Categoria: Cibercultura

E quando o Rei Conteúdo for deposto?

Então… semana passada publicamos um artigo em que afirmamos que o conteúdo segue seu reinado na Internet. Sim, o conteúdo é atualmente uma das partes mais importantes do seu website. Manter o conteúdo atualizado garante o retorno do usuário e aumenta suas chances de conversão. Mas até quando o conteúdo continuará seu reinado?

Durante um bom tempo a onda na web foram os sites em flash (final da década de 90, iniciozinho dos anos 2000). E então vieram os novos padrões web, surgiram os smartphones e as redes sociais dominaram as paradas, juntamente com novas regras de SEO. Enfim, o resto é história e hoje o conteúdo é de extrema relevância. Entretanto, algumas tendências estão surgindo na web e apontam para um “retorno” ao flash, só que agora em novo formato: HTML5 e CSS3.  A quinta versão da linguagem HTML traz consigo importantes mudanças quanto ao papel do HTML no mundo da Web, através de novas funcionalidades como semântica e acessibilidade. Já o CSS3 é a mais nova versão das Cascading Style Sheets (ou simplesmente CSS), onde se define estilos para páginas web com efeitos de transição, imagem, e outros, que dão um estilo novo às páginas da web em todos os aspectos de design do layout.

Visitando o site Awwwards, um dos mais importantes prêmios mundiais de Web Design, podemos observar essa transição. Agora os web sites estão voltando a ter efeitos incríveis e encantando o usuário com os olhos, não mais com o conteúdo. Outros prêmios como CSS Design Awards também mostram a evolução da web. O Conteúdo continuará seu reinado ainda por um bom tempo, provavelmente. Mas observar os sites vencedores me faz lembrar que o conteúdo não é a única coisa que seu site deve possuir. Não estou dizendo para abandonarmos o conteúdo, mas apontando que o design, a usabilidade e a criatividade são pontos importantíssimos também. E para você, qual será o próximo Rei?

[Imagens: ComoCriar, ]


Donos de tablets pagam mais por conteúdo, menos se for notícia

Uma pesquisa da Nielsen revelou alguns números sobre os consumidores donos de tablets nos Estados Unidos. Ao contrário do que muitos pensam, o conteúdo pago continua vivo e crescendo. De acordo com a pesquisa da Nielsen, a maioria dos donos de tablets pagam por downloads de músicas (62%), livros (58%)  e filmes (51%). A única área que teve percentuais baixos foi a de notícias, somente 19% dos entrevistados disseram ter pago alguma vez para consumir conteúdo noticioso no tablet.

Uma das explicações para o baixo índice de pagamento por esse tipo de conteúdo é o fato de que é muito mais fácil se obter notícias por outros meios como blogs, mídias sociais ou aplicativos gratuitos. A pesquisa revelou também que, apesar da baixa adesão ao conteúdo noticioso pago, os usuários estariam mais propensos a pagar por notícias no tablet no futuro do que por música, livros ou filmes. Confira a tabela.

Veja a notícia completa no Techcrunch. // Imagem http://digitalmediageek.com

 


Quer publicar seu livro independente? Conheça duas plataformas de crowdfunding

Depois da plataforma de crowdfunding para TV apresentada ontem aqui, hoje apresentamos duas plataformas que podem ajudar no financiamento de livros e outras publicações. A Unbound, a primeira delas, permite que o escritor alcance seu público e exponha suas ideias. A Emphas.is também pode ajudar neste sentido, pois, além de permitir o financiamento, vende a obra aos consumidores como parte de sua coleção.

Se você ficou animado com ideia de publicar seu próprio livro de forma independente, é bom lembrar que é responsabilidade do autor independente conseguir profissionais como designers, editores, gráficos e outros envolvidos na produção de um livro. Além disso, a promoção e toda a parte de logística fica por conta do autor.

Imagem: Emphas.is (Reprodução)

Veja mais sobre crowdfunding para a indústria editorial no DailyCrowdsource


Trolls no Twitter: #Comolidar?

Quem nunca sofreu com os trolls na Internet né? É impossível agradar a todo mundo, sempre vai ter alguém pra te criticar. Não importa o que você diga, sempre correrá o risco de ofender alguém (mesmo sem querer) e ser ofendido de volta. Pra quem tem uma certa influência em redes sociais como blogueiros, vloggers, etc. O risco só aumenta.

O Twitter propiciou que os tradicionais trolls se tornassem mais ágeis e expusessem seus comentários (até mesmo sobre desconhecidos) para qualquer lugar do mundo. Provavelmente, quando se é atingido por críticas gratuitas no Twitter, a reação de qualquer um seria retrucar, mesmo que de forma juvenil e insensata. (Quem nunca?). É nessas horas que você pensa duas vezes e tuita apenas uma e lembra do sábio conselho:

Afinal, alimentar os trolls não deve ser muito produtivo e pode gerar buzz muito negativo para sua imagem pessoal. #pensenisso.

Veja também The Twitter Trolls: How to Deal with Criticism Online.


O que fazer com sua presença digital depois da morte?

É bem possível que você não tenha pensado sobre isso, mas nunca se sabe quando vamos morrer, não é verdade? Pensando nisso, o Adam Strow, editor do Mashble, apresentou uma palestra sobre o assunto. Confira algumas dicas sobre o que fazer com tantos perfis e blogs antes de morrer.

1 – Expresse sua vontade: Converse sobre o assunto com seus familiares e amigos mais próximos. Conte para eles o que eles podem fazer com suas contas. Será que é melhor deletar, arquivar ou manter tudo sob o controle de alguém? A escolha é sua.

2 – Inclua no testamento: Mesmo expressando-se verbalmente, pode ser interessante escrever um testamento, mesmo que seja uma nota no Facebook ou um post num blog, reforce o que você comentou com as pessoas mais próximas.

3 – Não esqueça das senhas: Se você tiver várias contas e perfis, naturalmente nem todas terão a mesma senha e talvez você nem se lembre de todas, mas calma, nem tudo está perdido. Você pode utilizar o 123people para  dar acesso às pessoas que você autorizar o acesso.

Pra quem ainda não ficou satisfeito com a morbidez deste post, dá uma olhada aqui.

Com informações do SocialMediaToday. Imagem: http://blog.udf.edu.br/?p=2153


Plataforma de crowdfunding permite financiamento para TV

Colocar um programa de TV no ar é muito caro, não é segredo pra ninguém. Com o intuito de quebrar essa entrave, o Mobcaster, plataforma de crowdfunding que propicia que criadores de programas de TV financiem seus projetos com ajuda dos fãs.

Mobcaster - Find It, Fund It, View It
Imagem: Reprodução

 

A plataforma já tem até sua primeira série de sucesso, The Weatherman uma comédia australiana sobre um homem do tempo. Os produtores conseguiram angariar um montante de mais de 73 mil dólares, maior do que o objetivo traçado por eles. Outros exemplos de sucesso são o documentário Back toYour Senses e o noticiário On the Campaign Tail, que também superaram seus objetivos.

A priori, a sistemática do site é bem parecida com a do Kickstarter, pois os usuários podem doar quanto quiserem e recebem alguma recompensa simbólica a depender do valor. No entanto, Aubrey Levy, co-fundador da startup, ressalta que o Mobcaster conseguiu obter sucesso porque está adaptado à sistemática da televisão.

Além de plataforma de crowdfunding, o Mobcaster oferece espaço para divulgação dos trabalhos dos criadores, inclusive já com proposta de comerciais dentro dos programas vinculados pelo site a fim de levantar mais fundos para os produtores.

Conheça mais sobre esse projeto lá no TechChrunch.


Para o Vaticano, um tweet é como um evangelho

Às vésperas da estreia de uma conta para o Papa Bento XVI no Twitter, o padre Claudio Maria Celli, responsável pela comunicação do Vaticano, disse  que um tweet segue a lógica do evangelho. Segundo ele, a possibilidade de se reformular, redistribuir e retuitar algum conteúdo segue a mesma lógica do evangelho cristão. “É como um evangelho, uma pequena semente de mostarda que, uma vez com os grãos espalhados, cresce e se torna um arbusto em que os pássaros podem descansar”, declarou.

O conteúdo do perfil não deve ser escrito pelo próprio papa, mas tudo será aprovado por ele primeiro. Foto: Maurizio Brambatti/EPA

O propósito da criação desta conta seria uma aproximação entre a figura pública do Papa e seus fiéis, inclusive com fotos do líder católico enviadas direto de um iPhone.

O lançamento oficial do perfil, ainda sem nome, não tem data prevista.

via The Guardian


Liderança do Foursquare pode estar ameaçada

O Google sabe que manter a liderança num ramo cheio de inovações é uma tarefa mais do que árdua. Quando se fala em geolocalização, o Foursquare é a grande referência, inclusive tem despertado o interesse de grandes marcas como Starbucks e Bravo, por exemplo.

Hoje, o Foursquare desponta como um dos grandes atores do seu ramo, mesmo assim, sua posição de líder da geolocalização pode estar ameaçada. Outras plataformas como o Facebook, Instagram e Color conseguem adicionar outros serviços, inclusive a partir de dispositivos móveis como fotos ou a promoção de encontros com pessoas que esteja m próximas geograficamente.

Além dos rivais já citados, a grande promessa para competir diretamente com o Foursquare é o Google Latitude que integra outros serviços do Google como o Maps e utiliza das informações de geolocalização para manter redes entre as pessoas. O Google partiu do princípio de que atualmente é preciso oferecer serviços globais com o máximo de possibilidades possíveis, que vão além da geolocalização propriamente dita, por isso aposta tanto na integração de outras ferramentas com o Google Latitude, mesmo assim, o princípio da gamificação bastante conhecido no Foursquare deve ser mantido na nova plataforma do Google. Dê uma olhada nessa prévia:

Pois é, a liderança está só começando.

Via MediaSociaux


O Google nunca mais se esquecerá de você

Pois é, a partir do dia 1º de março que o Google implantará sua nova política de privacidade, com isso, o gigante das buscas não deve mais apagar os dados armazenados sobre o histórico das buscas dos usuários.

Pra quem não sabe, toda vez que se está logado numa conta do Google, todos os dados de buscas são rastreados e guardados através dos cookies no seu navegador e a nova política de privacidade garante ao usuário a possibilidade de apagar os dados armazenados até a data da implantação da nova política.

Pra quem não apagou seu histórico no Google, agora é tarde. [imagem via flickr]


Já pensou em expressar seus sentimentos através de gifs?

Admita, pelo menos uma vez na sua vida você já fez alguma cara e pensou: “Essa minha cara rendia até gif”. Pois é, agora ela pode render mesmo, essa é a proposta do That’s so True da startup Spartz Media.

“Os GIFs podem capturar emoções melhor que as imagens estáticas; é bem melhor você ver uma imagem de uma pessoa surpresa e outra bem diferente você poder ver as expressões de supresa,” disse Emerson Spartz, fundador da Spartz Media em entrevista ao Mashable. “O GIF dá vida a uma história de um jeito que as palavras não são capazes”, completa.

O site tem uma ferramenta que permite que qualquer pessoa insira um texto e escolha algum GIF disponível na galeria, inclusive organizador por categoria. Se ainda sim você não estiver sarisfeito, você mesmo pode fazer o upload do GIF que quiser e disponibilizá-lo para outros usuários. Detalhe: você nem precisa fazer login se quiser somente montar uma história.

Dá uma olhada nesse preview da ferramenta:

Se quiser transformar suas emoções em GIF’s, basta ir lá no That’s so True e se divertir!

via Mashable

 


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