Categoria: Mídias Sociais

As 10 marcas e mídias mais presentes no Google+

A rede social do Google já rendeu muito o que falar, e agora podemos saber, graças a um infográfico da Webdiste Monitoring, algumas novas informações interessantes. De acordo com os dados do infográfico, a marca com mais seguidores é a H&M, e a mídia mais seguida é a ESPN. Os resultados foram divulgadas na forma de Top 10.

Top 10 marcas

1) H&M

2)SAMSUNG

3)Pepsi

4)Burberry

5) Starbucks Coffee

6) Coca-Cola

7)ZAGAT

8)TOYOTA

9)Angry Birds

10)Sony

Top 10 Mídias

1)ESPN

2)BBC News

3)Mashable

4)PBS NewsHour

5)The New York Times

6)TechCrunch

7)WIRED

8)TIME

9)YouTube

10)Google

Ainda segundo o infográfico, a profissão mais presente no Google+ é a de “estudante, com cerca de 20% dos usuários, e em segundo lugar ficou engenharia, com apenas 2,65%. Os homens estão mais presentes na nova plataforma, com uma participação de 67%. Porém, em relação ao mês de julho de 2011, este número diminuiu, pois o número era de aproximados 80% de homens no google+.

A imagem também reúne outras informações interessantes, como as 10 cidades que mais possuem usuários na rede social. Esta lista é liderada por Bangalore, na Índia e os 10 países com mais usuários, que é liderado, sem surpresa, pelos EUA. O segundo lugar é da Índia, e o terceiro é nosso – Brasil. [via TechLider]


Facebook e Google: Um pouco sobre campanhas publicitárias

A maioria dos sabichões do espaço publicitário menosprezam o Facebook por causa da visão sobre o foco em propaganda e resposta direta. Eles acreditam nessa falsa premissa, pois de um ponto comparativo, o Google pagou por mais publicidade.

Mas esses sabichões estão errados. O Google é incontestavelmente o dono da publicidade vinculada a buscas pagas. Entretanto, todo o mercado de buscas pagas é feito baseado em algo próximo a 250 bilhões de impressões de anúncios mensais. O Google gera receitas altíssimas com esses anúncios. Desde que o Facebook possa atender as marcas, ele poderá ser uma plataforma eficiente para a venda de anúncios eficiente para a venda de anúncios para as marcas que visam autoridade para audiências muito granulares.

Facebook é a fonte mais confiável de dados sobre consumidores, os seus interesses, e aflições. Com certeza ainda vai crescer e se tornar mais abrangente, o que significa que ele se tornará a principal fonte de notícias de todos os dados utilizados por anunciantes para alcançar os usuários-alvo.

É só uma questão de tempo antes de o editores se tornarem tão entrelaçados com a plataforma do Facebook que todo o seu conteúdo torna-se efetivamente parte da plataforma.

O Facebook já cresceu muito como negócio de publicidade em massa. O jogo só é real se for obtido poe empresas locais online, o único lugar par se obter alcance local do público, em qualquer tipo de escala. Local é um mercado de publicidade maciça – que ninguém foi capaz de quebrar online.

Picard, por exemplo, está muito otimista sobre o Facebook. Tudo o que realmente precisa é de alguns formatos de anúncios decentes, e ele tem tudo muito controlado. [via iMediaConnection]


Facebook está ficando lotado: mais 12 aplicativos de mídia para a Timeline

No sábado (19), o Facebook lançou 12 aplicativos de mídia para a Timeline, dentre eles, alguns aplicativos de notícias sociais, como o Yahoo!, o Washington Post Social Reader, Digg social Reader e The guardian.

Este anúncio vem logo após o Facebook lançar 60 aplicativos sociais que se concentravam principalmente em hábitos diários, como cozinhar, comer, viajar, correr , assistir. Agora a rede social tem mais de 80 aplicativos. Parece que o Facebook está querendo que nós usuários pensemos e relatemos nossos pensamentos online, ao invés de nos conectar com nossos amigos e familiares.

Alguns dos aplicativos mais interessantes são: The Daily Show e MTV News, que tanto produzem vídeos curtos como também os compartilha nas redes sociais.

O aplicativo GetGlue está integrado ao Facebook agora também. Os usuários tem a capacidade de compartilhar conteúdo na rede social. Essa integração só fortalecerá o relacionamento entre as duas plataformas sociais.

Os sites de compartilhamento de fotos, Pixable e CMT, também estão apostando alto no Facebook, na esperança de que a rede torne seu conteúdo ainda mais social.

A Sporting News, da AOL, tende a se integrar em março. [via ReadWriteWeb]

 


Número de seguidores de marcas no Google + cresce 1400% desde dezembro de 2011

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As marcas no Google+ tiveram um crescimento extraordinário no número de seguidores, de acordo com um novo relatório de SEO e marketing digital da BrightEdge.

Na época de lançamento, o Google+ se fechou para as marcas, algo que mudou com o lançamento das páginas do Google+, em novembro de 2011. Agora, o número de usuários seguidores de marcas na rede social do Google aumentou 1400%, de 220 mil em dezembro para 3,1 milhões em fevereiro.

A marca H & M, por exemplo, teve mais seguidores agora do que qualquer outra em dezembro, cerca de 426 mil. O relatório diz que a maior parte do crescimento está acontecendo nas 10 maiores marcas no Google+. O CEO da BrightEdge, Jim Yu, diz que nas redes sociais, não é incomum para as maiores marcas dominarem, mas o grau em que isso acontece é um pouco incomum para o Google+.

Yu descreve esse crescimento como um passo natural na evolução das marcas no site. Primeiro, eles tiveram que criar páginas. Agora elas estão acumulando seguidores. Uma vez que elas tenham esses seguidores, podem começar a pensar em diferentes maneiras de envolver seus fãs.

Outro sinal de maturidade e crescimento, segundo Yu, é o fato de que o Google não é mais a marca mais seguida (embora ele ainda esteja entre os 10 mais). O relatório também destaca algumas das marcas que não estão na rede social, incluindo a Goldman Sachs, Microsoft e a Apple.

Ah, e só para dar alguma perspectiva, o relatório diz que os consumidores interagem com as 100 maiores marcas no Google+ ainda somam menos de 1% do número no Facebook.

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[via TechCrunch]


‘A revolução foi tuitada’: estudo mostra como o Twitter foi fundamental para a Primaver Árabe

O estudo publicado no final do ano passado intitulado “The Revolutions Were Tweeted: Information Flows During the 2011 Tunisian and Egyptian Revolutions” foi publicado no International Journal of Communications. Os pesquisadores concentraram-se em basicamente dois objetos de estudo: o primeiro deles, composto por 168 mil tuites entre 12 e 19 de Janeiro  que continham as hashtags  #sidibouzid e #tunisia e o outro composto por 230 mil tuites de 24 a 29 do mesmo mês com hashtags como #egypt ou #jan25 (a data da manifestação popular mais marcante nas ruas de Cairo).

A pesquisa demonstrou que, por trás dessas hashtags havia um grupo de ‘atores-chave’, incluindo ativistas, meios de comunicação tradicionais, jornalistas independentes, blogueiros, entre outras personalidades. Com isto, traçaram o percurso da informação durante os vários eventos nos dois períodos estudados. A pesquisa corrobora para a visão de que o Twitter tem um papel crucial durante eventos históricos como a ‘Primavera Árabe’. Para Mathew Ingram, é como se o Twitter fosse uma grande sala de redação, só que feita pela comunidade cheia de rumores e notícias bombásticas.

Os estudiosos ressaltaram que os meios de comunicação não perderam sua força, pois continuam sendo cruciais para a divulgação das informações, mas lembram também que jornalistas e blogueiros influentes na rede são importantes não só como produtores de conteúdo, mas também como divulgadores das notícias.

Fonte: http://www.globalpost.com/dispatches/globalpost-blogs/the-casbah/the-twit-list-political-figures-the-middle-east-north-africa

via GigaOm


Nova atualização do Facebook para Android traz mais funcionalidades

O aplicativo do Facebook para Android tem melhorado bastante desde que fora lançado, inclusive com modificações sugeridas pelos usuários e o fato de que Google e Facebook não tem uma relação tão ‘amigável’. Depois de muita discussão, a versão do aplicativo para o sistema mobile da Google ficou mais funcional e completa do que em suas primeiras versões, mas afinal, que novidades são essas?

  • Upload: Qualquer imagem ou vídeo armazenado no dispositivo Android agora pode ser enviado mais rapidamente pelo aplicativo.
  • Status: No topo do aplicativo é possível ver duas barras, na inferior, há uma barra cinza pela qual se pode acessar mais rapidamente as atualizações de status e publicar posts de forma mais cômoda, nela ainda é possível configurar a visibilidade da atualização ou até mesmo adicionar alguma imagem ao post.
  • Acesibilidade: Além do upload e das atualizações de status, ficou mais fácil acessar as imagens particulares, as notícias no mural, notificações de eventos e também a lista de amigos e de páginas curtidas.
  • Personalização: A mais notável das atualizações, pois permite que os usuários configurem o aplicativo de acordo com suas preferências pessoais.

 

via Facebook Notícias


5 dicas rápidas para aumentar o engajamento dos fãs no Facebook

Já parou pra pensar que mesmo atualizando uma fan page regularmente e interagindo com os fãs pode não ser o suficiente? Aqui vão algumas dicas que podem melhorar o engajamento dos fãs.

1. Atualizações focadas nos usuários: Pergunte, estimule, faça seu público-alvo pensar no que você escreve, isso pode gerar um grau maior de interação e contribuir para a melhora do post no EdgeRank do Facebook.
2. Seja relevante: Não adianta nada ficar postando ‘mais do mesmo’  nem fique falando de si mesmo ou da própria empresa, escolha assuntos relacionados e que tenham relevância na área para gerar discussões de qualidade com os usuários.
3. Torne seu conteúdo compartilhável: Uma fan page não é feita só de atualizações de status no mural, é preciso investir no conteúdo das outras páginas e torná-lo compartilhável, dentro e fora do Facebook, inclusive.
4. Incentive a curtir: Ofereça recompensa ou realize campanhas que incentive as pessoas a curtirem sua página.
5. Movimente sua página: Lance concursos entre seus fãs envolvendo sua marca, de preferência algum que envolva, não só os fãs, mas que possam gerar novos fãs.


Como evitar uma confusão nas mídias sociais

Você já se perguntou por que tantas marcas têm estratégias tão peculiares – para não dizer loucas, ou até mesmo ridículas – nas postagens do Facebook? Estou falando daquelas postagens insanas que muitas vezes nos faz pensar se a página foi hackeada. Isso acontece porque muitas vezes o público-alvo não é analisado corretamente. Ou porque houve um erro de estratégia (ou a ausência de estratégia).

Para as marcas, o processo de desenvolvimento de conteúdo deve ser contínuo e as postagens nos canais sociais precisam ser responsáveis. Para combater uma presença inconsistente você precisará de um criar processo bem definido. Como os canais sociais de uma marca estão tornando-se cada vez mais complexos, agora deve existir um processo semelhante ao editorial.

Jordan Berg, do iMedia, desenvolveu um processo de quatro etapas através do que ele chama de “Processo editorial social”, que pode ser realizado iterativamente ao longo do tempo para produzir mensagens relevantes. As mensagens são tipicamente desenvolvidas em vários lotes ao longo do ano.

Passo 1: Defina uma visão editorial anual

Esta etapa estabelece os temas globais e o foco de conteúdo para o curso do ano. Este ponto de vista de nível superior utiliza fases temáticas, tais como a sazonalidade, os negócios, e a ênfase. Esta visão também estabelece a frequência de postagem e rotações de conteúdo social para as diferentes partes do programa social, para garantir uma experiência sempre fresca e envolvente.

Passo 2: Defina temas e tópicos de semanas e dias

Agora que temos o foco em tópicos anuais, é hora de ir mais fundo com a estratégia editorial e esboçar temas específicos que deverão ser explorados em uma base semanal e diária. Isso ajudará você a visualizar o plano de postagem sem se perder. Este ponto de vista semanal ajuda o editor para ver como temas de tópicos, eventos no calendário, e os laços sazonais que produzem um ritmo eficaz de conversação. O editor pode alavancar categorias, tópicos e temas para posts de um “documento de orientação editorial”.

Passo 3: Desenvolvendo os posts

Agora que temos os tópicos para nos guiar semanalmente e diariamente, é hora de debater ideias específicas para escrever. O escritor pode consultar as diretrizes editoriais para orientação sobre o tom de voz, estilo conversacional, e políticas sociais. Alguns posts podem exigir o desenvolvimento de outras atividades, tais como gráficos e vídeos.

Passo4: Aprovações e agendamento

Uma vez que as mensagens são escritas, elas podem ser encaminhadas para aprovação. O marketing e a marca estão tipicamente envolvidos em alguma capacidade, como revisores e aprovadores finais. O processo de aprovação deve ser iterativo, permitindo ciclos de feedback e revisão.


Você sabe o que faz um community manager?

Antes de tudo, você já sabe o verdadeiro trabalho de um community manager?  É verdade que o papel que as mídias sociais vêm exercendo nas empresas está tornando cada vez maior. Mas, afinal, quando uma empresa necessita ter alguém gerenciando não só as mídias sociais, mas sim toda a comunidade em torno delas? Na verdade, o community manager é profissional responsável por ser a cara da empresa nas mídias sociais e fazer a ligação entre a empresa e seus consumidores.

Para Garath Case, o segredo para ser um community manager eficiente é ser focado nas pessoas, mesmo quando se trabalha para uma empresa grande. No caso de empresas com porte menor, é melhor conhecer mais ainda o nicho e mergulhar nele tendo a perspicácia de usar a plataforma certa para divulgar o conteúdo e saber envolver o público. Manter a interação com o público-alvo é fundamental.

Outro ponto muito importante é monitorar e medir, afinal, tudo é mensurável na Internet, inclusive em tempo real. Vale lembrar que construir uma comunidade leva tempo e demanda muito envolvimento da empresa como um todo. Veja alguns dados sobre essa profissão emergente:

  • A produção de conteúdo é tarefa mais intensa para um community manager
  • Os homens são a maioria destes profissionais
  • As empresas de software são as mais propensas a contratar um community manager
  • Community managers age 31-40 made the most money
  • 52% dos profissionais vêem no Facebook a plataforma que deve ter mais sucesso
  • Praticamente 20% dos community managers está na cidade de Nova York
  • Mais de 30% trabalham para agências

Confira esse infográfico produzido pelo SocialFresh:

via SocialMediaToday


Quem vencerá a corrida pelo melhor banco de dados, Google ou Facebook?

Antes da Internet, as empresas capazes de transformar informação em capital nunca tiveram tanta oportunidade para captar e reter informações sobre tantas pessoas ao mesmo tempo. O Facebook, considerados um dos modelos bem-sucedido deste tipo de empresa, alimenta um gigantesco banco de dados detalhado com as informações que todos nós concordamos em repassá-los sem nenhum custo.

E não tem como fugir, ao criarmos um perfil, fornecemos não só com informações genéricas como sexo, idade, nacionalidade, etc, mas também gostos pessoais e, depois da nova timeline, detalhes como viagens feitas, família e até mesmo saúde e fatos triviais.

A Google também tem investido bastante na criação e aprimoramento de seu banco de dados, a melhor prova disso foi a criação do Orkut e, mais recentemente do Google Plus.Apesar de nenhuma das duas plataformas terem dado tanto retorno financeiro para a empresa, elas são as ferramentas que tornam o sistema de buscas mais popular do mundo cada vez mais sofisticado, até por que o mesmo cookie que guardam as informações do provenientes do usuário do Orkut, é o mesmo que grava o trajeto do mesmo usuário no buscador, uma maneira bastante eficiente de cruzamento de dados e refinamento do banco de dados.

Esta lógica de funcionamento, permite que a publicidade segmentada seja cada vez mais eficaz, em seu livro ‘A Cultura do Novo Capitalismo’, Richard Sennett diz que a alimentação deste tipo de banco de dados tem origem a partir da pressão que os indivíduos sofrem para que não percam oportunudidades. “Em vez de fechamento, a cultura recomenda a entrega”, defende.

Como bem definiu Tim O’Reilly em seu texto sobre ‘O que é Web 2.0‘ : “Usuários adicionam valor”. É justamente a partir deste princípio que, não só o Facebook, mas várias outras empresas que transformaram os produtos em serviços, como a Google, conseguem gerar capital.

O mesmo autor ainda lembra o papel fundamental dos bancos de dados e o poder que o mesmo representa, para ele,  já conhecemos vários casos em que o controle sobre um banco de dados levou ao controle do mercado e enormes retornos financeiros e nesta corrida para o enriquecimento de seus bancos de dados, a empresa vencedora será a companhia que primeiro atingir uma massa crítica de dados através da participação de usuários, e for capaz de transformar esses dados agregados em serviços.

E aí, quem você acha que pode vencer essa corrida? Google ou Facebook? [imagem via bp]


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