Categoria: Cibercultura

Como os desenvolvedores estão moldando o futuro da música

A indústria musical mudou drasticamente na última década, e isso todo mundo se deu conta. A tecnologia alterou tudo, desde a criação até a distribuição de música. Derrubou varejistas, estúdios e modelos de negócios em toda a indústria. Mas nem tudo nisso é ruim. A música não está morrendo como a evolução.

A pouco tempo atrás, a indústria da música profissional envolvia um conjunto complexo, mas fixo, de envolvidos: artistas, gravadoras, empresários, promotores e etc. Muitos desses papéis mudaram, mas nenhum deles desapareceu. Estão unidos por um novo conjunto de participante: os gigantes da tecnologia, serviços de streaming de música, startups sociais e, talvez mais importante, os desenvolvedores.

Cada parte envolvida neste novo ecossistema da música digital desempenha seu próprio papel importante na criação e consumo de música. Mas é esse novo contingente de hackers e desenvolvedores que parecem prontos para ter o maior impacto sobre com o que a música se parecerá no futuro.

Este fim de semana, codificadores e representantes da indústria reuniram-se em San Francisco para o Music Hack Day, uma tradição que já dura 4 anos. O evento é dedicado a trazer os desenvolvedores juntos para construir coisas novas utilizando as últimas tecnologias e plataformas.

Como o Music Hack Day ajuda a indústria da música

O primeiro Music Hack Day aconteceu em 2008 e não parou de crescer desde então. A proliferação de APIs a partir de várias plataformas relacionadas à música além de algumas interrupções na indústria da música fizeram o espaço propício para um hacker criativo.

O valor do evento é de natureza muito profudna, na medida em que promove uma comunidade de desenvolvedores em torno da música e traz uma ampla gama de jogadores na mesma sala, de programadores independentes para representantes da indústria da música.

Um efeito colateral desse tipo de colaboração é que toda a indústria está se arrastando para a frente. Alguns anos atrás, Wahlforss disse que algumas gravadoras não tinham ideia do que era um API ou de como ele era relevante para o seu negócio. Hoje, a EMI tem uma API própria. E juntos com a Universal Music Group participou do Music Hack Day.

Para a SoundCloud, uma plataforma online de publicação de áudio, este espírito é algo que desempenha um papel de relevo na cultura da empresa e sua crescente equipe de desenvolvedores.

A empresa também contratou recentemente o seu primeiro desenvolvedor evangelista que está silenciosamente preparando um grande anúncio para a plataforma.

Para você ter uma ideia do quanto que a indústria musical se desenvolveu, a Matanay, preparou um gif muito interessante:

30years

 

[via ReadWriteWeb]

 

 

 


Por que os códigos QR podem desaparecer

Geralmente os fãs de tecnologia estão sempre prontos e dispostos a tentar qualquer nova funcionalidade que prometa simplificar suas vidas. Os códigos QR pareciam apresentar a interação com o mundo físico e virtual de forma acessível e uniforme. Esses pequenos códigos pareciam abrir um mundo de oportunidades. Mas depois de usá-los por um período de tempo, muita gente mudou de opinião.

Tentar enquadrar aqueles pontos preto e branco nos aparelhos, muitas vezes, acabava com a beleza do momento. Se a maioria funcionassem bem, com certeza, seriam muito interessantes. Os resultados obtidos com os códigos QR nem sempre se adequam ao esforço da própria transação.

Um estudo realizado pela comScore indicou que apenas 14 milhões de americanos usuários de dispositivos móveis têm interagido com códigos QR recentemente. Em essência, menos de 5% do público americano utiliza códigos QR.

Nós, seres humanos, somos animais visuais. Temos reações viscerais para as imagens que os códigos QR nunca poderão provocar, o que vemos está diretamente ligado aos nossos humores, os nossos hábitos de compra e nossos comportamentos. Faz sentido, então, que uma alternativa mais visual de códigos QR não sejam só mais preferíveis aos consumidores, mas estimulariam respostas mais positivas para a sua presença.

A alternativa QR

Mobile Visual Search (MVS) é um sistema de busca onde você simplesmente aponta um produto ou logotipo e fotografa com a câmera do seu smartphone. Em segundos, o aplicativo MVS fornecerá produtos ou empresas, informações ou mesmo a opção de fazer compras bem ali no seu próprio dispositivo móvel.

As oportunidades são ilimitadas para o MVS. Ao contrário dos códigos de barras bidimensionais e códigos QR. O MVS tem uma capacidade tridimensional de reconhecimento. Mesmo a publicidade tradicional sera revitalizada com o MVS. Imagine uma campanha interativa de impressão que incorpora MVS como parte de uma competição ou de um jogo. Os comerciantes podem oferecer gratificação instantânea na forma de vídeos, ligações móveis, cupons, ou descontos como inventivo para as melhores imagens de um determinado produto ou logotipo.

Riscos à segurança

Além de muito mais versátil, buscas visuais móveis também são mais seguras que os códigos QR. Cibercriminosos são capazes de criar códigos QR maliciosos. Não existe maneira de saber onde que o código levará você.

MVS é uma tecnologia muito mais segura capazes e fornecer mais informações e conteúdo que um código QR. Ao focar objetos do mundo real, em vez de códigos, o MVS diminui o risco de um ataque de vírus. [via Mashable]

 


Para ter sucesso, um vídeo não precisa “viralizar”

Mídia espontânea é talvez o mais cobiçado e procurado resultado numa campanha de comunicação. É uma demonstração de sucesso criativo, uma validação de estratégia, e, mais importante, é grátis.

A mídia espontânea, porém, é difícil de mensurar (falando nisso, já leu o ebook “Para entender o monitoramento de mídias sociais“). No ambiente online, a grande busca é pelo “viral” e, mais recentemente, pelo “meme”: campanhas de vídeo que permitem que as pessoas deem continuidade, em vez de interrompê-las.

Mas campanhas de vídeo não precisam necessariamente “viralizar” para terem sucesso. Elas possuem um valor agregado de mídia por conta própria na forma de compartilhamento.

Um estudo analisou mais de 7,9 milhões de visualizações de vídeos sociais para as marcas através de uma série de categorias, como saúde e beleza, tecnologia, esportes e bens de luxo.

Os vídeos não tinham nada de especial, apenas anúncios que variavam de 15 segundos a 3 minutos de duração. Mas divulgá-los em um ambiente social não-intrusivo fez uma tremenda diferença.

Segundo o estudo, os clientes que gastaram 100 mil dólares em uma campanha de vídeos sociais em 2011 tiveram um retorno de 130 mil dólares, em média.

Para chegar a esses números foram analisados vários fatores, incluindo visitas às páginas do Facebook, visitas ao site da marca, o uso de cupons, tweets, e-mails, ações, replays, e cliques para mais vídeos. Em seguida, foi colocado um valor monetário em cada ação com base em dados da indústria. Uma visita à página de Facebook da marca, por exemplo, foi avaliado em US$1,00 no estudo, que é um valor razoável a ser pago por um clique.

Não há nenhum mistério sobre como esses resultados foram alcançados. Na verdade, é algo bastante intuitivo. Quando você trata as pessoas com respeito, sem interrompê-las, elas te recompensam com taxas de participação elevadas e compartilhamento. Algumas empresas, porém, ainda acreditam no modelo viral, e muitas vezes, acabam pisando na bola. Afinal, melhor um passarinho na mão que dois voando, certo? Isso é algo para se pensar.


Definição de um Geek

Este vídeo produzido por Johanna Asseraf, uma estudante de design gráfico, narra de forma engraçada e criativa a definição de um Geek:

P.s.: Por que a lista de defeitos parece ser maior que a lista de qualidades? =p

[vi no UoD]


Onde está o amor? Que tal um mapa interativo 3D para saber isso?

Você usa o Twitter para espalhar amor e felicidade, ou simplesmente para desabafar? Uma agência acredita que o amor vai conquistar tudo no microblog, e ela criou um mapa interativo em 3D do mundo contendo todos os tweets que continham a palavra “amor” ou “ódio” para provar tal ideia.

Para fazer o mapa, a Imperial Leisure introduziu tags de localização nos tweets de todo o mundo. Os países foram priorizados pelo volume pelo volume de tweets provenientes nos locais, o que significa que nem todos os países estão na pesquisa. Quando os usuários clicam em um país, uma árvore aparece. O tamanho, cor e número de folhas são influenciados por variáveis como o comprimento dos tweets, o tempo que esses tweets foram postados, e se os tweets mencionam amor ou ódio. Quando você rolar sobre as folhas, o tweet real aparece na parte inferior da tela.

As mensagens não são sempre sobre o amor por outras pessoas. Muitos tweets como “Eu odeio peixe, mas amo sushi” são muito comuns.

Olhando para o número de folhas azuis, os países mais “odiosos” parecem ser os EUA e o Reino Unido. Muitas palavras de ódio foram postadas no Valentine’s day, que para algumas pessoas não é, digamos, um dia muito feliz.

Os países mais amorosos (destacados no mapa com folhas vermelhas) parecem ser o Chile e a Indonésia. Hoje, os chilenos estão postando muito as poesias de Pablo Neruda e proclamando amor pelo Justin Bieber – sim, nem tudo é perfeito. Mas o mais legal de tudo isso é que em todos os países mostrados no mapa, há um maior número de folhas vermelhas do que azuis. Ah, o amor… [via SocialTimes]


Um pouco sobre aplicativos móveis para seus negócios

Rápido! Pegue o seu smartphone ou tablet. Que tipo de aplicativos que você tem nele?

É bem provável que você tenha aplicativos que te ajudem no dia-a-dia, como para listas de supermercado, para seus exercícios físicos e até mesmo para armazenar seus pensamentos.

Esses aplicativos transformam simples smartphones em dispositivos de auto-ajuda. E existem inúmeros desenvolvedores para inúmeras ideias. Ou seja, com certeza você sempre vai arranjar um aplicativo para tudo.

Agora imagine se não existisse um lugar onde você pudesse navegar, pesquisar e baixar todas as centenas de milhares de aplicativos. E se não existisse a Apple Market ou o Android Market? Provavelmente seu smartphone não seria tão legal quanto é.

E quando pensamos em negócios? Onde estão os aplicativos críticos que impulsionam novas oportunidades de receita?

Infelizmente, a indústria de negócios para negócios possui poucas lojas virtuais.

Não estou dizendo que falte aplicativos. Existem alguns para eventos virtuais, gestão e para gerenciar seu bando de dados. Outros que descobrem o que as pessoas estão falando sobre sua marca nas mídias sociais, marketing com vídeo, enquetes online e pesquisas. E há, ainda, aqueles que encontram os influenciadores dos nossos mercados, e até mesmo que iniciam campanhas de mala direta.

Cada um deles se encaixa como peças de quebra-cabeça. O problema é que esses aplicativos são geralmente de fornecedores individuais, incapazes de se comunicar uns com os outros. Isso deixa o cliente com uma visão fragmentada do comportamento do comprador para uma pilha crescente de planilhas e relatórios.

Poucos vendedores ou comerciantes gastam a totalidade de seus dias brincando com uma única ferramenta.

Mas a integração entre os aplicativos do consumidor está mudando as expectativas desses negócios.

Os vendedores e comerciantes vão exigir o mesmo nível de integração na vida profissional que eles experimentam em sua vida pessoal. Este ano você verá um grande número de notícias de empresas pronunciando a sua própria versão de uma loja de aplicativos ou sites de desenvolvedores.

Empresas de negócios para negócios não podem se dar ao luxo de manter sua economia nos aplicativos. As marcas de sucesso entregarão um ecossistema ligado aos seus clientes, entendendo que esses clientes precisam de ferramentas para crescer. [via Forbes]


#INFOGRÁFICO: A história das lojas de aplicativos móveis

O aumento do número de lojas de aplicativos mudou radicalmente o conceito sobre “entrega” de software. Já se passou há muito tempo a época em que as empresas de software enviavam discos ao usuário pelos correios. Muitos computadores, hoje em dia, nem sequer possuem mais unidades de CD-ROM.

ShoutEm, que fornece uma plataforma para iOS e Android, criou um infográfico cronológico sobre a história dessas lojas de aplicativos móveis. Desde 2008, com o advento da loja da Apple, a mudança foi radical.

A loja da Apple foi lançada em julho de 2008, um ano após o lançamento do primeiro iPhone, com 500 aplicativos. 10 milhões de aplicativos foram baixados na primeira semana.

A loja do Android foi lançada alguns meses mais tarde, em outubro de 2008a, e começou com singelos 50 aplicativos.

A Research in Motion não ficou para trás, anunciou a loja de aplicativos para BlackBerry logo depois, em uma conferência em outubro de 2008, e aceitou submissões de desenvolvedores no início de 2009. A loja da Nokia foi lançada em 2009 e iniciou a sua corrida de duração como a nº 2 no ranking global, atrás apenas da Apple.

A loja de aplicativos para Windows Phene foi lançada em outubro de 2010. E quase um ano depois tinha 30 mil aplicativos disponíveis. No começo de 2012, o número subiu para 50 mil. A loja da BlackBerry tinha cerca de 37 mil aplicativos no final de julho de 2011.

Confira essa história com mais detalhes no infográfico abaico:

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[via ReadWriteWeb]

 


Pandora Vs. Spotify: entendo um pouco mais

Há pouco tempo, o futuro do tráfego musical na internet dependia apenas da Pandora Radio.

É um serviço construído sobre o Projeto Genoma de Música, um algorítmo patenteado que analisa mais de 400 atributos musicais (como ritmo, tempo, síncope, tonalidade, harmonias vocais, etc.). Pandora cria estações baseadas em artistas igualmente selecionados, assim como canções e estilos.

O Pandora possui uma seleção assustadoramente precisa. Quase que por magia, ele toca a música que você quer ouvir. Muitas vezes, os usuário descobrem novos artistas e baixam suas músicas separadamente no iTunes.

Logo, o Pandora desenvolveu um aplicativo móvel bem sólido, e seu lugar nesse mercado parecia muito fixo. Até que surgiu o Spotify.

O site sueco foi lançado em outubro de 2008 como um serviço somente para convidados na Europa e só teve seu sucesso adiado nos EUA por questões de licenciamento (até que finalmente foi feito um acordo com a Universal Music Group, Sony BMG, EMI Music e a Warner Music Group para direitos de tráfego).

Muitas pessoas se inscreveram para um teste de seis meses no Spotify, para descobrir se o serviço valia a pena.

Contas gratuitas no Spotify não tem o direito de usar os aplicativos para iPhone e para Android. Além disso, o serviço só permite que você transmita um número limitado de faixas, a menos que você atualize para uma conta paga. O serviço ilimitado custa US$4,99 e remove todos os anúncios, enquanto a versão premium, que aumenta a taxa de bits para 320k, custa US$9,99 e além de remover os anúncios, também permite acesso móvel.

Pandora possui uma opção Premium similar. Uma assinatura anual de US$36,00, que remove todos os anúncios visuais e de áudio, aumenta bits por segundo para 192k.

E sobre integração com as mídias sociais?

As pessoas gastam muito tempo nas redes sociais, e geralmente conseguem construir um bom tráfego de aplicativos de música.

O Spotify vetou seu status somente para convidados e marcou uma profunda integração com o Facebook, anunciada na conferência f8, em setembro de 2011. “Sabíamos que o serviço teria que ser inerentemente social”, disse o CEO do Spotify Daniel Ek. “Não podeia haver um lugar melhor para fazer isso no que o Facebook”.

Porém, agora os usuários são forçados a inscreverem no spotify através da sua conta no Facebook, coisa que o Pandora não faz. Muita gente está com medo em relação a privacidade do serviço.

Mas, teoricamente a integração com as mídias sociais dos dois serviços são necessariamente iguais. [via Mashable]


Novas funcionalidades para o Hootsuite

HootSuite acaba de atingir os 3 milhões de usuários em janeiro e quem pensou que com isso o serviço ia descansar um pouco estava completamente enganado. A ferramenta adicionou três novos aplicativos para o seu Diretório App.

Os usuários agora podem integrar os sites Digg , InboxQ eTrendspottr em seus painéis de partida e instalá-los através do Diretório App, que até hoje permitiu que os usuários compartilhassem conteúdo apenas para a Constant Contact, Flickr, Fourmulists, Get Satisfaction, Summify, Tumblr e Youtube.

Antes da estréia do diretório em novembro, os usuários já tinham a capacidade de compartilhar conteúdo no Facebook, Foursquare, LinkedIn, Mixi, MySpace, Ping.fm, Twitter e WordPress. O HootSuite está adicionando mais redes sociais como o Google+.

A integração com o Digg, InboxQ, e o Trendspottr está disponível para HootSuite Basic, Pro e para usuários corporativos.

Aqui está o que os usuários serão capazes de fazer com os novos aplicativos, de acordo com a Hootsuite:

HootSuite Apps no Dashboard Digg: Os usuários podem visualizar as principais notícias, históricos de pesquisa, descobrir e compartilhar conteúdo da web usando o painel de instrumentos e muito mais.

InboxQ: Os usuários podem encontrar perguntas sobre o Twitter com base em pesquisas de tags e frases, e se envolver diretamente com essas questões fazendo perguntas.

Trendspottr: Os usuários podem pesquisar tendências de conteúdo por tópicos, tags, ou frases, selecionando a partir de uma lista de pesquisas populares, e por partes de histórias, vídeos e muito mais através das redes sociais.

“Os desenvolvedores e parceiros irão se beneficiar muito com a exposição funcional e promocional para nossos usuários influentes com os aplicativos que eles desenvolvem”, diz o CEO do HootSuite, Ryam Holmes. “As marcas e empresas querem atender seus públicos onde quer que eles estejam, e isso significa engajá-los através de múltiplos canais e redes”.

O HootSuite também expôs sua API Engagement na última quarta-feira, o que dá aos desenvolvedores externos e parceiros um olhar para dentro de seus sistemas de edição, gerenciamento e agendamento. O HootSuite já tem planos para melhorar a sua API e publicar mais interfaces de programação de aplicativos num futuro bem próximo”. [via HootSuite]


10 dicas de especialistas sobre Tecnologia móvel

Ao analisar o site móvel da ESPN, identificamos um tesouro em dicas sobre como as empresas podem melhorar as suas experiências web móveis para seus clientes. Nós selecionamos 10 dicas baseadas em entrevistas com o consultor de tecnologias móveis Luke Wroblewski e autor do livro Mobile First, e com o Diretor Sênior de Desenvolvimento de Protudo da ESPN, Jay Lee.

1. Não fique baseado apenas na dimensão do seu desktop e tente espremer o máximo que puder de telas pequenas. Use o processo de desenvolvimento móvel para podar suas ofertas para o que é mais essencial.

2. Ninguém se importa com o seu organograma! Use o espaço da tela para exibir conteúdos reais, não apenas hierarquias de links.

3. Considere o desejo do seu cliente em primeiro lugar e certifique-se que você pode realmente dar aquilo que ele quer.

4. Faça tudo o que puder para tornar a experiência móvel mais rápida. As pessoas usam seus smartphones quando já estão esperando alguma coisa – fila de banco, de cinema, propagandas – e não querem ter que esperar enquanto já estão esperando.

5. Interaja com os seus clientes regularmente, especialmente quando você alterar algum recurso. Não assuma que você sabe como as pessoas usam o seu site, pois você nunca saberá, de fato.

6. A paisagem móvel está em constante evolução, em termos de dispositivos e até mesmo sistemas operacionais. Use HTML5 e os padrões web para provar o futuro do seu desenvolvimento.

7. Smartphones são cada vez mais capazes de renderizar páginas. Use esta habilidade para limitar as chamadas do servidor e forneça implementações específicas de cada dispositivo.

8. Mude o foco do usuário durante processos demorados de modo que ele não se sinta enrolado.

9. Forneça diferentes meios de para o mesmo serviço. Aumente as opções de navegação por trás dos botões claramente identificados que permitem aos usuários explorar outras opções.

10. Você pode tornar a navegação invisível através da criação de preferências para alertas móveis. Seus clientes receberão o seu conteúdo mais rápido e você aprenderá sobre o que eles mais querem.

Para mais dicas, sugiro que acesse o site da ESPN ainda hoje. Tudo indica que a matéria deles terá muitas outras dicas interessantes. [via Forbes]


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