivamente, à procura de comunidade. Sua marca pode ser capaz de criar uma plataforma para essa comunidade.

Aqui estão dois fatos interessantes do estudo do The New York Times:

78% dos entrevistados usam links para ficar conectados com as pessoas.

73% dos entrevistados disseram que a partilha de conteúdo ajuda a encontrar pessas interessantes.

A Red Bull faz um bom trabalho de compartilhamento de conteúdo. Seus fãs geralmente estão dispostos a compartilhar com seus amigos.

redbull

6. Os clientes estão procurando validação

Algumas coisas não mudaram desde o ensino fundamental. Estamos todos tentando construir credibilidade aos olhos dos nossos amigos. Queremos ser vistos como especialistas em alguma área.

A nossa forma de fazer isso online é através do conteúdo que compartilhamos.

68% dos participantes do estudo do The New York Times disseram que compartilhar o conteúdo é como uma propaganda para eles. Querem dar aos outros uma noção melhor do que eles são.

7. As pessoas compartilham informações importantes para elas

Você já ouviu ou disse: “Eu estou apenas pensando em voz alta”. Ou então a clássica hashtag #notamental. Hoje muitas pessoas pensam em voz alta na mídia social.

O cientista Dan Zarrella realizou uma  pesquisa interessante sobre este assunto. Vale à pena dar uma lida.

8. Você é incompreendido pelo seu público

O estudo descobriu que há seis tipos de pessoas que compartilham online.

1. Altruístas: compartilham conteúdo com o desejo de serem úteis e aspiram serem vistos como uma fonte confiável de informações.

2. Carreiristas: bem-educados e procuram ganhar uma reputação que traga valor às suas redes. Preferem o conteúdo que é mais sério e profissional.

3. Hipsters: São mais jovens, e sempre viveram na “era da informação”. Eles usam o Twitter e o Facebook para compartilhar conteúdo de ponta e criativo. Compartilham conteúdo para construir sua identidade online.

4. Bumerangues: Buscam a validação e prosperam na reação dos outros ao seu conteúdo, mesmo quando as respostas são negativas.

5. Conectores: Compartilham o conteúdo como meio de estar ligado a outros e para fazer planos. Estão mais relaxados nos seus padrões de partilha.

6. Seletivas: são mais atenciosas no que compartilham e com quem compartilham. Eles personalizam a sua partilha e esperam feedback.

 9. As pessoas são mais pessoais via e-mail

Os autores do estudo descobriram que as pessoas não abandonaram seus e-mails. Na verdade, os participantes compartilham mais frequentemente por e-mail e consideram-no mais privado. Por isso, eles têm as mais altas expectativas de respostas por e-mail. Nunca abandone esta importante ferramenta.

Algumas dicas finais:

Uma das regras mais negligenciadas na criação de conteúdo é a regra da simplicidade. Posts mais curtos são partilhados com mais frequência.

Crie um senso de urgência em sua escrita. Dê às pessoas uma utilização para responder agora. Se eles não agirem imediatamente, provavelmente nunca irão agir.

Finalmente, lembre-se que a obtenção de seu conteúdo compartilhado é apenas o primeiro passo. Veja isso como parte da estratégia de longo prazo para a construção de um público fiel. [via SocialMediaExaminer]


4 maneiras para gerenciar sua crise nas mídias sociais

Mídias sociais são um verdadeiro paraíso. Mas a distância entre o sonho maravilhoso e o pesadelo é curta. Ao pensar em meios de comunicação social como um enorme amplificador, não se deve mais ignorar os eventos, levar dias para aprovar uma proposta, ou fingir que ela não existe.

Aqui estão quatro estratégias que irão ajudá-lo a navegar em possíveis crises nas mídias sociais. Mas sempre lembrando que o monitoramento eficaz serve como prevenção. E a prevenção é o melhor remédio.

1. Trace planos

Trace planos de mídia social para diferentes tipos de situações/problemas. Pense nos piores cenários possíveis que a sua marca pode enfrentar e depois amplifique-os.

Obviamente, você não pode prever acontecimentos, mas sim definir um quadro para cada ação. Decidir quem é o primeiro contato que tem a aprovação final, que atua como como backup e que será responsável por postagens, moderação e se comunicar com os outros fãs do site.

Uma vez que este plano esteja pronto, tenha certeza que todos os deparamentos de comunicação, relações públicas e marketing estejam informados sobre como as conversas vão funcionar numa crise.

2. Seja oportuno

A mídia social se move muito rapidamente. Problemas podem se tornar uma bola de neve ainda mais rápido, e alguns fãs vão sumir antes mesmo de ler o assunto em questão.

Assim que você estiver ciente de um problema, consulte o seu plano de mídia social imediatamente. Obtenha uma declaração aprovada e faça um post o mais rápido possível num esforço de lidar com as preocupações, assim que elas surgirem.

3. Seja transparente

Humildade é fundamental quando se trata de se comunicar com os fãs que estão procurando. Alimentando-os com respostas insinceras não vai te levar muito longe. Então, se você não tem uma resposta direta ao assunto em questão, não há problema em deixar que seus fãs saibam que você os está ouvindo e que você está trabalhando para conseguir respostas.

4. Seja persistente

Pode (e provavelmente vai) demorar mais de uma atualização para acalmar a problemática na mídia social. Responda individualmente aos usuários que interajam com você diretamente. Use o deck.ly para respostas longas no Twitter, se necessário.

Continue postando seus status de crise e qualquer notícia de qualquer ação que possa ter tomado para resolver o problema. É claro que, em algum momento, você deve retomar suas operações regulares, mas espere até que a crise seja resolvida, ou que pelo menos o clima tenha esfriado.

Ao contrário da gestão de crises tradicionais, que normalmente requer muitos procedimentos e processos de aprovação, com a mídia social você deve estar pronto para criar conteúdo imediato. Não deixe que isso te assuste, basta se preparar. [via AllFacebook]


3 erros para evitar com a nova galeria de imagens do Twitter

Durante a inauguração da nova galeria de imagens do Twitter na semana passada, tinha um monte de usuários dizendo que “já era hora”. A galeria reúne as últimas fotos que você tweetou de várias fontes, e exibe até 100 das últimas imagens como miniaturas.

Mas não é tão simples assim, especialmente para as marcas. Existem várias maneiras das galerias serem realmente prejudiciais para a sua imagem online, e vamos te mostrar os três maiores deslizes que você pode cometer quando utilizar essa galeria (e como evitá-los também, é claro).

Fotos fora de contexto

Uma das primeiras coisas que você tem de verificar é se as fotos que estão aparecendo de fato remetem à sua marca. É ótimo se você tem imagens do seu escritório ou membros da equipe, mas fotos de suas últimas férias não podem se encaixar com a mensagem da sua marca.

Qualquer usuário pode navegar na sua galeria de imagem. Tenha cuidado para não colocar todas as imagens, pois muitas não se encaixam com a sua marca, você corre o risco de deixar seus seguidores confusos quando eles visitarem seu perfil.

Fotos Retweetadas

Este é um grande problema. Um erro comum que muitas marcas têm cometido é que elas retweetam fotos de outros seguidores. Todo retweet seu aparece na sua galeria.

Muitas das últimas 100 fotos podem ser retweetadas, e há provavelmente uma boa parte que se encaixe perfeitamente com a mensagem da marca, mas outras não.

Galeria esquecida

Por último, mas não menos importante, muitas marcas esquecem suas galerias – ou nem sequer perceberam que foram lançadas.

Sua galeria é agora parte da sua mensagem de marca, então você tem que manter um olho nela. Sugiro passar por cada uma das 100 fotos nela agora, e excluir as que não se encaixam com sua imagem. Uma vez feito isso, você deverá verificar sua galeria pelo menos uma vez por semana, para se certificar de que todas as fotos lá realmente são favoráveis.

As galerias de imagem podem ser uma maneira poderosa de mostrar aos seus seguidores o seu lado divertido, mas verifique se você está monitorando de forma eficaz e gerenciando sua reputação visual no Twitter. [via MediaBistro]


11 sites de jornalismo cidadão que você precisa conhecer

Com a revolta na Líbia ainda em pleno andamento, fica muito difícil conseguir uma cobertura confiável de eventos e sobre o desenrolar da história. São acontecimentos políticos e sociais como este que ajudam a demonstrar como o jornalismo cidadão é importante e é algo que os meios de comunicações tradicionais não podem competir.

Pensando nisso, separamos 11 websites que dão vozes a esses ‘jornalistas cidadãos’. Embora a lista seja internacional, podemos ajudar a construir nossa lista tupiniquim nos comentários.

Demotix

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Lançado em 2009, com sede em Londres, o Demotix é uma agência de notícias aberta e dirigida a todos os jornalistas freelances. Você pode enviar textos, fotos e vídeos, e o conteúdo é compartilhado com mais de 2000 organizações de mídia em todo o mundo.

As histórias podem ser enviadas através do site, em FTP, e-mail, MMS ou na área de trabalho pelo Uploader Demotix.

All Voices

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AllVoices é um site norte-americano de mídia cidadã que está na rede a mais de três anos. Tem um tráfego muito intenso, e o site de notícias gerado pelo usuário é uma plataforma muito boa para que cidadãos compartilhem o que está acontecendo onde eles estão.

Assim como em outras plataformas, você pode compartilhar notícias, vídeos e imagens e  na comunidade pode procurar tanto por categoria quanto por localização da notícia.

Blottr

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Blottr foi lançado em setembro de 2010. É atualmente destinado a notícias de última hora em seis cidades do Reino Unido: Bristol, Birmingham, Leeds, Edimburgo e Manchester, mas em breve será lançado para toda a Europa.

É um pouco diferente de outros websites de jornalistas cidadãos. Pense no Wikipédia – vários usuários podem acessar a mesma história, cada um acrescentando e aprimorando o seu desenrolar.

Os recentes tumultos de Londres são um bom exemplo de como o jornalismo cidadão pode trazer histórias para as massas rapidamente. O Blottr foi uma das primeiras agências de notícias a publicar conteúdo sobre os motins em Ealing (Londres) e Salford (Manchester).

Blottr tem quase 1,5 milhão de visitantes únicos por mês, e agora tem mais de 60 mil usuários cadastrados, cerca de 700 dos quais são contribuintes ativos. Há também um aplicativo para iPhone, e provavelmente para Android logo em breve.

CNN iReport

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CNN iReport é uma comunidade que permite a cobertura jornalística de diferentes ângulos e permite aos usuários o compartilhamento e discussão de histórias. Embora seja uma plataforma da CNN, as histórias não são editadas e os fatos não são verificados ou mesmo rastreados antes de serem publicados.

Now Public

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New Public tem 5 milhões de leitores mensais, e seu conteúdo abrange desde tecnologia e meio ambiente, à saúde e esportes. Os artigos são escritos com base nas “questões de tendências do dia”, pelos contribuintes que adicionam informações, fotos e vídeos. Tais contribuições vem de jornalistas cidadãos em mais de 160 países.

É uma ferramenta bastante simples de usar, mas os posts de novos usuários são primeiro monitorados para garantir que não seja spam. Todos os posts subsequentes devem ia ao ar assim que você publicar, e as pessoas por trás deles iram ser informadas se houver algum problema com o conteúdo.

Ground Report

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Lançado em 2006, o GroundReport é uma plataforma para jornalistas cidadãos de todo o mundo. Principalmente para informar sobre acontecimentos mundiais, e os usuários podem enviar artigos, fotos ou vídeos de notícias sobre eventos que são controlados por seus editores antes da publicação.

A empresa de Nova York opera com base no modelo do Wikipédia, com editores voluntários e feedback fornecido pela comunidade. A fundadora, Rachel Sterne, foi nomeada como uma das mais promissoras empreendedoras sociais da América em 2009.

WikiNews

WikiNews foi derivado do Wikipédia, e é uma plataforma de conteúdo livre e colaborativa. Seu co-fundador, Jimmy Wales, já havia distinguido o WikiNews da Wikipédia, dizendo: “No WikiNews, cada história deve ser escrita como uma notícia em oposição a um artigo da enciclopédia”.

Se você já contribuiu para o Wikipédia, a interface do WikiNews será familiar para você e funciona praticamente da mesma forma.

Digital Journal

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Digital Journal começou como um portal voltado à tecnologia de imprensa em 1998, e em 2006 começou a pagar escritores para contribuir com notícias de todo o mundo. Ele compartilha sua receita com os escritores, e o site de notícias gerado pelo usuário tem colaboradores de mais de 170 países.

Newsvine

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NewsVine é um site colaborativo de notícias, e foi eleito um dos 50 melhores Websites pela Time, em 2007. Os usuários podem escrever artigos e podem plantar “sementes” na videira, que são links para histórias de toda a Web. Você também pode personalizar a página com as suas preferências, adicionando feeds RRS e movendo caixas ao redor.

News Participation

 

 

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News Participation é uma comunidade bastante nova online, destinada a jornalistas cidadãos. Ao mesmo tempo é concebido como uma plataforma para que jornalistas amadores postem notícias e comentários.

Tudo que você precisa fazer é registrar-se, ou entrar no sistema usando suas credenciais do Facebook, e fazer upload de suas imagens, vídeos e textos.

Spot.us

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Spot.us tem um conceito interessante, e é diferente das outras plataformas. Estritamente falando, não se trata de um site de jornalismo cidadão. É um projeto sem fins lucrativos que permite ao público criar relatórios sobre os problemas que muitas vezes parecem ser ignorados.

Todas as contribuições feitas por uma comunidade são parceiros fiscais dedutíveis e Spot.us com meios de comunicação para distribuir conteúdo.

Você é um jornalista cidadão?Qual a sua plataforma preferida? [via TheNextWeb]

 


Mais nove ferramentas para jornalismo digital e mineração de dados

1. Junar – para raspagem de websites e compartilhamento de dados

Junar é uma plataforma que permite aos usuários monitorar e pesquisar todos os dados em torno da internet em um só lugar. A equipe por trás afirma que têm planos para constuir a funcionalidade que permite aos usuários buscar por páginas relacionadas, bem como a capacidade e trabalhar em PDFs.

2. BuzzData – para o compartilhamento de dados

BuzzData é uma plataforma para compartilhamento de dados – essencialmente uma rede social onde você pode acompanhar dados, conjuntos de dados e tags de outros jornalistas e adcionar visualizações, artigos e anexos.

3. DataMarket – para encontrar dados

DataMarket é exatamente o que diz no rótulo: um mercado para dados de organizações, incluindo ONU, BP, Eurrostat, FMI, USGS, e várias outras siglas. Você pode acessar os dados de graça ou pagar pela funcionalidade extra, como exportar para o Excel.

4. Google Scraper News – para os dados nas coberturas de notícias

Este raspador lhe permitirá recolher dados sobre a cobertura de um determinado assunto, evento ou pessoa. Ele só reúne o texto do teaser. É só digitar um nome de projeto no arquivo de resultados, selecionar o número desejado de resultados por consulta e depois selecionar o intervalo de datas para a sua consulta na forma de mês-dia.

5. MetaData Extraction Toll – um primeiro passo para procurar depósitos de documentos?

Este destina-se a atividade de preservação de arquivos, mas tem algumas aplicações possíveis para jornalistas. Em primeiro lugar, tem uma interface do windows para explorar os metadados de um monte de arquivos, tornando possível a classificação de diferentes maneiras para achar mais rapidamente as informações que você está procurando. Em segundo lugar, a geração de um arquivo XML vai dar alguma estrutura que pode te permitir, por exemplo, lotar seus documentos num cronograma .

6. Roambi – para visualização de dados no seu iPhone

Infelizmente, Roambi é apenas para o iPhone. A ideia do utilitário é eliminar a necessidade de o usuário ter que ficar rolando por pedaços de documentos para ter acesso aos seus dados.

7.Dados Wrangler – ferramenta de limpeza

Wrangler é uma ferramenta interativa para a limpeza de dados e transformação. Assista a esse vídeo explicativo.

8. Impure – linguagem de programação visual

Impure tem como objetivo coletar e visualizar informações. Com Impure é possível obter informações de fontes muito diferentes, pois alimenta-se inclusive de dados de mídia social. É em tempo real e capaz de absorver informações financeiras históricas, imagens, notícias, pesquisas e muito mais. Dentro de uma interface lógica modular você pode rapidamente ligar as informações aos operadores, controles e métodos de visualização, trazendo todo o poder da compreensão da informação e do conhecimento para os programadores que queiram trabalhar com informações de uma forma pessoal.

9. Zanran – PDF/ motor de busca em planilha

Zanran parece uma ferramenta muito útil para estreitar as pesquisas para PDFs, planilhas e tabelas dentro de páginas da web. O site ajuda você a encontrar semi-estruturas de dados na web. [via OnlineJournalismBlog]


Use as Badges corretamente para envolver seus clientes

Badges estão entre os elementos mais visíveis do mundo dos jogos. Uma insígnia (badge) é uma das muitas ferramentas em um arsenal de design para premiações, que também inclui  sistemas de pontos, leaderboards, desafios, recompensas, entre outros.

Porém, badges de mídias sociais são muitas vezes criticados como chatos ou fracos. Com isso, eles perdem completamente o sentido, não são tão empolgantes como aqueles usados pelo exército ou em competições.

Os quatro passos para passar ao público bons exemplos de badges são:

1. Deleite e equilíbrio com a realização, uma aspiração previsível;

2. Design para um bom apelo visual;

3. Escassez de princípios de alavancagem;

4. Integração firmemente com um sistema maior.

Independentemente da sua visão pessoal sobre badges, a compreensão do seu potencial pode ajudá-lo a construir o engajamento colocado em seu produto ou serviço. O que segue são alguns dos padrões de design mais importantes, pontos fortes e fracos para projeção desses badges.

Qual o potencial de um badges?

As Badges podem executar uma série de funções para o design, mas elas são usadas principalmente para demonstrar o status e o progresso do consumidor. Normalmente elas são ou lineares para a experiência do usuário (ganho de 1,5 ou 20 check-ins) ou ortogonais (ganho para atividades realizadas no início da manhã, tarde da noite ou a 30 mil pés). Quando usado em último sentido, emblemas são frequentemente concebidos para expor o jogador a um uso do produto que não teriam de outra forma imaginada.

Prazer vs. Estrutura

foursquare badges

As Badges existem com um pretexto de desafio estruturado e prazer inesperado. Além dos indicadores de progresso do Foursquare, badges fornecem ao usuário um tipo de recompensa para completar uma atividade específica. A potência do sistema é derivado da sua capacidade de motivar os usuários a obter benefícios previsíveis e imprevisíveis. No lado negativo, o sistema badging do Foursquare é tão fundamental para a experiência do aplicativo que pode rapidamente se tornar cansativo uma vez que o entusiasmo inicial desapareça.

No jogo FarmVille, as badges são projetadas para formar uma série lógica, sempre em expansão aos desafios e realizações. Eles são empilhados por atividade, em ordem crescente de complexidade. Por exemplo, você pode ganhar uma das quatro badges com base no número de amigos da sua rede. Um sistema de empilhamento como o do FarmVille faz com que seja fácil para um usuário seguir o padrão definido de desafio/conquista, mas muitas vezes deixa essa pessoa com poucos momentos de prazer e surpresa.

As Badges devem gerar confiança

Às vezes, badges podem fornecer uma interação de confiança que pode ser difícil de expressar. O serviço de agendamento para atendimento médico popular, ZocDoc, tem um sistema de badging altamente capacitado, tanto na simplicidade quanto no efeito. Com base em uma escala de desempenho de métricas objetivas, são concedidos aos médicos uma série de emblemas simples. As métricas medem o número de pacientes que retornam para um determinado médico, a velocidade de flexibilidade de resposta e de agendamento. Embora esses fatores não sejam uma alternativa para qualificar o desempenho do médico, eles dão aos pacientes uma base rápida da atitude sistemática do médico.

Escassez e cobrança

emblemas

Uma outra faceta frequentemente negligenciada de emblemas é a ‘psicologia da coleta’. Todo mundo gosta de colecionar coisas diferentes em momentos diferentes. A beleza da escassez desempenha um grande papel em nosso desejo de colecionar.

A fim de tornar o trabalho escasso, considere a limitação da disponibilidade.

O sistema

Independentemente do seu sistema de design, os emblemas podem ser ferramentas poderosas para a mudança de comportamento. Por outro lado, é importante considerá-las como parte de um sistema. A chave, é criar algo autêntico, numa experiência de jogo flexível e duradouro, para prestar atenção tanto na motivação do jogador quando no design visual.

Às vezes você vai usar badges para transmitir um andamento, outros vão demonstrar o valor contextual de sua aplicação. Muitas vezes os usuários vão ganhá-los deliberadamente, e às vezes os emblemas irão saudar os participantes com uma surpresa. Independentemente disso, eles devem ser apoiados por um sistema de pontos coerentes e emparelhados com a mecânica, tais como quadros de líderes e desafios, a fim de criar um sistema completo e funcional.

O que não fazer

1. Deixar seu sistema de badges de hoje o mesmo de dois anos atrás;

2. Não mudar o layout com o passar do tempo;

3. Não criar novas badges;

4. Criar badges desnecessárias;

Para concluir

As Badges podem ser ferramentas poderosas num arsenal de premiação. Seguindo as quatro etapas citadas no começo, você pode evitar a abordagem descuidada. Mais importante, foque as necessidades de seus usuários e o que os motiva através da criação de um sistema coerente. Não se esqueça de testar e questionar cada implantação. Pratique esses passos e você estará no caminho certo para esse mundo das Badges. [via Mashable]


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