Categoria: Mídias Sociais

O conteúdo é rei, mas precisa ser original

O conteúdo segue seu reinado na Internet. É ele o responsável por agregar e atrair o público para os sites, blogs, mídias sociais, etc. O conteúdo único e original é o mais valioso, por isso, mesmo com a possibilidade de pessoas comuns publicarem qualquer coisa, os grandes portais ainda seguem na liderança de conteúdo na Web. Um estudo recente da Associação de Editores Online intitulado originalmente de Internet Activity Index (Índice de Atividades na Internet) revelou alguns dados sobre a produção de conteúdo na web, veja alguns pontos:

1. Os usuários de internet ainda passam a maior parte do tempo em portais de conteúdo. O aumento foi de 24% em relação aos anos anteriores pesquisados.

2. O conteúdo ainda é o rei: os portais com mais conteúdo continuam sendo os grandes agregadores de leitores. É neles que os consumidores passam a maior parte do tempo enquanto estão online, permitindo que as marcas alcancem e se conectem a seus consumidores, mesmo com a emergência de redes sociais como o Facebook, por exemplo.

4. Os portais de comunidades já fazem frente aos portais de comunicação quando falamos de tempo online. Isso está diretamente ligado aos serviços que conseguem prestar de forma mais eficaz que os grandes portais.

5. O tempo passado em portais de buscas também aumentou em relação às pesquisas anteriores. O índice duplicou.

Veja o estudo completo.

via Marketing Directo


Como marcas podem aproveitar as Listas de Interesse no Facebook?

Depois de trazer um post sobre como os jornalistas podem usar as listas de interesse laçadas pelo Facebook, hoje trazemos mais um texto sobre elas, mas agora o foco é nas marcas. Para Chad Wittman, fundador do EdgeRank Checker, elas são uma nova oportunidade para que as marcas melhorem seu EdgeRank dentro da plataforma, ou seja, a partir das novas oportunidades de exposição do conteúdo e da expansão da base de usuários que podem interagir com a marca (além dos fãs), o potencial para mais engajamento pode refletir num melhor posicionamento do EdgeRank.

Na Prática

Pra quem ainda não entendeu como uma marca pode aproveitar as listas, lá vai um exemplo. Digamos que uma pessoa influente na rede tenha criado uma lista “Melhores Restaurantes do Mundo” que tem muitos assinantes (que talvez nem conheçam a marca mas podem conhecê-la a partir da lista) . Agora o trabalho de engajamento da marca pode ser mais direto com o criador desta lista, pois, se um dono de restaurante quiser ser incluído nesta lista com muitos assinantes terá que interagir e convencer diretamente o curador da lista influente.

Ao ser incluída numa lista influente como esta exposta no exemplo, o EdgeRank da marca cresce e ela se torna mais importante e mais influente para os algoritmos que controlam a exposição dos conteúdos nos murais das pessoas. Vale lembrar ainda que as listas ainda são pouco usadas devido ao lançamento recente, por isso, essas dicas de como aproveitá-las só serão tão interessantes no momento que os usuários adotarem-nas.

Dá uma olhada neste post elaborado pelo Chad Wittman.


Trolls no Twitter: #Comolidar?

Quem nunca sofreu com os trolls na Internet né? É impossível agradar a todo mundo, sempre vai ter alguém pra te criticar. Não importa o que você diga, sempre correrá o risco de ofender alguém (mesmo sem querer) e ser ofendido de volta. Pra quem tem uma certa influência em redes sociais como blogueiros, vloggers, etc. O risco só aumenta.

O Twitter propiciou que os tradicionais trolls se tornassem mais ágeis e expusessem seus comentários (até mesmo sobre desconhecidos) para qualquer lugar do mundo. Provavelmente, quando se é atingido por críticas gratuitas no Twitter, a reação de qualquer um seria retrucar, mesmo que de forma juvenil e insensata. (Quem nunca?). É nessas horas que você pensa duas vezes e tuita apenas uma e lembra do sábio conselho:

Afinal, alimentar os trolls não deve ser muito produtivo e pode gerar buzz muito negativo para sua imagem pessoal. #pensenisso.

Veja também The Twitter Trolls: How to Deal with Criticism Online.


O que fazer com sua presença digital depois da morte?

É bem possível que você não tenha pensado sobre isso, mas nunca se sabe quando vamos morrer, não é verdade? Pensando nisso, o Adam Strow, editor do Mashble, apresentou uma palestra sobre o assunto. Confira algumas dicas sobre o que fazer com tantos perfis e blogs antes de morrer.

1 – Expresse sua vontade: Converse sobre o assunto com seus familiares e amigos mais próximos. Conte para eles o que eles podem fazer com suas contas. Será que é melhor deletar, arquivar ou manter tudo sob o controle de alguém? A escolha é sua.

2 – Inclua no testamento: Mesmo expressando-se verbalmente, pode ser interessante escrever um testamento, mesmo que seja uma nota no Facebook ou um post num blog, reforce o que você comentou com as pessoas mais próximas.

3 – Não esqueça das senhas: Se você tiver várias contas e perfis, naturalmente nem todas terão a mesma senha e talvez você nem se lembre de todas, mas calma, nem tudo está perdido. Você pode utilizar o 123people para  dar acesso às pessoas que você autorizar o acesso.

Pra quem ainda não ficou satisfeito com a morbidez deste post, dá uma olhada aqui.

Com informações do SocialMediaToday. Imagem: http://blog.udf.edu.br/?p=2153


O que jornalistas precisam saber sobre as novas “listas de interesse” lançadas pelo Facebook

O Facebook anunciou o lançamento de mais uma ferramenta: as listas de interesse. O funcionamento delas é bem parecido com aquelas listas do Twitter. O objetivo delas é reunir conteúdo publicado por pessoas e páginas sobre um tópico específico em um feed de notícias separado do principal.

Pois é, a originalidade não é o que conta nessa nova ferramenta, assim como no Twitter, qualquer um poderia criar listas que poderia ser particulares ou públicas, para que outros pudessem segui-las.

Usando as listas no Jornalismo

Para o uso individual, o jornalista pode, por exemplo, separar listas de fontes em potencial, além disso, pode criar listas com colegas da mesma área ou da mesma empresa como forma de fortalecer o networking. Os meios de comunicação também podem utilizar listas, o Washington Post, por exemplo, tem uma lista de todos os seus repórteres, o que facilita que leitores assinem os feeds dos jornalistas que mais lhe interessam.

Vale ressaltar que páginas não podem criar listas, somente podem aparecer nelas, por isso, no caso do Washington Post citado acima, a lista deve ser criado por um editor. Nesta lista, que deve ser pública, só aparecerão as postagens públicas dos jornalistas colocados na lista.

Veja mais sobre como usar as novas listas no Poynter


6 dicas para trabalhar como community manager

1 – O seu público-alvo é o mesmo que você idealizou?

Quando o conceito idealizado do público idealizado está diretamente ligado aos interesses propostos pelo community manager, a probabilidade das pessoas se engajarem pela marca deve aumentar. Quanto mais os interesses entre os dois coincidirem, maior a possibilidade de engajamento. Se seu público já é bastante engajado, é bom rever os conceitos e renovar as relações com as pessoas, inclusive procurando estreitar os laços com nichos específicos dentro do próprio público.

2 – Você está mesmo alcançando seu público?

O mais importante num relacionamento entre uma marca e seu público dentro das mídias sociais não é o angariamento de novos fãs, mas sim o estreitamento de laços com aqueles que já existem. Torne a marca acessível, responda às pequenas perguntas e tópicos, a probabilidade de que as pessoas reajam ao conteúdo de uma marca que elas sabem que é acessível pode se tornar maior.

3 – Você está incentivando novos fãs a se engajarem?

Não espere que o tempo resolva tudo. Saiba incentivar o engajamento de novos fãs através de eventos, promoções e conteúdos relevantes. Esperar que as pessoas simplesmente se engajem sozinhas pode não surtir efeito nenhum.

4 – Você pensa como seu público?

Essa é uma postura essencial para qualquer community manager, sem esse posicionamento você nunca saberá o que seu público precisa.

5 – Você ajuda os usuários novatos?

Usuários ainda não familiarizados com as plataformas podem ter receio em se engajar pelas marcas. Saiba guiar esses novatos até que eles sintam-se confortáveis.

6 – Você gosta de conhecer as pessoas?

Quanto mais dados se tem sobre as pessoas que interagem com a marca, mais informações poderão ser obtidas. Não fique satisfeito apenas com a quantidade de pessoas, mas preze pela qualidade da informação que você pode obter.

via SocialMediaToday


O Twitter é “uma gigantesca rede de notícias a nível mundial”

Quando se fala em informação e redes sociais é difícil não lembrar do Twitter. Devido à possibilidade de agregar fontes, o presidente executivo da Europa Press, Asís Martíns de Cabiedes, defende que o Twitter é “uma gigantesca rede de notícias a nível mundial”.

Segundo ele, para se utilizar das possibilidades que o Twitter pode proporcionar é preciso conhecer as pessoas que você segue e não acreditar em boatos de desconhecidos que não podem ser comprovados. “O Twitter é perfeitamente confiável se você conhece quem você segue”, reiterou durante sua fala no Meet the Media 2012. Para a Europa Press, as redes sociais tornaram-se uma de suas prioridades, por isso conseguiram muitos seguidores.

Ainda durante o evento, Asís Martín de Cabiedes destacou a necesidade de se ter uma linha editorial para cada plataforma, adequando sempre a linguagem e a abordagem. Ele destacou que  Twitter, Facebook e Youtube “não tem nada a ver” um com o outro:

Twitter é uma “rede de notícias”.
Youtube é “um negócio” em que qualquer produtor de vídeos pode investir
Facebook é um mundo virtual “onde vivemos, conversamos e convidativo”

via Clases de Periodismo


Facebook Timeline: estratégias e possibilidades para marcas

Essa apresentação da Papercliq consegue unificar basicamente tudo o que já foi falado sobre a nova Timeline do Facebook para marcas e empresas. Veja e fique por dentro caso tenha perdido algo:


Quais os impactos das mudanças na publicidade do Facebook?

Depois da Facebook Marketing Conference realizada em Nova York na semana passada muita coisa mudou no Facebook, além do lançamento da timeline para marcas, algumas mudanças acompanharam a novidade, confira:

Fim da landing page: Talvez a mudança mais impactante pra quem trabalha com marketing e publicidade dentro da plataforma. Antes da mudança, era possível escolher o que as pessoas viriam na página, agora só é possível escolher a capa e o avatar. Aquela landing page bem elaborada convidando os fãs para promoções ou mesmo para curtir a página acabaram.

Menos aplicativos, mais conteúdo: Aquela barra à esquerda da página com as lista de abas e aplicativos dão lugar a mais espaço para conteúdo. Apesar de ter perdido o espaço original, os aplicativos ganharam mais destaque logo abaixo da imagem de capa.

Conteúdo patrocinado ganha espaço: Os tradicionais banners e anúncios publicitários agora devem dar espaço. Não será mais possível divulgar publicidade de forma aberta, a marca só poderá ser vinculada em posts pagos ou através de citações espontâneas, o que deve mudar a lógica de engajamento.

Com informações do MediaSociaux.fr


Calcule sua influência no Pinterest

É isso aí, a mais nova vedete das mídias sociais ganhou até um ‘medidor’ de influência, seguindo a tendência do Klout, o PinPuff oferece dados sobre sua influência numa escala que vai até 100. Basta colocar o seu e-mail e seu nome de usuário no Pinterest.

Baseando-se em todas as suas postagens na plataforma você receberá um número que, de acordo com seus criadores, mede a popularidade, influência, alcance, o tráfico que seus pins podem gerar e até mesmo quanto eles podem valer em dinheiro. Assim é obtida sua ‘Pinfluência’.

No site, é possível ver que a média de pontuação é de 35 a 40, acima de 50 o resultado já é considerado muito bom, veja a tabela com a pontuação:

  • até 40: Baixo-Médio
  • 40-70: Médio-Alto
  • +70: Muito Alto

Imagem: Aparesido
Via Clases de Periodismo


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