Categoria: Marketing Digital

Por que as pessoas gostam tanto do you tube?

Por que as pessoas gostam tanto do YouTube?

A intenção não é falar do site em si, mas da ferramenta que ele nos promoveu. Dois milhões de usuários acessam diariamente o YouTube por ser um canal em que se pode ver de tudo, literalmente.

Mas por que esse “canal” é tão acessado?  Primeiro, porque as pessoas podem e tem acesso livre. Segundo, porque todos também querem fazer parte de uma comunidade, também querem deixar sua marca e dizer que também possui fatos importantes, ou não, a serem comentados.

Porque é um centro de distribuição visado. E como muitas pessoas circulam por ali, será mais fácil ser visto.  Cada vez mais, queremos nos ver na integra, no high definition, no YouTube ao vivo, no live stream. Sentindo uma intensa necessidade de nos expressar, nos mostrar. Com uma busca em conquistar o interesse dos outros.

Os vídeos, ao contrário da TV, por exemplo, podem ser livre de edições, assuntos interessantes, ou qualquer pauta que possa ser relevante para a sociedade.  E essa é a graça. O poder ilimitado de se criticar, observar e expressar,  seja de forma deliberada ou calculada.

A ferramenta YouTube é dinâmica e em constantes mudanças. Que ainda possui inúmeras possibilidades de crescimento na sua estrutura. E se você der as pessoas um lugar a ser explorado, provavelmente, elas vão explorar, além de comparar e compartilhas sua observações com outras pessoas.

E todo esse tempo gasto em frente ao computador está cada vez mais atraindo investimentos. Atuando como uma produção e distribuição de mídias alternativas, seja o produto uma pessoa dando opiniões ou um vídeo viral. Sendo um aliado e  um termômetro de campanhas e agências.

YouTube ainda funciona como um arquivo de mídia, tanto para rever, produzir algo novo em cima do velho, ou simplesmente fornecer material ilustrativo.

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Você é um Lovemaker?

A fidelização de fãs de um vlogger, ou uma banda, por exemplo, exerce um poder ilimitado de consumo e persuasão. Por quê? Esses consumidores tiveram uma experiência com uma marca/produto diferenciada. Esses “lovemakers” (fabricantes de amor) se diferenciam por sua paixão e identificação.

Quanto mais as pessoas se reconhecem com um produto (lembrando que esse produto pode ser uma programa, uma pessoa, etc), mais elas liberam um senso de comunidade com outras pessoas que compartilham com ela o mesmo desejo de consumir.

Essa emoção acaba sendo um recurso publicitário sem limites, ou seja, os lovemakers do Big Brother, por exemplo, buscam o máximo de informações sobre o programa, criam laços com outros fãs, especulam, investigam, e o mais importante, compartilham.

A reafirmação de suas preferências por uma marca é propagada em diversas plataformas, formando uma comunidade de seguidores que vendem aos outros de forma espontânea.

Quem nunca comprou algo por causa dos comentários positivos? As pessoas acreditam nos lovemakers porque são experiências reais de usuários que consomem uma marca específica, independente de classe social, raça, idade, etc.

As empresas querem que esses fãs agreguem a marca a sua vida, como uma sensação única. Os lovemakers de novelas, por exemplo, por conta de sua força, gerada pelo número de fãs, chega a ter liberdade de criar novas expectativas para esse produto. Fazendo com que personagens e histórias mudem de acordo com sua aprovação.


Por que os projetos em mídias sociais falham?

Organizada pela BSI, a seguinte pesquisa apresente os maiores problemas na hora de implementar um projeto/campanha de mídias sociais. Os dados foram levantados durante 7 meses em 12 países da Europa, destacamos. Apesar de o recorte ser bem distante geograficamente, devemos lembrar que o Brasil importa muitas ideias dos EUA e da Europa com relação à internet. Por mais que os dados variem, os insights são bem interessantes.  Foram mais de 500 profissionais de marketing envolvidos, num total de 52 marcas. Veja os números mais impressionantes:

81% de todas as companhias não têm uma estratégia de mídia social bem definida.

As corporações demoram duas vezes mais que os pequenos empresários para definir os projetos de mídias sociais.

Só 7% dessas empresas compreendem o real valor da interação com os clientes.

Apenas 27% têm uma compreensão clara dos seus consumidores.

76% sentiram que houve impedimentos por parte dos setores legais nos projetos de mídias sociais.

87% tiverem que rever os números esperados com os projetos de mídias sociais.

72% acharam que mídias sociais tinham que ser virais.

68% nunca ouviram falar na regra do 1-9-90.

84% usam as mesmas comparações das mídias tradicionais com as mídias sociais.

76% não moderam seus conteúdos em mídia social acuradamente (se é que moderam).

Apenas 7% compreendem o valor de gestão relacionamento com o cliente as mídias sociais.

86% não fazem ideia de como reagir a ações negativas nas mídias sociais.

91% alocam seus recursos financeiros de forma errada.

Apenas 11% têm normas de uso das mídias sociais

Apenas 4% compartilham as experiências com mídias sociais por toda a empresa.

37% acham que mídia social é apenas comprar um espaço.

Veja também no Midia Boom: 15 passos para acabar com sua empresa no Twitter

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5 infográficos que você não pode perder

Youtube, blogs, e-mails, SEO e mídias sociais

Adoro infográficos. Parece que, ao olhar para algum deles, nossa mente se enche de informações num instante. Daí você sobe e desce o mouse, navega por eles, naquele emaranhado de informações, gráficos e imagens, procurando o que lhe interessa. É uma navegação por dados que, se estivesse numa planilha de Excel, não seria nem um pouco divertido.

Por isso sempre que posso posto algum interessante aqui pelo blog. Mas dessa vez eu não conseguia me decidir qual postar e resolvi postar todos. O primeiro é sobre a blogosfera. Ele mostra que, diferentemente do que se pensa, bloggar não é coisa de pivete.  A maioria dos bloggueiros estão entre os 35 e 44 anos. 67% dos bloggueiros são do sexo masculino. E 40% dos que têm um blog possuem alguma especialização na área acadêmica (pós-graduação, mestrado, doutorado, etc.).

O segundo ingráfico é sobre a história e a evolução dos e-mails. Ele mostra que os serviços de e-mails mais usados no mundo ainda são o Yahoo! Mail e o Windows Live. (gmail está em terceiro).

Depois um infográfico que é um guia para os iniciantes em SEO, contendo todas técnicas básicas para melhorar o posicionamento de um site nos buscadores, como a cauda longa dos buscadores, a questão dos titles e H1 e H2 até o link building.

Em 4º infográfico trata do império do youtube. Em maio de 2010 o site teve mais de 100 milhões de visitantes únicos. Mais de 2 bilhões de vídeos são assistidos diariamente em todo o mundo pelo serviço. Cerca de 24 horas de vídeo são upados a cada minuto. 47% da população global que acessa a internet visitou o Youtube em Abril de 2010.

E, por falar em império, o último infográfico é um verdadeiro mapa do mundo das mídias sociais. Ele levaram ao pé da letra aquela máxima “se o facebook fosse país…”. É só conferir! Cliquem nas imagens para visualizá-las melhor.

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1º: Quem está na blogosfera?

Quem está na blogosfera?

Quem está na blogosfera?

2º: A evolução do Email

A evolução dos emails

A evolução dos emails

3º: Guia visual para SEO

Guia visual para SEO

Guia Visual para SEO

4º: O Estado do Youtube

o Estado do Youtube

O Estado do Youtube

5º: O mapa das mídias sociais em 2010

O mapa mundi das mídias sociais


E-commerce: Infográfico da história do eBay

O eBay, uma das primeiras empresas de comércio eletrônico no mundo, fundada nos Estados Unidos em 1995 por Pierre Omydiar é, atualmente, o maior site do mundo para a venda e compra das mais variadas coisas. O infográfico abaixo – cortesia, mais uma vez, da Online Schools – traz a trajetória da empresa no pioneirismo do e-commerce. O eBay, conhecido por muitos no Brasil como o Mercado Livre Americano, nos dias de hoje vende praticamente qualquer coisa (até mesmo a sua virgindade e sua alma!), mas poucos sabem que a primeira venda do eBay foi uma caneta de laser quebrada por US$14,83!

As vendas não pararam desde então: 1996, cerca de 250 mil itens estavam à venda; em 1997, 24 milhões! Atualmente seus 89,5 milhões de usuários movimentam cerca de $60 Bilhões por ano em vendas. Fazendo aquela infame comparação do facebook, se o eBay fosse um país, ele seria o 13º mais populoso do mundo (e uma das maiores economias também, a frente de países como o equador).

Os bens mais vendidos no eBay são: Computadores e tecnologia, em primeiro; Casas e jardins, em segundo e; Roupas e acessórios, em terceiro. Isso porque, apenas nos Estados Unidos: um celular é vendido a cada 6 segundos, um vídeo-game a cada 17 segundo e algum aparelho de alto valor a cada minuto. Lucro do eBay em 2009? Mais de $4 bilhões.

Veja mais no infográfico abaixo. Cliquem nele para uma resolução maior.

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Infográfico da história do eBay | e-commerce


As mídias sociais propõem uma mudança cultural nas empresas

Sabe o porquê daquela empresa não conseguir implementar uma campanha de mídias sociais? Porque não faz parte da cultura daquela empresa. São funcionários fechados, onde o máximo que sabem fazer é usar um software de planilhas eletrônicas. Na política de uso de internet, sites como o Orkut e o Facebook são bloqueados. Para pedir algo, é necessário que se envie um e-mail através da intranet. Uma empresa desse tipo não irá muito longe nas mídias sociais.

É fato: não adianta querer implementar algo que vá de encontro com cultura de uma empresa. Aliás, não somente nas empresas, mas em qualquer setor/público que ainda esteja preso à cultura do século XX – apenas não falaremos sobre isso, pois se tratará de um tema muito complexo, digno, inclusive, de um artigo científico.

Como as empresas tradicionalistas sobreviverão no novo cenário onde a figura do chefe se reduz cada vez mais à de um orientador, cuja função não é a de mandar em seus subordinados, mas de ajudar e direcionar suas atividades. Muitas empresas mudaram a nomenclatura de “funcionários” para “colaboradores”, mas quantas, de fato, estão se apropriando do verdadeiro significado de colaboração? Ora, as empresas tradicionalistas só mudam nos nomes, não na cultura.

Se por cultura entendemos um conjunto de valores, morais e produções que reproduzem um determinado ambiente datado, é certo que essa mudança não virá à curto prazo (ou facilmente). Uma empresa que queira se adaptar às mudanças de paradigmas do novo século e das novas mídias deverá ter em mente que, durante esse processo, muitos funcionários se perderão (assim como péssimos hábitos antiquados). O ponto chave dessa mudança é o tempo: qual o momento certo de fazer a “migração”? Mídias sociais não são apenas ferramentas. Web 2.0 não é somente um termo novo. Tudo isso está modificando nossos modos, nosso pensamento, nossa convivência. As empresas são apenas a primeira barreira ao processo, mas isso não irá pará-lo: as mídias sociais não são uma moda passageira – surgem como uma tsunami para quem não estiver preparado. E sua empresa, como está?


Métricas com o Twitter

10 ferramentas para você não perder nada

Quando se fala de mídias sociais e marketing, sempre se fala em medir a campanha. Esse sempre foi um dos principais problemas de qualquer campanha publicitária, mas com a internet, medir deixou de ser algo intangível e passou a fazer parte do planejamento de qualquer agência digital.

Por isso eu selecionei 10 ferramentas que irão melhorar suas métricas com o Twitter, permitindo que se compreenda melhor o universo dessa mídia social. As ferramentas aqui servem para você medir desde a evolução dos seus followers até o seu grau de influência na rede social.

10 ferramentas para medir o seu Twitter

1ª: Twitter Counter

Essa ferramenta é excelente para monitorar a sua evolução diária de seguidores. Semanalmente eles enviam um relatório demonstrativo do seu número de seguidores por dia, e você ainda pode comparar a seu crescimento com o dos seus concorrentes, através da opção “compare”.

twitter counter

2ª: TwitterSheep

Você sabe o que seus seguidores andam falando? Utilize essa ferramenta para visualizar as principais tags utilizadas pelos seus seguidores nos últimos dias. É muito boa para acompanhar tendências em seu ciclo social. Tudo fica visualizado em formato de uma nuvem de tags, bastante intuitiva.

Twitter sheep métricas

3ª: Tweet Stats

Quer saber qual foi o mês que você mais twittou? Ou qual o dia da semana você twitta menos? Ou a hora que você não para de falar? Melhor: quer saber tudo isso do seu concorrente? O Tweet Stats coloca todas essas informações em gráficos bem intuitivos que irão facilitar o trabalho para você.

twitter tweet stats métricas

4ª: Back Tweets

Se você tem um site/blog e quer saber quem anda twittando seus links mundo a fora, o back tweets é a ferramenta certa. Ele busca por todas as referências pelo seu domínio em todo o twitter (busca inclusive for links que foram encurtados).

twitter back tweets métricas

5ª: Favotter

Ah, você é famoso? Então vamos descobrir o quão seus tweets são interessantes. O Favotter contabiliza quantas vezes um tweet seu foi colocado como favorito e diz quem são as pessoas que o colocaram.

twitter favotter métricas

6ª: Klout

O klout é um site que permite várias métricas com o twitter. O Mais interessante do site é que ele lhe atribui uma nota de 0 à 100 baseada em diversas variáveis, medindo sua influência na mídia social. Se tiver mais interesse, nós temos um artigo falando só sobre ele aqui.

twitter klout métricas

7ª: Hootsuite

Quem trabalha com mais de uma conta no twitter provavelmente já conhece essa ferramenta. O hootsuite permite que você administre várias contas de várias redes sociais (facebook e linkedin estão dentro, além do twitter, é claro). Você também pode programar seus tweets para mandar numa hora que você não estiver online. Além disso, ele dispõe de um serviço interno de métricas, não é lá essas coisas, mas é o suficiente para você não passar fome.

twitter hootsuite métricas

8ª: Who should I follow?

És novo no twitter ou simplesmente está procurando alguém interessante para seguir? O “Who should I Follor?” é bem literal nesse assunto. Digite um username e ele buscará usuários com um perfil semelhante ao o buscado.

twitter who should i follow métricas web diálogos

9ª: Paper.li

Cansado de receber aquele monte de tweets cheios de links? Mas mesmo assim você AMA aquele monte de informações? Então o paper.li é perfeito para você. Ele organiza todos os links recebidos e enviados como se fosse um jornal online. Ele é inteligente ao ponto de perceber quando o link é uma imagem ou um vídeo e o organiza de acordo com a sua categoria. Muito bom!

twitter paper.li métricas

10ª: Twitalyzer

Por último, como a cereja do bolo, apresento a vocês o Twitalyzer. Essa ferramenta é completa, ela monitora o “impacto” que você é capaz de causar em seus seguidores no momento em que você twitta. Além disso ela monitora os retweets que você recebeu/deu, menções, interações, etc. Depois eu farei um post somente sobre essa ferramenta, vale muito à pena testar!

twitter twitalyzer métricas web diálogos

Bem, acho que é basicamente isso. Você tem alguma ferramenta interessante que deseje compartilhar conosco? É só deixar nos comentários que eu upo aqui. Valeu!

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Slides do segundo dia do SMBR 2.0

Boa noite pessoal. Segue abaixo os slides dos palestrantes do Social Media Brasil 2.0. Aqui não estão todos os slides e, como a maioria dos palestrantes ainda não upou sua apresentação, estou post sofrerá modificações até esse final de semana. Mais uma vez o pessoal da @CodidoDigital conseguiu juntar os twitters de todos os palestrantes. Vocês podem acessá-los pelo link http://tweepml.org/2-dia-de-Social-Media-Brasil. Enfim, abaixo seguem os slides e, mais uma vez, se você tiver algo para compartilhar conosco, é só deixar o link nos comentários. Obrigado!


Resumão Info@Trends: segundo dia

Olá pessoal. Sem aquela pretensa de querer resumir tudo o que aconteceu na Info@Trends, vou apenas falar sobre os insights que eu tive na palestra, bem como os pontos que eu considerei importantes nos painéis. Quem tiver interesse em ler notícias sobre a info@trends, sugiro visitar o próprio site da info.

Bem, se você chegou ao segundo parágrafo, imagino então que tenha insights interessantes também para contribuir com a discussão, então, sem mais bla bla bla, vamos lá.

A nova revolução industrial com Chris Anderson da Wired

Com certeza a palestra mais aguardada da Info@Trends, mas ficou com um tom um pouco de dejavu para quem já leu os Livros de Anderson.

Logo no começo da palestra ele falou uma coisa muito interessante [parafraseando]: “A tragédia da américa é que falamos apenas uma lingua…” Ora, muito interessante, não? Óbvio, alguns diriam, mas é um pouco mais profundo que isso: enquanto alguns termos estrangeiros entram no Brasil com facilidade, o mesmo não ocorre nos E.U.A. Nós traduzimos muito conteúdo estrangeiro e criamos nossos próprios memes, trabalhando num nicho cultural que difere para cada nação. Os próprios verbos “twittar” e “deletar” são estrangeirismos que nós abrasileiramos (sim, nós brasileiros somos ótimos com neologismos). Onde quero chegar com isso? Que muitas pessoas simplesmente recebem notícias e insights estrangeiros e querem aplicar o modelo aqui no Brasil sem ao menos analisar as diferenças culturais entre os dois países. Da mesma forma que nós aportuguesamos as palavras estrangeiras, o mesmo deve ser feito com o pensamento acerca das mídias sociais e das novas tecnologias no Brasil. Sugiro o excelente artigo da Gizmodo “O iPad é sim revolucionário, mas faz pouco sentido no Brasil” (http://www.gizmodo.com.br/conteudo/made-brazil-o-ipad-e-sim-revolucionario-mas-faz-pouco-sentido-no-brasil) para vermos um exemplo de um mecanismo estrangeiro sob uma ótica crítica (não que eu concorde com tudo exposto no artigo, mas é um prato cheio de insights interessantes).

Continuando: Para Chris Anderson A última década foi sobre encontrar novas mídias e modelos sociais inovadores na/para web. A próxima década será como nós, após dominarmos essas ferramentas, as aplicaremos ao mundo real. Podemos fazer uma pergunta interessante aqui: O próximo Livro de Anderson trata-se de falar sobre uma cauda longa física? Isto é, os conceitos do mercado de nichos aplicados a produtos físicos? Se sim, nenhuma novidade: apenas uma continuação de algo que mais cedo ou mais tarde aconteceria – a grande sacada será em como transformar isso num modelo de negócios de sucesso.

Citei que os flash mobs são um bom exemplo do que Chris Anderson falava, uma vez que utilizamos as redes sociais, isto é, os bits, para criarmos movimentações reais, isto é, em átomos. Acho que é disso que tudo se trata. Criarmos maneiras eficazes, utilizando as ferramentas de comunicação e criação para modificarmos nosso mundo tangível, uma vez que “agora as correntes mundiais de suprimentos estão abertas para o indivíduo” (Chris Anderson).

Assim, nós temos que na cauda longa, os produtos que vendiam pouco, quando somados, eram responsáveis pela maior parte das vendas. Nessa nova versão da cauda longa, teremos muitas pessoas produzindo um pouco, que, somadas irão PRODUZIR muito. A nova revolução industrial trata-se não das vendas, mas da manufatura dos produtos: “Hoje qualquer um pode ter uma fabrica na China produzindo para si” (Chris Anderson)

@mtrpires: “Ferramentas baratas de prototipagem + democratização dos meios produção = 3 evolução industrial” Chris Anderson #infotrends

@Icrez: RT @Cardoso: A china está relegada a ser o distrito industrial do mundo. Designed in cal… #infotrends // discordo e muito dessa tese.

Para mim, o mundo será como uma Fábrica gigante, onde todo mundo será produtor e consumidor dessa fábrica. Entendamos: não existem mais distritos nem localidades especiais; tudo será integrado.

@Tiago_Nogueira #InfoTrends Você poderá morar no Brasil, trabalhar em Conjunto com um Australiano, produzir na China e vender nos E.U.A.

Sim, essa citação é minha. Fiquei um pouco chateado, pois o twitter @infoaovivo deu essa citação sem colocar meus créditos (e um monte de gente retwittou). Mas isso não vem ao caso no momento. Continuando…

Considero o seguinte: O mundo será Open Source no futuro. Não haverá mais segredos de industria, as informações se tornarão obsoletas numa velocidade ainda mais voraz (veroz, adoro neologismos) e o preço de quase todas as coisas diminuirá a longo prazo.  Mandei uma pergunta para o Chris Anderson para saber como seria um mundo após a terceira revolução industrial, pena que não deu tempo dele responder.

@raulzito: “Primeiro foram as indústrias do entretenimento e do publishing que sentiram os efeitos da produção individual voluntaria”

@mtrpires: “O modelo open source da web pode se aplicar a produtos físicos” Chris Anderson #infotrends

@INFOaovivo: “Pela primeira vez na história, criar é fabricar. Você pode passar de inventor a empreendedor em questão de meses”

O mundo será uma corporação, no sentido de trabalharmos todos juntos para reduzir os custos e o tempo de produção. Não haverá necessidade de uma complexa cadeia de propagandas: a própria comunidade É a propaganda. Se tem uma coisa que aprendi aqui na #InfoTrends é que o futuro não é mídia social, mas sim Trabalho Social, Educação Social, Comercio Social, etc.

RT @blogabralosojos: “Se a comunidade participa da criação do seu produto você ñ precisa d publicidade pois participantes são a divulgação”

A internet possibilita uma revolução na educação, mas os colégios e universidades não se adaptaram ainda às mudanças…

@INFOaovivo: Segundo Chris, para descobrir um talento na web, o melhor lugar é a comunidade em que essa pessoa já atua #infotrends

@jacquelinee: tendência: pós em gestão de comunidades #infotrends

@Cardoso: ‘como achar talentos? As comunidades já acharam, é só procurá-las’ #infotrends

@INFOaovivo: Sobre teletrabalho, Chris é 100% favorável. A combinação da crise econômica com a crise ambiental fará disso uma necessidade // é uma pena as empresas brasileiras não pensarem desse jeito.

@Tiago_Nogueira: RT @mtrpires: “Atoms are the new bits” Chris Anderson #infotrends // assim ele encerra sua apresentação.

iPhone, Android e as lojas de aplicativos para chegar ao consumidor

Aqui tivemos alguns pontos muito interessantes, pois o mobile ainda é um terreno muito pouco explorado pela comunicação social, mas é uma grande tendência. Aqui tive um insight interessante: fazer com que o consumidor trabalhe prazerosamente para a empresa. Pensando a grosso modo, é isso que empresas como facebook e a Google fazem. Nós, consumidores, somos os principais empregados dessas empresas, gerando dados e, ao mesmo tempo, receita. O segredo é: como fazer isso para as aplicações de todas as empresas? Como criar uma interação que aumente a produção de uma empresa? Algo para se pensar…

@Tiago_Nogueira: #infoTrends App da Nestlé de Receitas já tem mais de 70 mil downloads para Iphone em menos de um ano.

Para se trabalhar com mobile, a atualização com freqüência é um principio fundamental para os apps.

@INFOaovivo: Um aplicativo simples para o mobile custa, em média, R$50.000 #infotrends

@tiago_nogueira: #infoTrends : Fazer apps sem pensar nas classes C/D é #fail a longo prazo na certa.

@INFOaovivo: Apesar de os smartphones estarem concentrados nos grandes centros, universalizar o acesso é um objetivo, diz Guilherme (Mowa)

@codigodigital: Murilo Barbosa, Diretor de marketing e cartões da Gol: mais de 70% de vendas da gol é feita pelo website #infotrends

@beingmkt: O SMS ainda é a plataforma mais usada para mobile, mais de 95% dos celulares usam esta tecnologia #infotrends

@fcarbonare: Consenso: a rede 3G é um problema. Apps devem prever funcionalidades offline. Por isso o @SPRestaurantes tem o mapa offline // concordo

Milhas para fazer pagamento? Ouvi algo por alto, mas acho uma ideia fantástica! É será muito interessante se todas as empresas tiverem um sistema de pontuação, onde o usuário possa recuperar seus pontos por outros produtos/serviços, não somente da empresa em questão, mas também de empresas parceiras.

Os benchmarks em realidade aumentada

Outra tecnologia ainda muito pouco utilizada, mas que tem um forte potencial. Ponto alto foi a comparação com o Ipad. Ainda há muito para se descobrir com a realidade aumentada.

@tiago_nogueira: Atingir os sentimentos do consumidor com novas tecnologias é uma meta a ser alcançada em qualquer área.

@Cardoso: Eu acho realidade aumentada um hype, mas quando acalmar gerará uma ferramenta interessante, ao contrário do SecondLife

Tiago_nogueira: A Lusa estampou a realidade aumentada na manga da camisa. Na pré-venda, vendeu o equivalente a 75% de todas as vendas no ano passado.

@Cardoso: 500 mil visitaçòes no infográfico da Torre Eiffel do Estadão. Dado o trabalho, é um excelente número. #infotrends

Pois eu só vou achar realidade aumentada realmente legal quando ela ficar mais ou menos assim: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/mcdonalds-em-2020

@Cardoso: Realidade Aumentada criando outdoors virtuais em São Paulo. Chupa Kassab! #infotrends

Micropagamentos: agora vai?

E grande barreira ainda é o custo de logística para os cartões de crédito nas pequenas transações…

@Cardoso: Mesa sobre Micropagamentos. Deve ter a ver com o AdSense… #infotrends // ou deveria…

@lucasazborges: Para o Cinemark a inviabilidade do micropagamento está relacionada as altas taxas das operadoras de cartões #infotrends

Como medir o engajamento nas redes sociais

“Engajamento é: pessoas falando espontaneamente da sua marca”

@Helton: #infotrends até 2011 será investido mais de 1 bilhao de dolares no mercado americano de marketing de engajamento e de conversão

Envolver todas as áreas da empresa (marketing, vendas, Relações Públicas…) é importante para gerenciar as redes sociais, uma vez que cada área pode se especializar num contexto diferente.

Para quem ainda não pegou: A comunicação em mídias sociais é um investimento longo prazo. Muitas empresas pensam em aumentar os ganhos (leia-se: lucros) com as sociais. O fato é que é necessário também usá-las para reduzir os riscos.

@lucasazborges: “Quem não entrar agora nas redes sociais terá problemas futuros com as novas gerações” #infotrends

@INFOaovivo: “Não há a opção das empresas ficarem de fora das redes sociais”, diz Alessandro Barbosa Lima, CEO da e.Life #infotrends

Redes sociais substituem pesquisas de verdade? // tenho dúvidas… Pesquisas e monitoramente são coisas completamente diferentes. Uma das maiores vantagens do monitoramento é a capacidade de conseguir insights para a estratégia da empresa.

“Não contrate uma ferramenta achando que ela vai resolver seu problema.”

@lucasazborges: “mídias sociais exigem estratégias consistentes. Não se pode estar nelas apenas pelo espaço” #infotrends

RT @marthagabriel: Prometido, cumprido ;-) Minha palestra “SEO e Social Search” no #infotrends >>> http://bit.ly/dqoRkS #seo

O poder dos vídeos virais

Principal insight: Um vídeo campeão de audiências é diferente de um vídeo viral: O campeão de audiências tem views, o viral tem fãs. Mede-se um vídeo viral pela quantidade de buzz que ele cria, não pela quantidade de visualizações que ele teve. Para o viral, mais vale ser comentado do que ser visto. Entender: Não existe “receita de bolo” para fazer um vídeo viral. Entender [2]: Não é o Youtube que te dá audiência. É você quem dá audiência ao youtube.

@Cardoso: não adianta pagar “formadores de opinião”, se o vídeo for ruim ou bobo NÃO VIRALIZA. #infotrends

@fabianopereira: Não se deve fazer vídeo pro #youtube, mas sim para audiência. @Mackeenzy #infotrends

“Você pagar a um blogueiro para colocar seu vídeo, é afirmar que seu vídeo não é legal

@fabianopereira: Tem gente querendo uma pureza sobre os virais que não rola mais na atualidade, o povo gasta uma grana, sim! #infotrends

Viral não precisa ser necessariamente um vídeo tosco. Acho o vídeo (viral) do Instituto Galvão é muito bem feito. O fato é: o viral é diferente porque sempre nos causa uma nova sensação, sempre tem algo de “novidade” por trás dele.

@fabianopereira: Na verdade, as grandes empresas se apropriaram de um recurso que nasceu espontaneo. #viral #infotrends [Falando sobre o uso de vídeos criados por usuários pelas empresas]

Questão para se pensar: Um vídeo de sucesso feito para a mídia tradicional pode ser considerado um viral?

Só de você “infectar” pelo menos outra pessoa, já estamos trabalhando com um viral.

@TahiDegmont: Gente, viral não pode ser medido por número e sim pela sua capacidade de propagação. Isso já não é óbvio?

A rede só faz sentido se for para construir relacionamentos. Do que vale milhões de views e poucos comentários?

@rosampaio Acho mais viável fazer um vídeo que conquiste pessoas e acabe sendo viral do que pagar pela “viralidade”

Stark – O carro movido pelo design

Acho que poucas pessoas entenderam o potencial dessa apresentação. Ao falarmos num carro “movido pelo design” temos uma grande inversão de valores em jogo: o usuário não está mais atrás de algo que satisfaça uma necessidade física.

Praticamente quase todas as nossas necessidades físicas básicas já estão sendo nutridas naturalmente. Temos camas confortáveis em nossos lares, não precisamos mais sair para caçar ou colher: temos alimentação em abundância e até mesmo nossa necessidade por sexo, como advento das redes de relacionamento, está sendo nutrido.

O grande insight é: não estamos mais atrás de realizações físicas: procuramos a realização do nosso ego, de nós mesmos enquanto indivíduos pensantes e únicos. Ao se criar algo partindo do design, todo um leque de questões, que vão desde o conforto do usuário até suas características culturais, é levado em consideração. O objetivo não é mais a funcionalidade: é a sensação de prazer ao se utilizar o produto.

É hora de criar aplicativo para iPad?

Ainda estou esperando um tablet descente com Android para fazer uma boa comparação.

@INFOaovivo: “Mercado está 10 vezes mais aquecido do que antes de setembro/08, quando a App Store foi lançada”, diz Ricardo Longo

@fabianopereira : O #ipad vai chegar aqui num valor muito alto, será que não ficará restrito ao topo do topo da piramide social? #infotrends // por isso acho que os tablets no brasil serão marcados pelo Android.

Quem já viu o case do IpEd da china? http://ow.ly/20qoA

@fabianopereira: Aplicativos devem virar web apps, hospedadas nas nuvens. #infotrends

Na minha opinião: Quando o usuário tem uma experiência ruim num site pelo Ipad, ele coloca a culpa no site, não no Ipad.

Polêmicas nas redes sociais – Você ganha ou perde com elas?

Um excelente debate para relaxar um pouco ao mesmo tempo em que se aprende e têm-se bons insights [vide caso da Marina que ocorreu hoje]. @Cardoso, que conheci aqui na Info@trens, se mostrou uma excelente pessoa (além de polêmico).

@jacquelinee: A polêmica as vezes não passa de uma opinião (Cardoso) #infotrends

O melhor remédio para evitar as polêmicas é levar na brincadeira e deixar o meme acabar por si só.

@jacquelinee: cyberbuilling de empresas: ou vc responde bem, ou ignora (Cardoso) #infotrends

@ILONAMARIA: Cyberbulling, ou vc reponde muito bem, ou ignora. O erro é responder mais ou menos. @cardoso no #infotrends

@deborafortes: @Cardoso discorda q vc tem de sentar e chorar com os vídeos mal-sucedidos. Vc pode fazer algo de impacto que reverta

@fabianopereira: “Não me xingam no twitter pq eu dou block e pronto.” Cardoso – #infotrends

@fabianopereira: “Developer q criou a app de firefox q bloqueia o termo Justin Bieber é acusado de nazismo.” http://bit.ly/bUBEvS

@jacquelinee: Posso entrar na sua casa e xingar a sua mãe? Não, né? Então, o meu blog é a minha casa – @cardoso #infotrends

Porque rompi com o Google

Acho que essa entrevista tinha mais potencial. Se tivessem aberto o leque para todos os problemas de privacidade que tivemos, seria um grande painel. O tema estava bem desatualizado além do debate ter sido bastante apaixonado, com poucos dados factuais. Ponto alto para as redes sociais open source: excelente jogada.

@fabianopereira: “Eu fechei minha conta no google, só uso a busca e os mapas, com cuidados de preservar minha liberdade.” Alexandre Oliva – #infotrends

@jacquelinee: Aaaaaah, ele rompeu com o Google mas ainda usa a busca e os mapas. Tipo ficadinha com ex, mas sem compromisso #infotrends

Ao fim da apresentação: @jacquelinee: “Procura meu nome aí “, -alexandre oliva. ONDE? NO GOOGLE? #infotrends

O comportamento da classe C na web

Excelente palestra, trazendo bons dados e tendências para a classe dominante na web, embora haja de forma diferente das classes A/B.

@escola_comunic: Lan houses representam aproximadamente 40% do tráfego na web. #InfoTrends // legal observar o aspecto de “Guri” dos donos de lan-house, ajudando na navegação dos usuários.

@escola_comunic: Classe C é frequentadora assídua das redes sociais, que são uma porta de entrada para esse público na web. #InfoTrends

E-commerce não é apenas comprar na internet. É qualquer experiência que leve o usuário a consumir em qualquer lugar: @escola_comunic: 62% dos jovens pesquisam na Internet antes de ir à loja física fazer a compra. Isso também é e-commerce, não?

@escola_comunic: Usuários que estão há mais tempo na Internet tendem a comprar mais na web. #InfoTrends

@INFOaovivo: “Na Magazine Luiza, 42% dos pedidos online já são da classe C” Francisco Rodrigues #infotrends

@INFOaovivo: Renato Meirelles, do Data Popular, diz que a maioria dos internautas não sabe o inglês. Não sabe o “informatiquês”. #infotrends

Como vender mais no Twitter

Basicamente, o twitter não serve para “vender”, mas sim para auxiliar nas vendas e ajudar na comunicação com os clientes. As vendas do twitter são indiretas e o microblog se mostrou polivalente na hora das promoções, principalmente para a Azul.

“Um erro nosso foi não seguir ninguém” – Fato: seguir os clientes faz com que você tenha uma ideia do perfil dos seus consumidores, além de te dar uma ideia do que se está em voga no momento.

@adrianodias: Duas companhias aéreas, e duas companhias telefônicas no painel do #infotrends. A nata dos mais “queridos” das redes sociais

Vender mais com o Twitter não significa “vender” ao pé da letra.

Atendimento pelo Twitter não substitui atendimento pelo telefone (callcenters)

@escola_comunic: “Não adianta você ter o Twitter, receber reclamações e não conseguir resolver”. Cristiana Rodrigues / TIM

Considerações Finais

Do info@trends em geral, podemos tirar um insight interessante:

As mídias sociais não são mais uma novidade, viraram um paradigma.

Isso mesmo. Muitos pensavam em termos de twitter, facebook, Orkut, mas poucos entendiam que o que estava acontecendo, na verdade, era um relacionamento. Relacionamento este que estava sendo moderado por uma ferramenta (aí sim entra Orkut, facebook, etc). O importante não é utilizar as ferramentas de mídias sociais, mas sim estimular a sociabilidade entre os usuários, dar voz aos internautas e progredir com a interação das marcas com os clientes.

Acho que, com a incrível velocidade que as mudanças tecnológicas estão passando, nós ainda precisamos nos adaptar aos novos modelos econômicos que estão surgindo. A info@trends veio justamente para alertar sobre essas mudanças. Agora cabe à nós interagirmos e aprendermos essas novas mídias/tecnologias e usarmos sabiamente. E você? O que achou da info@trends?

Fotos e imagens: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/infoaovivo/, http://blogdaredacao.zip.net/ e http://entreaeb.files.wordpress.com/


Resumão Info@trends: primeiro dia

Bem, estou agindo um pouco estranho, pois eu postei primeiro o segundo dia e só agora que vou postar o primeiro. Perdoem essa pobre alma que passou 5 horas viajando para chegar em São Paulo e só parou no Hotel para deixar as malas. Estava muito cansado no primeiro dia e não deu para fazer o resumo. Preferi fazer o resumo do segundo dia antes porque meus insights estavam mais recentes e não queria perdê-los, assim como já perdi alguns do primeiro dia. De qualquer forma, abaixo segue o resumo dos tweets que considerei mais importantes durante o evento, vamos lá.

O poder do conteúdo gerado (e moderado) pelo usuário, com Jimmy Wales

“Culture is getting SMARTER”(Jimmy Wales). Precisa dizer mais alguma coisa? É incrível como as mentes antenadas nas tendências pensam de forma semelhante, pois é seguindo esse pensamento que, no dia seguinte, Chris Anderson pode desenvolver o conceito de 3º revolução industrial. A cultura está ficando mais inteligente. Nós não estamos mais na era das mídias sociais, estamos na era pós mídias sociais. Já aprendemos a nos socializar, a conversarmos com estranhos, nos envolvermos em discussões, colaborarmos, tudo isso já deixou de ser novidade: agora é banal. Não no sentido de ser ruim, mas no sentido de estar tão presente que nem lembramos mais que há 10 anos era algo considerado impossível.

Resumindo à grosso modo, a palestra de Jimmy serviu para que ficássemos deslumbrados com a possibilidade de aplicar o conceito de cauda longa ao mundo Wiki.O principal objetivo não é mais a criação de uma enciclopédia online, mas de uma biblioteca, dividida em sessões. Com propaganda.

@INFOaovivo :Jimmy Wales, fundador da Wikipedia, sobe ao palco e brinca dizendo CALA BOCA GALVAO. #infotrends

#infotrends Jimmy Wales: “Lostpedia has 6.981 articles” // aqui já podemos entender muito bem o poder das comunidades

Wikipedia não é uma biblioteca, um YouTube (não vemos vídeos engraçadinhos de gatinhos). A comunidade não permite, diz Wales #infotrends

#infotrends Jimmy Wales: Wikipedia só tem 35 empregados.. todo o restante são voluntários

#infotrends Jimmy Wales: Wikipedia já foi banida na China.. hoje está de volta como o 53º site mais popular da China (em outros países, a Wikipédia fica facilmente entre as 10 primeiras posições)

#infotrends Jimmy Wales: “Cada país tem um número de artigos por categoria COMPLETAMENTE diferente um do outro

#infotrends Jimmy Wales: Wikia, um modelo de negócios.

#infotrends Jimmy Wales: tráfego do Wikia já ultrapassou o do New York Times

Jimmy Wales: “Os 4 primeiros resultados da pesquisa por ‘Muppet’ são links de conteúdo gerados por usuários”

Jimmy Wales: O wikia atrai os fãs mais aficcionados sobre cada tema.

Jimmy Wales: Quando você permite que a comunidade tenha o domínio, muitas coisas interessante acontecem

ElineKullock : #infotrends Jornais são as vítimas da vez mesmo: Jimmy mostra q pessoas passam mais tempo na Wikipedia do que no site do NYT.

Jimmy Wales: Dicas para responder comentários agressivos: seja você mesmo, não dê repostas falsas e coloque sua opinião

Jimmy Wales: Crie uma comunidade para sua ideia. Deixe a comunidade tomar o controle.

sdomally : O acesso à informação é um direito humano básico (Jimmy Wales).

Educação: Como os estudantes podem usar a wikipedia corretamente? Como verificar a qualidade da informação? // Entender a Wikipédia de forma crítica, bem como todo o conteúdo gerado pela internet, será um diferencial para a educação na web.

@INFOaovivo: “Não seja tendencioso na moderação, mesmo não gostando dos comentários”. “A chave é dar poder aos usuários relevantes…”

MarceloBranco : Jimmy Wales: “Devemos estimular os alunos a utilizarem wikis e blogues e o valor da colaboracao deve ser incorporado nas escolas”

O interesse na wikipedia vem da cultura, do interesse dos participantes na area.

As pessoas precisam de um espaço para se expressar. A colaboração não será uma moda passageira.

Jimmy Wales: Não concordo que a oferta seja maior que a demanda na internet. Penso o contrário

INFOaovivo :Sobre temas polêmicos, a comunidade rejeita alguns. Debates políticos não são permitidos nos servidores da Wikipedia, diz Wales #infotrends

As empresas não estão vendo o poder de compartilhar o conhecimento. Mas, antes de compartilhar, é necessário um planejamento.

Jimmy Wales: Enciclopédias são o primeiro lugar para se pesquisar, não o último.

@Cacodepaula: É isso: “No final, o que interessa é conteúdo de qualidade”

Facebook x Orkut – como falar com cada público

“Orkut decolou no brasil antes das redes sociais decolarem no mundo”

“O brasileiro está mais predisposto às redes sociais”

Orkut:56% dos usuários são brasileiros

Comunidades: de maio 2009 a março 2010: crescimento de 23% nas comunidades virtuais;

85% dos internautas navegam nas comunidades. (independentemente se twitter, facebook ou orkut)

“Socialmedia é a porta de entrada”

james_rdv: 31% dos usuários do orkut acessaram o Facebook e passaram pelo Twitter #infotrends

INFOaovivo:Quem acessa a internet atualmente, entra por Social Media. Usam orkut, Facebook e Twitter. 800% de crescimento no Facebook, diz IBOPE

MarceloBranco : As classes C e D sao responsaveis p 51% da internet no #bra e as midias sociais sao a porta de entrada. #infotrends http://myloc.me/8k7fp

a_guerreiro : Orkut afirma ter 30MM de views por dia na pagina de logout. #infotrends

“Hoje todas as marcas tem uma comunidade AMO/ODEIO”

Até agora nenhum segredo. Interação ainda é chave do sucesso nas mídias sociais.

Nos smartphones, o Facebook é bem melhor…

james_rdv: Acesso móvel no orkut e Facebook. Google tem aplicativo para orkut, além de SMS. Baixa penetração do smartphone é uma barreira #infotrends

escola_comunic : Cross-media: dos usuários do Orkut, 31% estão também no Facebook e 32% no Twitter. #InfoTrends

james_rdv : Privacidade. Scraps fechados no orkut precisam ser testados, mas 1/3 dos usuários ainda estão na interface antiga. #infotrends

Quanto mais experiente o usuário, maiores as preocupações com privacidade. [Problemas a longo prazo?]

utilizar as redes sociais para supreender o consumidor. Atender aos seus desejos de nicho

mgrego : Havia uma comunidade no orkut chamada “Doritos de 5 kg já”. O fabricante viu e criou a embalagem de 5 kg – diz Ximenes do Google #infotrends

Cada comunidade deve ser conversada de forma diferente. Não basta copiar e colar o link do site.

Não adianta replicar o que se aparece na sua homepage. As estratégias têm de ser diferente

A estratégia da Skol nas redes sociais

Skol - Mídias Sociais - Redes Sociais

INFOaovivo: Não existe “10 regras” para conseguer êxito nas redes sociais. Para uma marca aparecer, precisa oferecer conteúdo diferenciado.#infotrends // acho que importante é entender que mídias sociais não se resumem à atividades no computador.

  1. awareness: usuários que foram imppactados pela mídia mas não interagiram
  2. Interaction/participation: Usuários que interagiram pelo menos mínimamente com a marca
  3. Engagement: Participa efetivamente da construção social da marca
  4. Conversation: usuários dialogam com iniciativas da marca na internet
  5. Afinidade (brand lovers) recomendam a marca para amigos, atuam como defensores da marca

GustavoGiglio : avaliar o engajamento pela profundidade da interação” q bom ler isso #infotrends

a marca deve ser capaz de ouvir e dialogar com o consumidor.

investir em conteúdo é incerto. Mas após várias tentativas, quando o resultado vier, será muito mais positivo.

Integrar: todos os assuntos e conterúdos da marca para alimentar a comunidade

Estabelecer: diálogo com os visitantes e engajá-los com a marca dentro e fora das fronteira do site

INFOaovivo : Para garantir engajamento dos usuários nas redes sociais, marcas devem estimular a participação deles, diz Bertrand Cocallemen. #infotrends

@james_rdv: Palavras mágicas na tela: integrar, estabelecer, valorizar e estimular. Sua comunidade merece atenção e carinho. #infotrends

escola_comunic : Case: após Carnaval na Bahia, blog postou fotos de latas Skol no fundo do mar (lixo). Empresa fez mutirão p/ promover limpeza. #InfoTrends

Anúncios para sair do quadrado

Novas mídias - Comunicação digital

verificar qual é a caixa. se for boa, ficar.

pensar fora do quadrado é pensar fora do paradigma das mídias de massas

Pensar fora do quadrado também é pensar na convergência das mídias

Para começar a pensar fora do quadrado, não pense que existe um quadrado.

Pensar fora do quadrado é utilizar tudo o que existe. Todas as mídias. Entender as mídias sociais é entender a sociedade.

estratégia barata na internet é estratégia ruim

@jacquelinee: Você não tem seguidores, tem fiscais! Sérgio Valente #infotrends

@jacquelinee: Não tô nem ai pro Twitter. Esses caras tão me seguindo? Nada, eles tão me observando! Sérgio Valente #infotrends

escola_comunic :”Rede social é balela. O que existe é a sociedade em rede. É preciso observar o comportamento humano”. Sérgio Valente, pres. DM9 #InfoTrends

As empresas devem pensar tanto nas novas mídias como nas antigas. Agir com convergência, já diria Henry Jenkins

“Interatividade não é uma coisa apenas de mídia digital”

digital não tem de ser a agencia, tem de ser o pensamento.

“agência pós-digital. Faz ações em qualquer mídia, mas sempre pensando digital”

deborafortes: Sergio Valente: nunca assisti a um jogo da Copa com tanta gente. Tava todo mundo tuitando no jogo #infotrends

@escola_comunic: “O digital não é mídia nem ferramenta: é uma atitude que permite ao ser humano se relacionar”. Guga Ketzer #InfoTrends

O mesmo conteúdo em mídias diferentes tem efeitos, interpretações e impactos diferentes.

escola_comunic: “Pensamento velho é o monomidiático. É achar que o consumidor só tem um canal de comunicação”, Sérgio Valente, pres. DM9. #InfoTrends

O Ipad vai matar o papel?

Alguns tipos de informação sofreram migração, da mesma forma que alguns publicos. Pensando em massificação, só a longo prazo.

Para matar o papel, o Ipad tem que se tornar “banal” como o papel é.

o aparelho mais usado para leitura virtual ainda é o notebook.

fabianopereira “Mais de 50% da leitura de ebooks ainda é feita em notebooks” Sergio Herz. #infotrends

escola_comunic : iPad x papel: dos norte-americanos que compraram e-book, só 23% disseram que o custo-benefício valeu a pena. #InfoTrends

O problema na hora de escrever no computador é que quase ninguém passou pela alfabetização digital

blogabralosojos “A livraria hoje é uma experiência, um programa de lazer. Isso não vai morrer” Sérgio Herz da Livraria Cultura #infotrends

escola_comunic Há 3 meses, 36% dos usuários de iPad achavam e-book melhor que o livro. Esse índice agora caiu para 29%.  #InfoTrends

ilonamaria “A loja traz uma experiéncia diferente da internet. Vc deixa de ir ao restaurante porque tem delivery?” SérgioHerz no #infotrends

Eleições na web: as táticas para ganhar o voto do internauta

A internet é uma demanda reprimida. A internet é muito mais capaz de mobilizar militâncias que ganhar meramente votos. Ela devolve o caráter do voluntariado à sociedade na democracia. A campanha se torna descentralizada na web. A nova campanha deve estimular a participação do eleitor. O candidato não tem mais poder sobre sua própria publicidade (positiva ou negativa) na web. A campanha na web expõe muito mais o candidato aos acerto, mas também é verdade que o mesmo ocorre com os erros.

“Tu te tornas eternamente responsável pelo aquilo que twittas” -  Gil Castilho

A Internet servirá mais como espaço para organização dos debates que para decidir as eleições.

Ao lançar o Twitter, a Dilma conseguiu mais de mil seguidores em menos de 30 minutos.

A internet muda a qualidade da campanha frente aos meios de comunicação antigos. A web não é apenas um reflexo da sociedade, é um espelho também.

É uma falácia achar que a internet pode ganhar uma eleição.

@deborafortes: A internet muda a qualidade da democracia. O público tb pode interferir na campanha, diz @MarceloBranco no #infotrends

10 coisas que deram errado no Twitter

@jalprestes: “Saímos de um mundo em que um fala para todos e todos falam para um”

“se beber, não twitte”

“Estamos em um momento muito rico para quem preza pela liberdade e qualidade de informação”.

Política de redes sociais: todo mundo pode falar pela empresa?

INFOaovivo: Hoje a IBM tem 15 mil blogs. Qualquer funcionário pode criar um blog ou wiki, diz Mauro Segura, da IBM #infotrends (via @deborafortes)

Se a empresa não tem uma cultura de colaboração, não serão as redes sociais que farão isso.

escola_comunic : Dos 400 mil funcionários da IBM, 80 mil participam de redes sociais. Há 15 mil blogs de funcionários da IBM e 50 mil wikis. #InfoTrends

Redes sociais e cultura andam separados? discordo.

RT @INFOaovivo: “Vcs ñ saem p/ tomar café e fumar?” A Geração Y responde isso para usar as redes sociais no trabalho… #infotrends

“Como Você controla isso [as redes sociais]?” “Aí é que tá: você não controla.”

marthagabriel: Se houver espaço p/ as pessoas falarem dentro da empresa, elas recorrerão menos ‘as redes sociais p/ falar da empresa

escola_comunic : Debatedores entendem que redes sociais não derrubam produtividade pq colaborador improdutivo se distrai com outras atividades. #InfoTrends

DemetriusJayme: “Funcionários que tem liberdade para acessar internet e redes sociais são 9% mais produtivos”.

fabianopereira : “Uso de ferramentas de redes sociais na #ibm não tem controle – A moderação é pela auto-gestão.” Segura, IBM – #infotrends

A geolocalização como arma de marketing

INFOaovivo : A privacidade está na mão dos usuários. As pessoas gostam de mostrar onde estão, diz Rafael Siqueira; Stocco diz que a geolocalização veio para ficar e o usuário tem que cuidar da privacidade. Rafael Siqueira diz que o segredo do Foursquare foi mexer com o ego da pessoa.

A Revolução do 3D

fabianopereira :O diferencial é a qualidade, não a novidade. – Lucio Pereira #infotrends

blogabralosojos “A Sony ñ acredita que o 3D é 1 onda ou moda passageira. Por um motivo mto simples: a gente vive em 3D, o mundo real é 3D” #infotrends

@fabianopereira: Projeção: 12% do mercado americano será de TV´s com #3d – Rafael Cintra. #infotrends

@james_rdv: José Dias: Caminhos das Índias foi convertido para 3D e não ficou tão bom #infotrends

3d e 2d são duas coisas completamente diferente, então? Dois públicos, duas experiências diferentes? Não estamos falando de uma tecnologia que vá substituir outra, estamos falando de uma nova cultura.

O SEO na busca social

Quem tiver interesse nos slides, pode acessar em http://www.slideshare.net/marthagabriel/seo-e-social-search-by-martha-gabriel

@MarketingON: Nada é novo, só estamos fazendo de forma diferente…@marthagabriel #infotrends #SEO

@james_rdv: A busca é uma ferramenta que permeia todas as outras. Paradoxo da escolha x long tail #infotrends

@fabianopereira: 39% dos usuários acreditam que os primeiros na busca do google (primeira pg) são lideres de mercado. #infotrends

@fabianopereira: Código, conteúdo e estrutura – pilares da modificação e otimização #SEO #infotrends

@fabianopereira: #Mkt + #TI + #design: pilares das landing pages vencedoras. #infotrends

Evitar encurtar as URLs

@reillyrangel: Dicas valiosas de @MarthaGabriel sobre relevância na Web – http://tinyurl.com/28je78q #infotrends

@BrunoLoureiro: Martha” vc tem q entender de pessoas, a tecnologia é apenas um detalhe” #infotrends

@james_rdv: “Toda banda larga será inútil se a mente for estreita” #infotrends

As oportunidades dos social games

@james_rdv: Games Sociais! 32% dos usuários do facebook no Brasil participaram de algum game social

@james_rdv: Anuncaintes estão observando esse mercado. Farmiville tem várias promoções interessantes. #infotrends // Visibilidade = oportunidade

@james_rdv: Social Media é muito mais do que um post de blog ou promoção em rede social. #infotrends // é interação da forma mais ampla.

@james_rdv: Eu: jogos sociais cabem em qualquer área da sociedade. treinamento, marketing, educação, culinária… #infotrends

@james_rdv: Para esse ano, o orçamento para jogos sociais é de 1,5 bilhão de dóalres #infotrends

@INFOaovivo: Enquanto aplicativos do orkut, como a Mini Fazenda, cresceram 300% em 2010 #infotrends

@james_rdv: Usuários têm que encontrar valor no jogo. Como amigos, história… Motivação. #infotrends // cultura também

Games Sociais, o próprio nome já diz, em cada sociedade, existe um conjunto de características diferentes que fazem um jogo ter sucesso ou não.

@INFOaovivo: O modelo de negócios da Mentez é 90% com a venda de conteúdo premium para o usuário e 10% com publicidade. #infotrends

A propaganda tem de ser vista, no game, como conteúdo para os jogadores.

@BrunoLoureiro: Media idade dos jogadores de social game é 35 anos, diz tripoli. supresa. Tem mais mulheres, segundo tahiana #infotrends

@james_rdv: No final, você pode oferecer educação e entretenimento. Sem descartar o lucro. Social games são fantásticos. #infotrends


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