
Olá pessoal. Sem aquela pretensa de querer resumir tudo o que aconteceu na Info@Trends, vou apenas falar sobre os insights que eu tive na palestra, bem como os pontos que eu considerei importantes nos painéis. Quem tiver interesse em ler notícias sobre a info@trends, sugiro visitar o próprio site da info.
Bem, se você chegou ao segundo parágrafo, imagino então que tenha insights interessantes também para contribuir com a discussão, então, sem mais bla bla bla, vamos lá.
A nova revolução industrial com Chris Anderson da Wired

Com certeza a palestra mais aguardada da Info@Trends, mas ficou com um tom um pouco de dejavu para quem já leu os Livros de Anderson.
Logo no começo da palestra ele falou uma coisa muito interessante [parafraseando]: “A tragédia da américa é que falamos apenas uma lingua…” Ora, muito interessante, não? Óbvio, alguns diriam, mas é um pouco mais profundo que isso: enquanto alguns termos estrangeiros entram no Brasil com facilidade, o mesmo não ocorre nos E.U.A. Nós traduzimos muito conteúdo estrangeiro e criamos nossos próprios memes, trabalhando num nicho cultural que difere para cada nação. Os próprios verbos “twittar” e “deletar” são estrangeirismos que nós abrasileiramos (sim, nós brasileiros somos ótimos com neologismos). Onde quero chegar com isso? Que muitas pessoas simplesmente recebem notícias e insights estrangeiros e querem aplicar o modelo aqui no Brasil sem ao menos analisar as diferenças culturais entre os dois países. Da mesma forma que nós aportuguesamos as palavras estrangeiras, o mesmo deve ser feito com o pensamento acerca das mídias sociais e das novas tecnologias no Brasil. Sugiro o excelente artigo da Gizmodo “O iPad é sim revolucionário, mas faz pouco sentido no Brasil” (http://www.gizmodo.com.br/conteudo/made-brazil-o-ipad-e-sim-revolucionario-mas-faz-pouco-sentido-no-brasil) para vermos um exemplo de um mecanismo estrangeiro sob uma ótica crítica (não que eu concorde com tudo exposto no artigo, mas é um prato cheio de insights interessantes).
Continuando: Para Chris Anderson A última década foi sobre encontrar novas mídias e modelos sociais inovadores na/para web. A próxima década será como nós, após dominarmos essas ferramentas, as aplicaremos ao mundo real. Podemos fazer uma pergunta interessante aqui: O próximo Livro de Anderson trata-se de falar sobre uma cauda longa física? Isto é, os conceitos do mercado de nichos aplicados a produtos físicos? Se sim, nenhuma novidade: apenas uma continuação de algo que mais cedo ou mais tarde aconteceria – a grande sacada será em como transformar isso num modelo de negócios de sucesso.
Citei que os flash mobs são um bom exemplo do que Chris Anderson falava, uma vez que utilizamos as redes sociais, isto é, os bits, para criarmos movimentações reais, isto é, em átomos. Acho que é disso que tudo se trata. Criarmos maneiras eficazes, utilizando as ferramentas de comunicação e criação para modificarmos nosso mundo tangível, uma vez que “agora as correntes mundiais de suprimentos estão abertas para o indivíduo” (Chris Anderson).
Assim, nós temos que na cauda longa, os produtos que vendiam pouco, quando somados, eram responsáveis pela maior parte das vendas. Nessa nova versão da cauda longa, teremos muitas pessoas produzindo um pouco, que, somadas irão PRODUZIR muito. A nova revolução industrial trata-se não das vendas, mas da manufatura dos produtos: “Hoje qualquer um pode ter uma fabrica na China produzindo para si” (Chris Anderson)
@mtrpires: “Ferramentas baratas de prototipagem + democratização dos meios produção = 3 evolução industrial” Chris Anderson #infotrends
@Icrez: RT @Cardoso: A china está relegada a ser o distrito industrial do mundo. Designed in cal… #infotrends // discordo e muito dessa tese.
Para mim, o mundo será como uma Fábrica gigante, onde todo mundo será produtor e consumidor dessa fábrica. Entendamos: não existem mais distritos nem localidades especiais; tudo será integrado.
@Tiago_Nogueira #InfoTrends Você poderá morar no Brasil, trabalhar em Conjunto com um Australiano, produzir na China e vender nos E.U.A.
Sim, essa citação é minha. Fiquei um pouco chateado, pois o twitter @infoaovivo deu essa citação sem colocar meus créditos (e um monte de gente retwittou). Mas isso não vem ao caso no momento. Continuando…
Considero o seguinte: O mundo será Open Source no futuro. Não haverá mais segredos de industria, as informações se tornarão obsoletas numa velocidade ainda mais voraz (veroz, adoro neologismos) e o preço de quase todas as coisas diminuirá a longo prazo. Mandei uma pergunta para o Chris Anderson para saber como seria um mundo após a terceira revolução industrial, pena que não deu tempo dele responder.
@raulzito: “Primeiro foram as indústrias do entretenimento e do publishing que sentiram os efeitos da produção individual voluntaria”
@mtrpires: “O modelo open source da web pode se aplicar a produtos físicos” Chris Anderson #infotrends
@INFOaovivo: “Pela primeira vez na história, criar é fabricar. Você pode passar de inventor a empreendedor em questão de meses”
O mundo será uma corporação, no sentido de trabalharmos todos juntos para reduzir os custos e o tempo de produção. Não haverá necessidade de uma complexa cadeia de propagandas: a própria comunidade É a propaganda. Se tem uma coisa que aprendi aqui na #InfoTrends é que o futuro não é mídia social, mas sim Trabalho Social, Educação Social, Comercio Social, etc.
RT @blogabralosojos: “Se a comunidade participa da criação do seu produto você ñ precisa d publicidade pois participantes são a divulgação”
A internet possibilita uma revolução na educação, mas os colégios e universidades não se adaptaram ainda às mudanças…
@INFOaovivo: Segundo Chris, para descobrir um talento na web, o melhor lugar é a comunidade em que essa pessoa já atua #infotrends
@jacquelinee: tendência: pós em gestão de comunidades #infotrends
@Cardoso: ‘como achar talentos? As comunidades já acharam, é só procurá-las’ #infotrends
@INFOaovivo: Sobre teletrabalho, Chris é 100% favorável. A combinação da crise econômica com a crise ambiental fará disso uma necessidade // é uma pena as empresas brasileiras não pensarem desse jeito.
@Tiago_Nogueira: RT @mtrpires: “Atoms are the new bits” Chris Anderson #infotrends // assim ele encerra sua apresentação.
iPhone, Android e as lojas de aplicativos para chegar ao consumidor

Aqui tivemos alguns pontos muito interessantes, pois o mobile ainda é um terreno muito pouco explorado pela comunicação social, mas é uma grande tendência. Aqui tive um insight interessante: fazer com que o consumidor trabalhe prazerosamente para a empresa. Pensando a grosso modo, é isso que empresas como facebook e a Google fazem. Nós, consumidores, somos os principais empregados dessas empresas, gerando dados e, ao mesmo tempo, receita. O segredo é: como fazer isso para as aplicações de todas as empresas? Como criar uma interação que aumente a produção de uma empresa? Algo para se pensar…
@Tiago_Nogueira: #infoTrends App da Nestlé de Receitas já tem mais de 70 mil downloads para Iphone em menos de um ano.
Para se trabalhar com mobile, a atualização com freqüência é um principio fundamental para os apps.
@INFOaovivo: Um aplicativo simples para o mobile custa, em média, R$50.000 #infotrends
@tiago_nogueira: #infoTrends : Fazer apps sem pensar nas classes C/D é #fail a longo prazo na certa.
@INFOaovivo: Apesar de os smartphones estarem concentrados nos grandes centros, universalizar o acesso é um objetivo, diz Guilherme (Mowa)
@codigodigital: Murilo Barbosa, Diretor de marketing e cartões da Gol: mais de 70% de vendas da gol é feita pelo website #infotrends
@beingmkt: O SMS ainda é a plataforma mais usada para mobile, mais de 95% dos celulares usam esta tecnologia #infotrends
@fcarbonare: Consenso: a rede 3G é um problema. Apps devem prever funcionalidades offline. Por isso o @SPRestaurantes tem o mapa offline // concordo
Milhas para fazer pagamento? Ouvi algo por alto, mas acho uma ideia fantástica! É será muito interessante se todas as empresas tiverem um sistema de pontuação, onde o usuário possa recuperar seus pontos por outros produtos/serviços, não somente da empresa em questão, mas também de empresas parceiras.
Os benchmarks em realidade aumentada

Outra tecnologia ainda muito pouco utilizada, mas que tem um forte potencial. Ponto alto foi a comparação com o Ipad. Ainda há muito para se descobrir com a realidade aumentada.
@tiago_nogueira: Atingir os sentimentos do consumidor com novas tecnologias é uma meta a ser alcançada em qualquer área.
@Cardoso: Eu acho realidade aumentada um hype, mas quando acalmar gerará uma ferramenta interessante, ao contrário do SecondLife
Tiago_nogueira: A Lusa estampou a realidade aumentada na manga da camisa. Na pré-venda, vendeu o equivalente a 75% de todas as vendas no ano passado.
@Cardoso: 500 mil visitaçòes no infográfico da Torre Eiffel do Estadão. Dado o trabalho, é um excelente número. #infotrends
Pois eu só vou achar realidade aumentada realmente legal quando ela ficar mais ou menos assim: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/mcdonalds-em-2020
@Cardoso: Realidade Aumentada criando outdoors virtuais em São Paulo. Chupa Kassab! #infotrends
Micropagamentos: agora vai?

E grande barreira ainda é o custo de logística para os cartões de crédito nas pequenas transações…
@Cardoso: Mesa sobre Micropagamentos. Deve ter a ver com o AdSense… #infotrends // ou deveria…
@lucasazborges: Para o Cinemark a inviabilidade do micropagamento está relacionada as altas taxas das operadoras de cartões #infotrends
Como medir o engajamento nas redes sociais

“Engajamento é: pessoas falando espontaneamente da sua marca”
@Helton: #infotrends até 2011 será investido mais de 1 bilhao de dolares no mercado americano de marketing de engajamento e de conversão
Envolver todas as áreas da empresa (marketing, vendas, Relações Públicas…) é importante para gerenciar as redes sociais, uma vez que cada área pode se especializar num contexto diferente.
Para quem ainda não pegou: A comunicação em mídias sociais é um investimento longo prazo. Muitas empresas pensam em aumentar os ganhos (leia-se: lucros) com as sociais. O fato é que é necessário também usá-las para reduzir os riscos.
@lucasazborges: “Quem não entrar agora nas redes sociais terá problemas futuros com as novas gerações” #infotrends
@INFOaovivo: “Não há a opção das empresas ficarem de fora das redes sociais”, diz Alessandro Barbosa Lima, CEO da e.Life #infotrends
Redes sociais substituem pesquisas de verdade? // tenho dúvidas… Pesquisas e monitoramente são coisas completamente diferentes. Uma das maiores vantagens do monitoramento é a capacidade de conseguir insights para a estratégia da empresa.
“Não contrate uma ferramenta achando que ela vai resolver seu problema.”
@lucasazborges: “mídias sociais exigem estratégias consistentes. Não se pode estar nelas apenas pelo espaço” #infotrends
RT @marthagabriel: Prometido, cumprido
Minha palestra “SEO e Social Search” no #infotrends >>> http://bit.ly/dqoRkS #seo
O poder dos vídeos virais
Principal insight: Um vídeo campeão de audiências é diferente de um vídeo viral: O campeão de audiências tem views, o viral tem fãs. Mede-se um vídeo viral pela quantidade de buzz que ele cria, não pela quantidade de visualizações que ele teve. Para o viral, mais vale ser comentado do que ser visto. Entender: Não existe “receita de bolo” para fazer um vídeo viral. Entender [2]: Não é o Youtube que te dá audiência. É você quem dá audiência ao youtube.
@Cardoso: não adianta pagar “formadores de opinião”, se o vídeo for ruim ou bobo NÃO VIRALIZA. #infotrends
@fabianopereira: Não se deve fazer vídeo pro #youtube, mas sim para audiência. @Mackeenzy #infotrends
“Você pagar a um blogueiro para colocar seu vídeo, é afirmar que seu vídeo não é legal
@fabianopereira: Tem gente querendo uma pureza sobre os virais que não rola mais na atualidade, o povo gasta uma grana, sim! #infotrends
Viral não precisa ser necessariamente um vídeo tosco. Acho o vídeo (viral) do Instituto Galvão é muito bem feito. O fato é: o viral é diferente porque sempre nos causa uma nova sensação, sempre tem algo de “novidade” por trás dele.
@fabianopereira: Na verdade, as grandes empresas se apropriaram de um recurso que nasceu espontaneo. #viral #infotrends [Falando sobre o uso de vídeos criados por usuários pelas empresas]
Questão para se pensar: Um vídeo de sucesso feito para a mídia tradicional pode ser considerado um viral?
Só de você “infectar” pelo menos outra pessoa, já estamos trabalhando com um viral.
@TahiDegmont: Gente, viral não pode ser medido por número e sim pela sua capacidade de propagação. Isso já não é óbvio?
A rede só faz sentido se for para construir relacionamentos. Do que vale milhões de views e poucos comentários?
@rosampaio Acho mais viável fazer um vídeo que conquiste pessoas e acabe sendo viral do que pagar pela “viralidade”
Stark – O carro movido pelo design

Acho que poucas pessoas entenderam o potencial dessa apresentação. Ao falarmos num carro “movido pelo design” temos uma grande inversão de valores em jogo: o usuário não está mais atrás de algo que satisfaça uma necessidade física.
Praticamente quase todas as nossas necessidades físicas básicas já estão sendo nutridas naturalmente. Temos camas confortáveis em nossos lares, não precisamos mais sair para caçar ou colher: temos alimentação em abundância e até mesmo nossa necessidade por sexo, como advento das redes de relacionamento, está sendo nutrido.
O grande insight é: não estamos mais atrás de realizações físicas: procuramos a realização do nosso ego, de nós mesmos enquanto indivíduos pensantes e únicos. Ao se criar algo partindo do design, todo um leque de questões, que vão desde o conforto do usuário até suas características culturais, é levado em consideração. O objetivo não é mais a funcionalidade: é a sensação de prazer ao se utilizar o produto.
É hora de criar aplicativo para iPad?

Ainda estou esperando um tablet descente com Android para fazer uma boa comparação.
@INFOaovivo: “Mercado está 10 vezes mais aquecido do que antes de setembro/08, quando a App Store foi lançada”, diz Ricardo Longo
@fabianopereira : O #ipad vai chegar aqui num valor muito alto, será que não ficará restrito ao topo do topo da piramide social? #infotrends // por isso acho que os tablets no brasil serão marcados pelo Android.
Quem já viu o case do IpEd da china? http://ow.ly/20qoA
@fabianopereira: Aplicativos devem virar web apps, hospedadas nas nuvens. #infotrends
Na minha opinião: Quando o usuário tem uma experiência ruim num site pelo Ipad, ele coloca a culpa no site, não no Ipad.
Polêmicas nas redes sociais – Você ganha ou perde com elas?

Um excelente debate para relaxar um pouco ao mesmo tempo em que se aprende e têm-se bons insights [vide caso da Marina que ocorreu hoje]. @Cardoso, que conheci aqui na Info@trens, se mostrou uma excelente pessoa (além de polêmico).
@jacquelinee: A polêmica as vezes não passa de uma opinião (Cardoso) #infotrends
O melhor remédio para evitar as polêmicas é levar na brincadeira e deixar o meme acabar por si só.
@jacquelinee: cyberbuilling de empresas: ou vc responde bem, ou ignora (Cardoso) #infotrends
@ILONAMARIA: Cyberbulling, ou vc reponde muito bem, ou ignora. O erro é responder mais ou menos. @cardoso no #infotrends
@deborafortes: @Cardoso discorda q vc tem de sentar e chorar com os vídeos mal-sucedidos. Vc pode fazer algo de impacto que reverta
@fabianopereira: “Não me xingam no twitter pq eu dou block e pronto.” Cardoso – #infotrends
@fabianopereira: “Developer q criou a app de firefox q bloqueia o termo Justin Bieber é acusado de nazismo.” http://bit.ly/bUBEvS
@jacquelinee: Posso entrar na sua casa e xingar a sua mãe? Não, né? Então, o meu blog é a minha casa – @cardoso #infotrends
Porque rompi com o Google

Acho que essa entrevista tinha mais potencial. Se tivessem aberto o leque para todos os problemas de privacidade que tivemos, seria um grande painel. O tema estava bem desatualizado além do debate ter sido bastante apaixonado, com poucos dados factuais. Ponto alto para as redes sociais open source: excelente jogada.
@fabianopereira: “Eu fechei minha conta no google, só uso a busca e os mapas, com cuidados de preservar minha liberdade.” Alexandre Oliva – #infotrends
@jacquelinee: Aaaaaah, ele rompeu com o Google mas ainda usa a busca e os mapas. Tipo ficadinha com ex, mas sem compromisso #infotrends
Ao fim da apresentação: @jacquelinee: “Procura meu nome aí “, -alexandre oliva. ONDE? NO GOOGLE? #infotrends
O comportamento da classe C na web
Excelente palestra, trazendo bons dados e tendências para a classe dominante na web, embora haja de forma diferente das classes A/B.
@escola_comunic: Lan houses representam aproximadamente 40% do tráfego na web. #InfoTrends // legal observar o aspecto de “Guri” dos donos de lan-house, ajudando na navegação dos usuários.
@escola_comunic: Classe C é frequentadora assídua das redes sociais, que são uma porta de entrada para esse público na web. #InfoTrends
E-commerce não é apenas comprar na internet. É qualquer experiência que leve o usuário a consumir em qualquer lugar: @escola_comunic: 62% dos jovens pesquisam na Internet antes de ir à loja física fazer a compra. Isso também é e-commerce, não?
@escola_comunic: Usuários que estão há mais tempo na Internet tendem a comprar mais na web. #InfoTrends
@INFOaovivo: “Na Magazine Luiza, 42% dos pedidos online já são da classe C” Francisco Rodrigues #infotrends
@INFOaovivo: Renato Meirelles, do Data Popular, diz que a maioria dos internautas não sabe o inglês. Não sabe o “informatiquês”. #infotrends
Como vender mais no Twitter
Basicamente, o twitter não serve para “vender”, mas sim para auxiliar nas vendas e ajudar na comunicação com os clientes. As vendas do twitter são indiretas e o microblog se mostrou polivalente na hora das promoções, principalmente para a Azul.
“Um erro nosso foi não seguir ninguém” – Fato: seguir os clientes faz com que você tenha uma ideia do perfil dos seus consumidores, além de te dar uma ideia do que se está em voga no momento.
@adrianodias: Duas companhias aéreas, e duas companhias telefônicas no painel do #infotrends. A nata dos mais “queridos” das redes sociais
Vender mais com o Twitter não significa “vender” ao pé da letra.
Atendimento pelo Twitter não substitui atendimento pelo telefone (callcenters)
@escola_comunic: “Não adianta você ter o Twitter, receber reclamações e não conseguir resolver”. Cristiana Rodrigues / TIM
Considerações Finais

Do info@trends em geral, podemos tirar um insight interessante:
As mídias sociais não são mais uma novidade, viraram um paradigma.
Isso mesmo. Muitos pensavam em termos de twitter, facebook, Orkut, mas poucos entendiam que o que estava acontecendo, na verdade, era um relacionamento. Relacionamento este que estava sendo moderado por uma ferramenta (aí sim entra Orkut, facebook, etc). O importante não é utilizar as ferramentas de mídias sociais, mas sim estimular a sociabilidade entre os usuários, dar voz aos internautas e progredir com a interação das marcas com os clientes.
Acho que, com a incrível velocidade que as mudanças tecnológicas estão passando, nós ainda precisamos nos adaptar aos novos modelos econômicos que estão surgindo. A info@trends veio justamente para alertar sobre essas mudanças. Agora cabe à nós interagirmos e aprendermos essas novas mídias/tecnologias e usarmos sabiamente. E você? O que achou da info@trends?
Fotos e imagens: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/infoaovivo/, http://blogdaredacao.zip.net/ e http://entreaeb.files.wordpress.com/