Categoria: Cibercultura

Pandora Vs. Spotify: entendo um pouco mais

Há pouco tempo, o futuro do tráfego musical na internet dependia apenas da Pandora Radio.

É um serviço construído sobre o Projeto Genoma de Música, um algorítmo patenteado que analisa mais de 400 atributos musicais (como ritmo, tempo, síncope, tonalidade, harmonias vocais, etc.). Pandora cria estações baseadas em artistas igualmente selecionados, assim como canções e estilos.

O Pandora possui uma seleção assustadoramente precisa. Quase que por magia, ele toca a música que você quer ouvir. Muitas vezes, os usuário descobrem novos artistas e baixam suas músicas separadamente no iTunes.

Logo, o Pandora desenvolveu um aplicativo móvel bem sólido, e seu lugar nesse mercado parecia muito fixo. Até que surgiu o Spotify.

O site sueco foi lançado em outubro de 2008 como um serviço somente para convidados na Europa e só teve seu sucesso adiado nos EUA por questões de licenciamento (até que finalmente foi feito um acordo com a Universal Music Group, Sony BMG, EMI Music e a Warner Music Group para direitos de tráfego).

Muitas pessoas se inscreveram para um teste de seis meses no Spotify, para descobrir se o serviço valia a pena.

Contas gratuitas no Spotify não tem o direito de usar os aplicativos para iPhone e para Android. Além disso, o serviço só permite que você transmita um número limitado de faixas, a menos que você atualize para uma conta paga. O serviço ilimitado custa US$4,99 e remove todos os anúncios, enquanto a versão premium, que aumenta a taxa de bits para 320k, custa US$9,99 e além de remover os anúncios, também permite acesso móvel.

Pandora possui uma opção Premium similar. Uma assinatura anual de US$36,00, que remove todos os anúncios visuais e de áudio, aumenta bits por segundo para 192k.

E sobre integração com as mídias sociais?

As pessoas gastam muito tempo nas redes sociais, e geralmente conseguem construir um bom tráfego de aplicativos de música.

O Spotify vetou seu status somente para convidados e marcou uma profunda integração com o Facebook, anunciada na conferência f8, em setembro de 2011. “Sabíamos que o serviço teria que ser inerentemente social”, disse o CEO do Spotify Daniel Ek. “Não podeia haver um lugar melhor para fazer isso no que o Facebook”.

Porém, agora os usuários são forçados a inscreverem no spotify através da sua conta no Facebook, coisa que o Pandora não faz. Muita gente está com medo em relação a privacidade do serviço.

Mas, teoricamente a integração com as mídias sociais dos dois serviços são necessariamente iguais. [via Mashable]


Novas funcionalidades para o Hootsuite

HootSuite acaba de atingir os 3 milhões de usuários em janeiro e quem pensou que com isso o serviço ia descansar um pouco estava completamente enganado. A ferramenta adicionou três novos aplicativos para o seu Diretório App.

Os usuários agora podem integrar os sites Digg , InboxQ eTrendspottr em seus painéis de partida e instalá-los através do Diretório App, que até hoje permitiu que os usuários compartilhassem conteúdo apenas para a Constant Contact, Flickr, Fourmulists, Get Satisfaction, Summify, Tumblr e Youtube.

Antes da estréia do diretório em novembro, os usuários já tinham a capacidade de compartilhar conteúdo no Facebook, Foursquare, LinkedIn, Mixi, MySpace, Ping.fm, Twitter e WordPress. O HootSuite está adicionando mais redes sociais como o Google+.

A integração com o Digg, InboxQ, e o Trendspottr está disponível para HootSuite Basic, Pro e para usuários corporativos.

Aqui está o que os usuários serão capazes de fazer com os novos aplicativos, de acordo com a Hootsuite:

HootSuite Apps no Dashboard Digg: Os usuários podem visualizar as principais notícias, históricos de pesquisa, descobrir e compartilhar conteúdo da web usando o painel de instrumentos e muito mais.

InboxQ: Os usuários podem encontrar perguntas sobre o Twitter com base em pesquisas de tags e frases, e se envolver diretamente com essas questões fazendo perguntas.

Trendspottr: Os usuários podem pesquisar tendências de conteúdo por tópicos, tags, ou frases, selecionando a partir de uma lista de pesquisas populares, e por partes de histórias, vídeos e muito mais através das redes sociais.

“Os desenvolvedores e parceiros irão se beneficiar muito com a exposição funcional e promocional para nossos usuários influentes com os aplicativos que eles desenvolvem”, diz o CEO do HootSuite, Ryam Holmes. “As marcas e empresas querem atender seus públicos onde quer que eles estejam, e isso significa engajá-los através de múltiplos canais e redes”.

O HootSuite também expôs sua API Engagement na última quarta-feira, o que dá aos desenvolvedores externos e parceiros um olhar para dentro de seus sistemas de edição, gerenciamento e agendamento. O HootSuite já tem planos para melhorar a sua API e publicar mais interfaces de programação de aplicativos num futuro bem próximo”. [via HootSuite]


10 dicas de especialistas sobre Tecnologia móvel

Ao analisar o site móvel da ESPN, identificamos um tesouro em dicas sobre como as empresas podem melhorar as suas experiências web móveis para seus clientes. Nós selecionamos 10 dicas baseadas em entrevistas com o consultor de tecnologias móveis Luke Wroblewski e autor do livro Mobile First, e com o Diretor Sênior de Desenvolvimento de Protudo da ESPN, Jay Lee.

1. Não fique baseado apenas na dimensão do seu desktop e tente espremer o máximo que puder de telas pequenas. Use o processo de desenvolvimento móvel para podar suas ofertas para o que é mais essencial.

2. Ninguém se importa com o seu organograma! Use o espaço da tela para exibir conteúdos reais, não apenas hierarquias de links.

3. Considere o desejo do seu cliente em primeiro lugar e certifique-se que você pode realmente dar aquilo que ele quer.

4. Faça tudo o que puder para tornar a experiência móvel mais rápida. As pessoas usam seus smartphones quando já estão esperando alguma coisa – fila de banco, de cinema, propagandas – e não querem ter que esperar enquanto já estão esperando.

5. Interaja com os seus clientes regularmente, especialmente quando você alterar algum recurso. Não assuma que você sabe como as pessoas usam o seu site, pois você nunca saberá, de fato.

6. A paisagem móvel está em constante evolução, em termos de dispositivos e até mesmo sistemas operacionais. Use HTML5 e os padrões web para provar o futuro do seu desenvolvimento.

7. Smartphones são cada vez mais capazes de renderizar páginas. Use esta habilidade para limitar as chamadas do servidor e forneça implementações específicas de cada dispositivo.

8. Mude o foco do usuário durante processos demorados de modo que ele não se sinta enrolado.

9. Forneça diferentes meios de para o mesmo serviço. Aumente as opções de navegação por trás dos botões claramente identificados que permitem aos usuários explorar outras opções.

10. Você pode tornar a navegação invisível através da criação de preferências para alertas móveis. Seus clientes receberão o seu conteúdo mais rápido e você aprenderá sobre o que eles mais querem.

Para mais dicas, sugiro que acesse o site da ESPN ainda hoje. Tudo indica que a matéria deles terá muitas outras dicas interessantes. [via Forbes]


O Google Maps é a melhor opção para o seu negócio?

Como a tecnologia móvel se tornou algo normal na web, geolocalização é algo fundamental. A próxima fase dos aplicativos de geolocalização será baseada ainda mais no tempo real e focada principalmente nos seus negócios. Quando se trata de mapear o mundo exterior, o espaço está muito lotado. É difícil argumentar sobre o Google Maps, pois seu livre poder de serviço ao consumidor com mapas em ambas as plataformas dominam os smartphones. Para as empresas, é fundamentar estar nos mapas, e nos “Lugares” do Google não podem ser negligenciados.

Mas há outra fronteira de mapeamento móvel que não podemos deixar de citar. O mapeamento interior de grandes prédios – como aeroportos, centros de convenções, museus e lojas – é o que forma o serviço El Dorado  de geolocalização móvel. O Google começou a sua expedição no interior de edifícios, e as empresas podem se inscrever e oferecer seus próprios planos de mapas. Mas há uma outra opção: Use uma plataforma como o Meridian e construa o seu próprio mapa interior. Qual será o melhor para o seu negócio.

Google Maps

google indoor

O Google Maps lançou seu serviço para mapas internos em novembro. E está atualmente disponível no Google Maps para Android. Quando foi lançado, ele tinha grandes parceiros, e ofereceu aos empresários a capacidade de apresentar um plano de piso para inclusão. Depois disso, o proprietário da empresa não precisava fazer mais nada, exceto apresentar planos atualizados se as coisas mudassem de lugar. O Google cuida do resto.

Deixar um provedor de serviços lidar com todas essas coisas de mapeamento poderia ser uma escolha conveniente. O Google tem um interesse em apresentar a mais atraente listagem de empresas que puder. Mas será que esses mapas internos são realmente precisos? Em outubro, o Google decidiu assumir a responsabilidade por atualizar listagens de empresas por conta própria, pedindo informações aos proprietários depois de fazê-las.

Se você precisar de um controle maior sobre a forma como sua empresa aparece online, você pode querer uma solução mais personalizada.

Meridian

O serviço anunciou aos poucos os seus parceiros. Ao contrário do Google, o Meridian está no modo start-up, mas levantou 1 milhão de dólares no ano passada na premissa de que o melhor aplicativo baseado em geolocalização é construído pelos próprios empresários.

Meridian vem oferecendo aos consumidores mais mapeamento interno do que o Google, mas apenas para alguns locais participantes. Para os consumidores, é um aplicativo que permite navegar dentro de seus museus favoritos, estádios e lojas. Mas para as empresas, é uma forma de construir e controlar um um mapa 3D do interior de sua própria localização e oferecer um aplicativo personalizada para a sua marca.

Independente da opção que faça mais sentido para você, esta escolha é emocionante. O poder da Web móvel melhora o mundo para os usuários e eleva o perfil das empresas em geolocalização. [via ReadWriteWeb]


Como o grupo Anonymous continuará anônimo online

Anonymous

A recente inauguração de um sistema de privacidade simplificada do Google deve deixar muita gente preocupada, pois ninguém sabe o quanto de informações estão sendo colhidas online. É uma proposta assustadora, mas existem maneiras para contornar isso. O grupo de hackers Anonymous twittou hoje um guia detalhado para manter sua atividade na web completamente secreta.

E, como o site mesmo diz, “explicando de modo detalhado, qualquer noob pode fazer ^^.”

O núcleo do programa The Union Router é uma tecnologia desenvolvida originalmente para a Marinha dos EUA, mas está em grande circulação hoje: é a mesma tecnologia que permitiu o fundador do Wikileaks ficar todos os seus anos com suas publicações escondidas do governo. Basicamente, quando ele é ativado, seus dados tomam um caminho aleatório através de uma vasta rede, até que em determinado ponto é impossível rastrear o seu computador.

O programa é fácil de usar e de instalar, e irá fazer um grande trabalho, por si próprio. Mas o guia acrescenta mais alguns passos para garantir que tudo que você faz na internet é impossível de rastrear, como softwares de criptografia, um firewall, e um canal com mais programas. É muito bem elaborado, e no final proporciona o tipo de proteção que mantém um grupo como o Anononymous realmente no anonimato.

A grande maioria das pessoas não ligam muito para esconder seus dados e históricos de navegação, mas esse tipo de medida, principalmente em época de “ditadura digital”, pode ser muito interessante. Pode parecer loucura e até paranoia, mas no fundo existe até um pouco de divertimento nisso. [via Forbes]


Anonymous constroem servidor de arquivos igual ao MegaUpload, será que dá certo?

Na madrugada desta segunda-feira, surgiu na internet o http://anonyupload.com/, um servidor de armazenamento e transferência de arquivos em estilo semelhante ao do MegaUpload. O site que foi construído por membros do Grupo Hacker Anonymous informa no rodapé da plataforma que estarão operando dentro de 24 horas. O serviço inclui ainda uma mensagem de apoio e agradecimento a Kim Schmitz (através do apelido Dotcom), fundador do MegaUpload. Será que essa empreitada dará certo?


Megaupload pode voltar ao ar com um novo nome de domínio

O blog de tecnologia TheNexWeb afirma que está recebendo grandes informações, inclusive diretamente do grupo Anonymous, de que o Megaupload está tentando voltar ao ar com um nome de domínio diferente. Megavideo.bz, o novo nome de domínio, ficou no ar por pouquíssimo tempo, e agora pode ser acessada através do endereço: http://109.236.83.66/.

anonymous

Ao conectar o endereço citado, fui recebido com a seguinte mensagem:

mensagem megaupload

Os rumores afirmam que o Megaupload está tentando colocar sua versão mais recente do site, incluindo todos os seus arquivos, antes do desligamento forçado pelo Departamento de Justiça dos EUA.  Vamos manter os olhos bem atentos, até porque muita coisa pode surgir até o dia terça-feira – dia que iniciará o processo de votação nos projetos PIPA e SOPA. [via TNW]

 


Em vingança pelo MegaUpload, Grupo Hacker Anonymous derruba até site do FBI

Em resposta ao fechamento do site Megaupload o grupo hacker Anonymous derrubou sites da Universal Music,JustiçaAssociação das Gravadoras (RIAA) e Associação Cinematográfica (MPAA) e até mesmo do FBI. A operação intitulada#OpMegaupload foi anunciada e comemorada pelo Twitter do grupo.

Ao comemorar os ataques, o grupo citava o combate à SOPA e à PIPA, a lei antipirataria que tramita no Congresso americano que levou a Wikipedia a ficar 24 horas offline.

Em uma das mensagens publicadas, o Anonymous exalta a participação de 5.635 pessoas usando “Loic”, um programa de código aberto utilizado para ataques de negação de serviço DDoS.

Segundo o grupo é o “maior ataque feito pelo Anonymous”

[Via link]


Condenado por pirataria, fundador do Megaupload é preso e site é fechado

O Megaupload, um dos mais famosos e utilizados sites de compartilhamento anônimo, foi fechado e seus funcionários serão indiciados. A empresa foi acusada de pirataria, curiosamente poucas horas depois de ter entrado com um processo judicial contra a Universal Music Group (UMG).

De acordo com o New York Times, procuradores do FBI fecharam o site Megaupload e acusaram seu fundador de violar as leis anti-pirataria. O fundador do site, Kim Schmitz, também conhecido por Kim Dotcom, foi detido, na Nova Zelândia, onde reside. Segundo o FBI, este é um dos maiores processos de sempre dos EUA por violação de direitos de autor.

O processo indicia sete pessoas e duas companhias, Megaupload Limited e Vestor Limited, acusadas de custar mais de 500 milhões de dólares aos detentores de direitos de filmes e músicas.

Os fundadores das empresas, Kim Dotcom, também conhecido como Kim Schmitz, pela Megaupload, e Kim Tim Jim Vestor, da Vestor, enfrentarão uma pena de prisão de 20 anos por extorsão, cinco por violação de direitos de autor, outros 20 por lavagem de dinheiro e mais cinco por outras queixas relacionadas.

A acusação diz, a certo ponto, que o Megaupload chegou a ser o 13º site mais popular do Mundo. A empresa defende-se das acusações, sustentando que “sempre atua com diligência quando confrontada com denúncias de pirataria”.

O fechamento do site ocorre poucas horas depois de ser tornada pública a intenção do Megaupload de processar a distribuidora Universal Music Group (UMG), por conta de um vídeo promocional do Megaupload, que contou com a participação de artistas como P Diddy, Will.i.am, Alicia Keys, Kanye West, Snoop Dogg, Chris Brown, The Game and Mary J Blige.

A Universal processou o Megaupload pouco tempo depois do vídeo ser lançado,  em Dezembro de 2010. O vídeo acabou se tornando um viral, com mais de 11 milhões de visitas. Mas, como vocês podem observar no vídeo, não foi utilizada nenhuma música dos artistas, sendo uma composição totalmente promocional.

A distribuidora, detentora dos direitos autorais de P Diddy, Will.i.am e Kanye West, conseguiu uma intimação judicial para que o vídeo fosse retirado do Youtube, argumentando que a presença destes três artistas no vídeo não foram autorizadas.

“UMG fez algo ilegal e injusto ao denunciar este conteúdo como violando a lei. Não tinham o direito de fazer isso. Achamo-nos no direito de os processar, mas queremos dar-lhes a oportunidade de pedirem desculpa”, disse Kim Dotcom, em declarações ao site TorrentFreak, em 10 de Dezembro.

Mais de um mês depois, o Megaupload parece ter-se cansado de esperar e avançou com a ação judicial. Cerca de cinco horas depois, a empresa foi indiciada por pirataria e o site foi fechado. Nossa.[via JN]


Google coleta 4,5 milhões de assinaturas contra o projeto SOPA

Doodle anti-SOPA

Quando pensamos em busca, não existe outro site que não passe pelas nossas cabeças. O Google é, como já chamamos há algum tempo, o gigante das buscas. Durante desastres naturais, por exemplo, o Google forneceu links úteis e recursos para as pessoas que queriam doar ou ajudar de alguma outra forma. Com os Doodles, fez suas homenagens a personagens e eventos que muitas pessoas teriam negligenciado.

Arrisco-me a dizer que o Google, mesmo sem ter aderido completamente ao protesto de quarta-feira contra os projetos SOPA e PROTECTIP, foi o site que obteve mais sucesso. Um link na página inicial do Google levava os usuários a assinarem uma petição contra os projetos. Foram mais de 4,5 milhões de assinaturas.

Há alguns meses, a petição tinha apenas algumas dezenas de milhares de assinaturas.

goog_graph

Venhamos e convenhamos, 4,5 milhões de assinaturas em um único dia não é para qualquer um. É essencial que a forma que a internet e as autoridades governamentais – não só americanas, para deixar bem claro – interagem sejam melhoradas. Os números podem ser considerados um pouco inflacionados e menos salientes do que 4,5 milhões de assinaturas escritas à mão, com o número da identidade, mas este não é realmente o ponto. 4,5 milhões de pessoas tiraram um tempinho do seu dia e foram até a página do Google, se informaram, preencheram as informações pertinentes e registraram o seu descontentamento. Isso quer dizer algo. [via TechCrunch]


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