Um pouco sobre aplicativos móveis para seus negócios


Rápido! Pegue o seu smartphone ou tablet. Que tipo de aplicativos que você tem nele?

É bem provável que você tenha aplicativos que te ajudem no dia-a-dia, como para listas de supermercado, para seus exercícios físicos e até mesmo para armazenar seus pensamentos.

Esses aplicativos transformam simples smartphones em dispositivos de auto-ajuda. E existem inúmeros desenvolvedores para inúmeras ideias. Ou seja, com certeza você sempre vai arranjar um aplicativo para tudo.

Agora imagine se não existisse um lugar onde você pudesse navegar, pesquisar e baixar todas as centenas de milhares de aplicativos. E se não existisse a Apple Market ou o Android Market? Provavelmente seu smartphone não seria tão legal quanto é.

E quando pensamos em negócios? Onde estão os aplicativos críticos que impulsionam novas oportunidades de receita?

Infelizmente, a indústria de negócios para negócios possui poucas lojas virtuais.

Não estou dizendo que falte aplicativos. Existem alguns para eventos virtuais, gestão e para gerenciar seu bando de dados. Outros que descobrem o que as pessoas estão falando sobre sua marca nas mídias sociais, marketing com vídeo, enquetes online e pesquisas. E há, ainda, aqueles que encontram os influenciadores dos nossos mercados, e até mesmo que iniciam campanhas de mala direta.

Cada um deles se encaixa como peças de quebra-cabeça. O problema é que esses aplicativos são geralmente de fornecedores individuais, incapazes de se comunicar uns com os outros. Isso deixa o cliente com uma visão fragmentada do comportamento do comprador para uma pilha crescente de planilhas e relatórios.

Poucos vendedores ou comerciantes gastam a totalidade de seus dias brincando com uma única ferramenta.

Mas a integração entre os aplicativos do consumidor está mudando as expectativas desses negócios.

Os vendedores e comerciantes vão exigir o mesmo nível de integração na vida profissional que eles experimentam em sua vida pessoal. Este ano você verá um grande número de notícias de empresas pronunciando a sua própria versão de uma loja de aplicativos ou sites de desenvolvedores.

Empresas de negócios para negócios não podem se dar ao luxo de manter sua economia nos aplicativos. As marcas de sucesso entregarão um ecossistema ligado aos seus clientes, entendendo que esses clientes precisam de ferramentas para crescer. [via Forbes]



#Video: Os hipsters do futuro


O Vídeo abaixo foi criado pela agência Entrinsic para promover o Social Media Week 2012. Nele, os hipsters comentam como era a vida no auge das mídias sociais. Pronto para o SMW/SP? Veja mais em www.futurehipsters.com



Apenas 2% dos usuários de internet usam o Twitter como fonte para notícias sobre campanha


A campanha eleitoral americana de 2012 está em pleno andamento, e o público está ansioso para avaliar os candidatos. Mas quantos deles estão usando as mídias sociais para as suas necessidades de formação política?

Não muitos, ao que parece.

O Centro de pesquisas Pew examinou o público americano para ver como eles estavam recebendo as suas informações sobre política.

Cabo eleitoral é a principal fonte de informação dos americanos – 36% no total. Em seguida são os telejornais locais – 34%; telejornais em rede – 32%; e a internet – com 25%.

Destes 25%, um número ainda menor está usando as mídias sociais para absorver informações acerca da campanha.

5% dos entrevistados disseram que usam o Twitter uma vez ou outra para saber mais sobre os políticos, e apenas 2% usam regularmente. Para comparar, o Youtube é usando às vezes ou regularmente por 15% dos entrevistados, enquanto o Facebook é usado por 20%.

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O Twitter está no fundo do poço quando se trata de recursos específicos úteis para os americanos em campanha. Apenas 2% dos entrevistados disseram que o microblog é o melhor recurso para a notícia da campanha, bem abaixo do Facebook (5%), do Google News (13%) e CNN (24%).

Apesar de tentar se destacar como o melhor local online para notícias em tempo real, parece que o Twitter não vem fazendo muito sucesso, ainda. [via MediaBistro]

 



Adultos tem mais experiências positivas que negativas nas mídias sociais


Muitas vezes um pequeno gesto de mídia social, como um comentário recebido, uma menção ou um post favoritado, pode mudar o dia de um usuário.

Segundo um novo estudo da Pew, a maioria dos adultos são mais gentis uns com os outros, nos sites de mídias sociais. 85% dos adultos afirmam que a maioria das pessoas conectadas a eles são “cordiais”; apenas 5% disseram o contrário. Os 5% restantes afirmaram que tudo é circunstancial. Em geral, os adultos têm experiências positivas nesses sites.

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Mas calma, nem tudo é tão simples assim.

Dos entrevistados pelo Pew, 26% dos adultos já apresentaram resultados negativos. Desses, 15% disseram que as más experiências terminaram em amizades, 12% resultaram em discussões presenciais, 11% disseram que as interações causaram problemas relacionados a família, 3% entraram em brigas físicas e 3% tiveram problemas no trabalho.

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Com certeza você não se sente mais uma criança – a não ser que você seja uma. Em sites de redes sociais, os adultos tentem a ser mais positivos e menos negativos do que os adolescentes. 41% dos entrevistados que tinham vínculos com adolescentes já tiveram pelo menos uma experiência ruim. [via ReadWriteWeb]



As mídias sociais fazem os novos negócios


Os negócios hoje em dia são sociais. Mas há uma grande diferença entre “fazer o social” e “ser” social. As empresas acham que que são mais bem sucedidas quando não estão “fazendo o social”, querendo fujir do clichê. Os consumidores e comerciantes iguais estão percebendo que o marketing de massa e o marketing tradicional não são os meios mais eficazes para alcançar seu público alvo.

Hoje as pessoas estão hiper-conectadas e mais ocupadas que nunca. As empresas são desafiadas a encontrar meios mais criativos para chegar na frente dos seus clientes.

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Borrell Associates, uma conhecida empresa de pesquisa e consultoria que acompanha a publicidade, entrevistou mais de 4 mil empresas de pequeno e médio porte, e descobriu que mais de 60% delas estão nas mídias sociais.

O Facebook é a plataforma mais popular, com 60,7%, à frente dos blogs (44,2%), Twitter (44,1%), Youtube (36,4%) e LinkeIn (36,3%). [via SocialMediaToday]



A popularidade de um tweet pode ser prevista antes mesmo de ser twittado


A HP Labs diz que é possível saber se seu tweet será um fracasso antes mesmo de digitar os 140 caracteres.

Pesquisadores desenvolveram uma fórmula que prevê o número de vezes que uma notícia ou artigo será twittado com uma precisão surpreendente. Eles previram a popularidade de tweets com precisão de 84% com base no ranking de artigos de notícias em quatro critérios.

No novo estudo, chamado de “The Pulse of News in Social Media: Forecasting“, a HP Labs usou um modelo estatístico para avaliar a popularidade de 40 mil notícias publicadas durante nove dias, em agosto de 2011.

O modelo, considerou quatro coisas para avaliar a popularidade do artigo:

1. A fonte do artigo jornalístico;

2. A categoria da notícia;

3. Se o artigo foi escrito de maneira objetiva ou emocional;

4. o nome do usuário.

Se você for a Lady Gaga, é bem provável que sua história seja bem sucedida no Twitter. O estudo descobriu que o tom do artigo – emocional ou objetivo – pouco influenciam na popularidade da matéria.

O estudo da HP Labs reforça a intuição de que a fonte da notícia é o mais importante. “Como a mídia social continua a aumentar, questões fundamentais continuam sobre como os usuários são influenciados a agir – muito além de um simples clique em “retweet”, disse a HP num comunicado. ” [via Mashable]



7 coisas que podem acabar totalmente com a sua reputação no Twitter


A maioria das pessoas toma o maior cuidado para manter seu perfil do Twitter com uma boa reputação. Mas lembrem-se sempre, todo o seu esforço pode vir a baixo com um único tweet. É necessário um único erro para ver toda uma vida digna destruída na mídia social. Aqui estão 7 maneiras que devemos evitar para nos manter limpos no Twitter.

Nunca twitte bêbado

Twittar quando se está bêbado é quase como um tiro na testa, fatal. Caso isso venha a acontecer, você com certeza errara ortograficamente e gramaticamente, pode vir a discutir com os seus seguidores e, possivelmente começara a twitter sobre seu passado amoroso. E sério, isso não vai ajudar em nada.

Nunca use auto-respostas

Mandar mensagens automáticas para os seus seguidores é como uma maneira infalível para manchar (acabar) a sua reputação. Se as pessoas começarem a pensar em você como um propagador de spam, com certeza não estarão pensando bem de você.

Nunca repita seus tweets

Enquanto algumas pessoas podem repetir tweets com sucesso, se você fizer isso constantemente, é quase garantido que seus créditos no microblog caiam. As pessoas não gostam de ver a mesma coisa duas vezes e escritas pela mesma pessoa num mesmo espaço. Twitte com frequência e sem variação.

Nunca trate sua conta pessoal como se você fosse um vendedor

Usar o Twitter como forma única de vendas é péssimo. Você notará que perderá seguidores em massa. Resuma esse tipo de tweet a um ou outro compartilhamento de link com a sua opinião, ou se dedique aos seus seguidores.

Nunca ultrapasse o limite nos palavrões

Ao menos que você seja um rapper famoso ou uma celebridade desequilibrada, você provavelmente não ganhará todos os pontos de reputação falando palavrão. Geralmente palavrões falados uma vez ou outra são engraçados, mas sempre é chato e ofensivo.

Nunca lamurie sobre não ter muitos seguidores

Queixar é sempre uma coisa ruim, mas reclamar de não ter seguidores o suficiente é uma das gafes mais irritantes no Twitter. As únicas pessoas que vão ouvir/ler você reclamando são seus próprios seguidores, então isso não vai ajudar a ganhar mais, pelo contrário vai fazer os que você já tem abandonarem você.

Nunca roube os tweets de outras pessoas

Remover o RT de um tweet e colocá-lo como seu, além de plágio, é um dos motivos que mais resultam em unfollows. Nunca, de maneira nenhuma, roube a ideia de outra pessoa. Se você estiver fazendo isso, pare agora, pois seus seguidores podem ainda não ter percebido. [via MediaBistro]



59% dos clientes não sabem que seus bancos estão nas redes sociais


O relatório The State of Online and Mobile Banking, da comScore, cita as redes sociais como um espaço onde os bancos também estão criando presença, para melhorar as suas próprias capacidades. Mas será que todos os clientes sabem disso? Aparentemente, não.

Apesar de instituições financeiras aumentarem suas atividades nas redes sociais, a comScore diz que apenas 18% dos clientes sabem que seus bancos estão presentes na rede. Um total de 59% não tinha ideia, e 24% não tinham certeza do que suas instituições financeiras estavam fazendo em sites de mídias sociais.

Os dados mostram que as visitas às páginas dos bancos no Facebook aumentaram quase 25%, enquanto no Twitter e no LinkedIn esse número teve um crescimento muito menor.

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Para as instituições que estão entrando de vez nas mídias sociais, atenção: seus clientes não estão interessados em resolver questões de atendimento ao cliente nestes sites. Se o Facebook incluir mensagens privadas para as marcas, isso pode mudar. Por enquanto, porém, os clientes que não seguem suas instituições financeiras em sites de redes sociais estão principalmente interessados em cartão de crédito de varejo e em ofertas de compras online.

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O comércio social continua tentando encontrar o seu lugar no Facebook, graças aos novos aplicativos sociais, e serviços de pagamento como o PayPal. Será que agora é a vez é dos bancos? Ou são os sites de redes sociais que estão ajudando os bancos a construírem sua marca? [via ReadWriteWeb]



Marketing de conteúdo continua crescendo


Se você tiver alguma dúvida sobre o crescimento do marketing de conteúdo no mercado de hoje em dia, então você simplesmente não prestou muita atenção nos últimos anos. Em poucas palavras, o marketing de conteúdo é definido como o uso, a criação e o compartilhamento de conteúdo para promover um produto.

A BlueGlass montou um infográfico baseado em dados da Marketing Institut, com algumas estatísticas impressionantes.

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[via TNW]



Facebook testa (outro) novo design para visualização de fotos


Se você usou o Facebook hoje, com certeza já percebeu o novo layout para exibição de fotos. Agora as legendas e os comentários aparecem à direita da imagem.

Segundo o blog Inside Facebook, existem duas versões para o novo layout:

A primeira, com todas as ferramentas de edição – como inserção de tag, legenda, comentários – aparecem do lado direito;

A segunda, com todos os botões sobre a imagem quando o usuário passar o mouse sobre ela.

Em amos os formatos, a imagem aparece como uma sobreposição, permitindo o máximo de espaço.

E aí, gostou da novidade?

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[via AllFacebook]



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