Categoria: Cibercultura

#INFOGRÁFICO: Viciado em Angry Bird? Estamos aqui para ajudá-lo

Viciado em Angry Birds? Bem, muitas pessoas estão viciadas em games para plataformas móveis. Nós não estamos sozinhos nessa atração em arremessar aves voadoras e gostaríamos de algumas respostas.

Por que não podemos parar de jogar e por que ele está se espalhando para todas as plataformas? Por que o danado é tão divertido? Os pesquisadores de mercado da AYTM consultaram psicólogos e cavaram boatloads de estatísticas para encontrar algumas respostas: [via Mashable]

Clique no Infográfico para ampliar.

Infográfico Angry Birds

 


GetGlue bate recorde com 11,7 milhões de Check-ins em Agosto

Como as Tvs sociais continuam a crescer em popularidade, o serviço de entretenimento social em check-in do GetGlue começou a fazer alguns anúncios interessantes. Houve um crescimento de 130% neste verão norte-americano, fazendo agosto ser o seu melhor mês. Foram aproximadamente 11,5 milhões de check-ins, e em Julho, aproximadamente 9 milhões.

De acordo com o Blog GetGlue, eles “tem um banco de dados de mais de 200 milhões de classificações, comentários e check-ins”. Desde o início deste ano, check-ins no GetGlue  tiveram um aumento de 800%. Confira a tabela abaixo para uma melhor visualização desse crescimento.

getglue gráfico

Então, quais as coisas que as pessoas mais estão fazendo neste verão nos EUA? As Estatísticas do GetGlue mostram que a série da HBO, True Blood, disparou em termos de check-ins para a TV social. Ficou em primeiro lugar com 490.787 check-ins, enquanto Preety Little Liars, a segunda colocada, recebeu apenas 161.960.

checkins getglue

Na arena de filmes, Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte II levou o bolo, com 174.189 check-ins, Capitão América ficou em segundo lugar, com 124 mil check-ins. A rede social ofereceu recompensas para os check-ins em todos os 10 melhores filmes com maiores bilheterias, como os seus famosos adesivos e muito mais. [via SocialTimes]

adesivos

 

 

 


Vídeo Interativo: O que achamos que vemos quando bêbados VS o que realmente vemos

como nos vemos bêbados

A nova campanha de vídeo  de diversão interativa da empresa de ônibus dinamarquesa, Movia, nos mostra o que realmente vemos quando estamos bêbados. Quando você acorda pela manhã (ou tarde), depois de uma noite louca na cidade, muitas vezes suas memórias ficam um pouco distorcidas. Movia nos confronta com a realidade de uma camada de vídeo que apresenta um casal e o modo como eles se vêem bêbados.

drunk bus movia

Você pode ver o vídeo interativo em  Byturen.com. É só passar o mouse sobre o vídeo para ter um vislumbre da realidade. Alternativamente, você pode conferir o vídeo do YouTube abaixo, que mostra ambas as realidades de uma só vez, como você acha que você vê quando está bêbado contra o que você realmente vê quando está bêbado .

Talvez o vídeo seja um pouco extremo, mas mesmo assim é muito interessante e divertido. [via SocialTimes]


9 razões para seu conteúdo não ser compartilhado nas redes sociais

Aproximadamente 30.000 milhões  de posts de conteúdo são compartilhados a cada mês, incluindo blogs, links, notícias e álbuns de fotos.

A HubSpot descobriu três coisas que devem acontecer para que seu conteúdo seja compartilhado: Primeiro: As pessoas devem ser expostas ao seu conteúdo (ser um fã no Facebook ou um seguidor no Twitter). Em segundo lugar, devem estar conscientes do seu conteúdo. Finalmente, em terceiro, devem se motivar por algo no seu conteúdo. Este artigo incindirá sobre as motivações para o compartilhamento.

New York Times recentemente firmou parceria com a  Latitude Research para compreender a “psicologia do compartilhamento“. Baseado num estudo de 2500 participantes (e algumas outras pesquisas recentes), aqui estão nove razões pelas quais seus clientes não compartilham o seu conteúdo.

1. Eles podem não confiar em você

De forma bem simples, as pessoas não vão compartilhar os seus conteúdos, se não acharem que você é confiável.

2011 Edelman Trust Barometer constatou que, globalmente, apenas 56% das empresas recebem confiança das pessoas para fazer o que é certo. No entanto, nos EUA, Reino Unido e Japão, esse número caiu significativamente entre 2010 e 2011. O mais interessante é que o Brasil lidera essa pesquisa.

gráfico

2. Às vezes a marca é insignificante para eles

É triste ouvir/ler isso, mas os clientes geralmente têm memória curta. Eles se perguntam “o que você fez por mim ultimamente?”

Seus clientes estão procurando informações valiosas, grandes promoções e uma chance de conhecer outras pessoas que compartilhem seus interesses. Assim que você parar de oferecer tais conteúdos, os seus fãs vão procurar outro lugar.

Eles não podem se sentir num compromisso com a sua marca, mas você pode mantê-los  interessados.

3. Eles podem achar seu conteúdo chato.

Não seja chato. As pessoas estão muito mais propensos a compartilhar algo que acham intrigante ou engraçados.

Veja o caso dos vídeos da Volkswagen. Seu episódio Cannes-Winning, A Força, uma paródia sobre o Star Wars, ganhou mais de 40 milhões de visualizações. Nenhum de seus outros vídeos, ou conteúdos de marketing tradicionais, chegou perto de 1 milhão de visualizações.

4. As pessoas se preocupam com as causas mais do que as marcas

O New York Times descobriu que as pessoas são mais propensas a compartilhar sobre algo que eles estejam apaixonados.

As pessoas raramente acordam se perguntando o que eles podem fazer pela marca X hoje. Mas eles sonham com maneiras de ajudar a sua causa favorita. Quer seja acabar com a pobreza, apoiar o Greenpeace ou avançar uma instituição de caridade local, muitas pessoas se sacrificam para ajudar as coisas que gostam.

lightin the led revolution

Apesar de não ter sentido humanitário, isto faz com que as pessoas se animem para fazer parte de algo maior do que sua marca ou produto.

5. As pessoas compartilham para construir relacionamentos com os outros

A pesquisa mostra que as pessoas valorizam relacionamentos com outras pessoas, não necessariamente com as marcas. Elas estão, definitivamente, à procura de comunidade. Sua marca pode ser capaz de criar uma plataforma para essa comunidade.

Aqui estão dois fatos interessantes do estudo do The New York Times:

78% dos entrevistados usam links para ficar conectados com as pessoas.

73% dos entrevistados disseram que a partilha de conteúdo ajuda a encontrar pessas interessantes.

A Red Bull faz um bom trabalho de compartilhamento de conteúdo. Seus fãs geralmente estão dispostos a compartilhar com seus amigos.

redbull

6. Os clientes estão procurando validação

Algumas coisas não mudaram desde o ensino fundamental. Estamos todos tentando construir credibilidade aos olhos dos nossos amigos. Queremos ser vistos como especialistas em alguma área.

A nossa forma de fazer isso online é através do conteúdo que compartilhamos.

68% dos participantes do estudo do The New York Times disseram que compartilhar o conteúdo é como uma propaganda para eles. Querem dar aos outros uma noção melhor do que eles são.

7. As pessoas compartilham informações importantes para elas

Você já ouviu ou disse: “Eu estou apenas pensando em voz alta”. Ou então a clássica hashtag #notamental. Hoje muitas pessoas pensam em voz alta na mídia social.

O cientista Dan Zarrella realizou uma  pesquisa interessante sobre este assunto. Vale à pena dar uma lida.

8. Você é incompreendido pelo seu público

O estudo descobriu que há seis tipos de pessoas que compartilham online.

1. Altruístas: compartilham conteúdo com o desejo de serem úteis e aspiram serem vistos como uma fonte confiável de informações.

2. Carreiristas: bem-educados e procuram ganhar uma reputação que traga valor às suas redes. Preferem o conteúdo que é mais sério e profissional.

3. Hipsters: São mais jovens, e sempre viveram na “era da informação”. Eles usam o Twitter e o Facebook para compartilhar conteúdo de ponta e criativo. Compartilham conteúdo para construir sua identidade online.

4. Bumerangues: Buscam a validação e prosperam na reação dos outros ao seu conteúdo, mesmo quando as respostas são negativas.

5. Conectores: Compartilham o conteúdo como meio de estar ligado a outros e para fazer planos. Estão mais relaxados nos seus padrões de partilha.

6. Seletivas: são mais atenciosas no que compartilham e com quem compartilham. Eles personalizam a sua partilha e esperam feedback.

 9. As pessoas são mais pessoais via e-mail

Os autores do estudo descobriram que as pessoas não abandonaram seus e-mails. Na verdade, os participantes compartilham mais frequentemente por e-mail e consideram-no mais privado. Por isso, eles têm as mais altas expectativas de respostas por e-mail. Nunca abandone esta importante ferramenta.

Algumas dicas finais:

Uma das regras mais negligenciadas na criação de conteúdo é a regra da simplicidade. Posts mais curtos são partilhados com mais frequência.

Crie um senso de urgência em sua escrita. Dê às pessoas uma utilização para responder agora. Se eles não agirem imediatamente, provavelmente nunca irão agir.

Finalmente, lembre-se que a obtenção de seu conteúdo compartilhado é apenas o primeiro passo. Veja isso como parte da estratégia de longo prazo para a construção de um público fiel. [via SocialMediaExaminer]


China cria uma lista com 100 músicas proibidas na Internet

LG exemploSe uma tirania proíbe uma canção, você provavelmente entende que a musica é um grito de liberdade, um desabafo ou uma cusparada no rosto de Deus. A lista de proibição de algumas músicas pops na China acaba com essa idealização.

Em uma busca que deveria trazer “ordem” para o mercado de música na Internet, a China criou uma lista de 100 canções que agora são proibidas no país. Estas canções, segundo o Ministério da Cultura do país “prejudicam a segurança da cultura do estado que deve ser limpo e regulado por lei”.

Na lista das acusações temos vários motivos esdrúxulos, incluindo o de que as canções são “de mau gosto e de conteúdo  vulgar” (Ah, se o Brasil adotasse essa medida..).

A lista completa está na maior parte em chinês. (Aqui você encontra um versão traduzida por máquina). Entre as ameaças  à “cultura do Estado”, estão as músicas “ET” e “Last Friday Night” da Katy Perry, assim como canções de artistas como Britney Spears, Beyoncé, Backstreet Boys (WTF?!!) e Lady Gaga (que teve 6 músicas incluídas na lista). Alguns dos artistas chineses também tiveram suas músicas proibidas, por trazerem mais poder político à música pop. Estão aqui incluídos Yoga Lin, Mei, Hsio e Jue YAn. No final porém, talvez algumas canções sobre sapatos e seios sejam mais perigosas para tiranias sem graça do que qualquer tipo de propaganda. [via ReadWriteWeb ]


Hoje é o 29º aniversário do E-mail. Que tal conhecer seu criador?

Em 30 de Agosto de 1982, V. A. Shiva criou o “E-mail”. E basicamente é a mesma guia que usamos hoje.

“Quando ouvi pela primeira vez a palavra ‘correio eletrônico‘, literalmente senti que era o envio de eletricidade através do papel. Essas duas palavras justapostas em 1978 foram absolutamente novas”, diz Shiva. Enquanto muitos afirmam ter “inventado o e-mail”, a questão não é apenas semântica. Quando se fala em sistemas de mensagens eletrônicas, Shiva é o responsável por ter transformado o que era conhecido como correio de escritório para o sistema de e-mail.

“Os caras antes de mim estavam envolvidos em mensagens de texto. Mensagens enviadas de um computador para outro computador. Tom Van Vleck foi o primeiro a enviar uma mensagem de um computador para outro usuário do mainframe. Leonard Kleinrock enviou uma mensagem através de dois computadores na rede asme. Ray Tomlinson enviou uma mensagem através de vários usuários em vários computadores. Mas o meu conceito de e-mail foi claramente relacionado com o correio de escritório. Isso é o que eu construí: um banco de dados, uma infra-estrutura de redes e linguagem de programação de software para e-mail”, disse Shiva em entrevista para Courtney Myers.

Aqui está o registro de direitos autorais que Shiva apresentou:

copyright e-mail

Quase 30 anos depois e V A Shiva está agora ensinando”Visualização de sistemas” no Instituto de Tecnologia de Massachusetts. É uma classe transdisciplinar que permite a conexão dos engenheiros com múltiplos sistemas.

Quando perguntado sobre o futuro do e-mail, Shiva acha que a ferramenta veio para ficar, independentemente do surgimento das mídias sociais e mensagens de texto. “O Facebook pode até criar um e-mail integrado, mas, fundamentalmente, continuará sendo um e-mail”.

Para o seu aniversário, V A Shiva desenvolveu o infográfico abaixo que apresenta a história do e-mail e do crescimento dessas contas. [via TheNextWeb]

infográfico e-mail


Ser multitarefa pode torná-lo menos produtivo

Suponhamos que você está numa mesa, comendo algo delicioso com alguém e simplesmente seu smartphone começa a vibrar, uma vibração que não pode ser ignorada. Pode ser uma chamada urgente ou um simples sms. Durante o resto da refeição seus olhos se depararão muitas vezes com o botão verde do aparelho, esperando a hora certa de agir, mesmo sem saber se algo realmente está para vir.

Na verdade, essa é uma barreira no caminho da nossa capacidade de ouvir e se concentrar, para não mencionar o aparecimento de novas normais sociais que permitem um comportamento mais distraído. A questão real é, na era da informação sem esforço, estamos realizando multitarefas de um forma positiva assim como pensamos que estamos?

A mecânica do multitarefa

Multitarefa não somente dificulta a produtividade, como também é realmente difícil de retirar. De acordo com um artigo de Março deste ano, publicado pela Psychology Today, multitasking (engajar-se em duas ou mais tarefas simultaneamente) só é possível quando duas condições forem atendidas. Primeiro, uma das tarefas tem que ser tão enraizada que nenhum foco é necessário, e em segundo lugar, que envolvem diferentes tipos de processamento cerebral.

O artigo explica que a ler enquanto ouve música sem letra é possível porque a “compreensão da leitura e o processo da música instrumental envolvem diferentes partes do cérebro”. No entanto, se a música tiver letra, a capacidade do seu cérebro para reter informações diminui significativamente, porque ambas as atividades envolvem o centro de linguagem do cérebro. Todas essas mensagens de texto e e-mail que você lê estão seriamente afetando sua capacidade de sucesso ao responder, participar de reuniões, ouvir um cliente.

Há apenas uma solução: Desligue o barulho

Como nos tornamos melhores ouvintes? Qual a única solução? Se você precisa fazer as coisas, desligue todos os dispositivos não essenciais.

Tente se afastar do seu celular ou canais de mídias sociais por um período de tempo. Deixe que seus amigos e contatos saibam que você pode estar fora por um tempo, mas que você vai responder a eles no mesmo dia.

E talvez o mais importante, foque em uma tarefa de cada vez. Vivemos em uma cultura que acredita que fazer multitarefas nos torna mais ativos e fortes. Como mencionado acima, isso só te levará a ter menos produtividade.

Volte a escutar

Em nossa corrida pra nos tornarmos gurus gadget, nos tornamos uma sociedade de péssimos ouvintes. Como o engajamento real tornou-se fundamental na vida de nossos negócios, como podemos esperar uma conexão com todos o tempo todo? O fato é que não podemos.

Então, o que deve ser feito? Devemos seguir um conjunto de regras básicas: Estabelecer limites durante o dia. Conscientemente alocamos quantidades de tempo para permitir que a mente se harmonize com êxito e foco de transição de uma tarefa para outra. Esses períodos também devem incluir o tempo dedicado onde você pode fazer a transição entre as redes sociais, notícias, e-mails e outras ferramentas de comunicação que requerem o uso da mesma parte do cérebro.

Como seres humanos, não estamos programados ou somos construídos para observar tudo, e quando tentamos, acabamos atirando no próprio pé sendo improdutivos ou cometendo graves erros que possam nos custar muito caro. Quem sabe um dia o multitarefa seja algo tão comum que, na verdade, comecemos a buscar por pessoas monotarefas? [via Mashable]


No tranco, mas banda larga móvel cresce 80% em 12 meses

Apesar do péssimo serviço de 3G prestado pelas companhias de telefonia móvel (só este ano já abri uns 3 processos na ANATEL), a banda larga móvel vem sendo a grande mola para o crescimento dos acessos em alta velocidade no país. De acordo com balanço mensal elaborado pela Telebrasil – Associação Brasileira de Telecomunicações, as conexões móveis cresceram 80,1% entre julho de 2011 e o mesmo mês do ano passado, subindo de 16,5 milhões para 29,7 milhões. O número de modems chegou em julho a 6,9 milhões (crescimento de 26,2%), e os celulares 3G já ultrapassam 22,8 milhões, mais que o dobro (106,7%) do total de julho de 2010.

O número total de acessos em banda larga (fixas e móveis) ultrapassou 45,7 milhões em julho, crescimento de quase 57% em relação ao mesmo mês em 2010. Desde o início deste ano, 11,2 milhões de novas conexões foram ativadas – mais de um novo acesso a cada dois segundos.

O ritmo de crescimento em julho foi ainda maior, com 1,9 milhão de novas conexões rápidas, superando em 34% a média mensal de 2011 (1,4 milhão).

De acordo com o levantamento, o número de conexões fixas subiu 26,3% nos últimos doze meses, passando de 12,6 milhões em julho de 2010 para 16 milhões no mês passado. [ via IDG Now ]


Facebook vai deletar perfis de presos para evitar conversas externas

De acordo com o site CNet algumas autoridades norte-americanas estariam trabalhando em conjunto com o Facebook para deletar contas de detentos que estejam atualizando suas páginas na rede social.  A medida é válida para os presos no estado da Califórnia e, de acordo com a Polícia, tem como objetivo acabar com conversas externas que poderiam se transformar em benefícios para os presos ou combinação de encontros íntimos com pessoas que estão em liberdade. É a versão 2.0 do clássico problema dos celulares dentro dos presídios.

“O acesso às mídias sociais permite que os presos burlem nosso controle e, assim, eles continuam envolvidos em atividades criminais”, afirmam os oficiais para o site americano. “Essa cooperação entre Facebook e Estado Americano vai ajudar a proteger a comunidade e evitar que futuros crimes sejam cometidos”.

“Se o estado decide que os prisioneiros não têm o direito de usar a internet, é importante que eles também garantam que os presos não tenham acesso a smartphones e outros equipamentos do tipo”, afirma o porta-voz do Facebook, Andrew Noyes. “Nós vamos desabilitar contas que forem reportadas, além de perfis de detentos que forem atualizados por pessoas de fora da cadeia – já que a senha das contas não pode ser compartilhada, de acordo com as regras do Facebook. Também acionaremos na justiça qualquer pessoa que usar o Facebook para fins ilegais”, completa. [ via Olhar Digital ]

Facebook vai deletar perfis de encarcerados para evitar conversas externas


Quais as atividades mais populares na Internet?

Qual é a atividade de internet mais popular? Um pesquisa afirma que 92% dos adultos online nos Estados Unidos utilizam sites de busca e e-mail.

Atividades mais populares

As estatísticas são de um levantamento do Pew Internet a partir de Maio de 2011, até os dias de hoje. Abaixo, o gráfico que mostra essas tendências:

gráfico

No gráfico, podemos ver que tanto e-mails quanto sites de pesquisa foram as atividades de internet mais populares desde que a Pew executa esses tipos de pesquisa. O uso de e-mail foi destacado como ligeiramente mais popular do que o uso dos sites de busca, mas os dois estão empatados conduzindo 92% dos usuários de internet.

Esta pesquisa mais recente foi realizada entre 26 de Abril a 22 de Maio e teve uma amostra de 2277 adultos.

A ascensão das redes de notícias

Receber notícias online ultrapassou o número de compras onlines, 76 e 71% respectivamente para o segundo ano consecutivo.

É importante ter em mente que os dados de todas estas atividades vêm de diferentes relatórios que a Pew realiza em momentos diferentes. Os números de pesquisa vieram de um levantamento feito no início deste ano, como muito bem mencionado. Os números de e-mail vieram de um levantamento feito em 2010, mas são relatados como de 2011.

E-mail e pesquisa são hábitos

Quando perguntado sobre o uso diário (em oposição a qualquer uso), o e-mail fica ligeiramente à frente do uso de sites de busca, com61%, contra 59% respectivamente.

Este uso diário também tem crescido ao longo do tempo, fazendo ‘pesquisa e e-mail’ se tornarem mais “habituais”. Pew escreve:

“Talvez a mudança mais significativa ao longo desse tempo é que ambas as atividades tornaram-se mais habituais. Hoje, cerca de seis em cada dez adultos on-line se envolver em cada uma dessas atividades em um dia típico, em 2002, 49% dos adultos online usavam o  e-mail a cada dia, enquanto apenas 29% utilizavam um motor de busca diária”.

A Demografia da Utilização da pesquisa diária

Pew também forneceu um colapso demográfico da utilização de pesquisa (o uso do e-mail também está incluindo na pesquisa):

dados pesquisa pew

Como podemos ver, em termos de uso diário, as diferenças são muito leves. Os hispânicos, as pessoas com mais de 50 anos, aqueles que possuem educação escolar elevado e e os que ganham menos de 30 mil por ano são os únicos grupos que fazem diariamente busca (o que proporciona menos de 50% da utilização diária). [via Searchengineland]


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