Redação Web Diálogos

Conteúdo da redação provido por @ErickRommell e editado por @Tiago_Nogueira.



[ESTUDO] Alguns usuários param de fazer as coisas para acessar o Twitter e o Facebook

Assisti há algumas semanas um debate entre estudantes de Relações Públicas sobre Midiatização das Tecnologias e percebi mais uma vez que somos todos escravos da tecnologia.

A maioria das pessoas, pelo menos as que leem o Webdialogos, tem algum meio de interagir nas mídias sociais, seja pelo Computador, Laptop ou pelo smartphone. Isso permite portanto um acesso facilitado as plataformas de mídias sociais, lendo e publicando atualizações de status quando e onde quiserem.

Mas aí eu me pergunto… Existe limites para este acesso?

Um estudo recente revelou que algumas pessoas param de fazer qualquer coisa para responder a um tweet. Até mesmo se estiverem fazendo sexo.

Tick Yes, uma empresa especializada em marketing, pesquisou os hábitos de mídia social de 885 australianos, e os resultados são interessantes, especialmente quando se trata de quando e onde eles acessam os sites de redes sociais.

51,6% acessam as mídias sociais do trabalho (me incluo aqui);

41,9% acessam enquanto assistem TV (me incluo aqui);

34% acessam durante os feriados (me incluo aqui);

33,8% acessam na cama (me incluo aqui);

23,3% acessam durante as refeições (me incluo aqui);

21,5% acessam enquanto estão no banheiro (não, momento sagrado);

3,2% acessam na igreja, ou em locais de culto;

2,8% (na maioria homens-64%) acessam durante momentos íntimos.

“Desculpe querida, você pode parar por um segundo? Só para eu responder essa menção”.

momentos íntimos

Outros dados do relatório:

25,1% dos pesquisados usam as mídias sociais para integrar seus negócios;

20,28% usam a mídia social para entrar em contato com alguma marca;

48,2% usam para falar sobre uma nova compra;

25,5% já usaram as mídias sociais para entrar em contato com o SAC de alguma empresa ou para fazer perguntas;

48,7% das pessoas dizem que seu uso de mídia social aumentou no último ano;

4,9% das pessoas admitem o “vício” na mídia social, enquanto 31,3% gastam pelo menos duas horas por dia nela;

47,3% acessam via tecnologia móvel.

“A pesquisa confirma uma série de coisas”, disse Peter Applebaum, diretor de gerenciamento da Tick Yes. “Não ficamos surpresos que o Facebook seja de longe a mídia social mais popular, nem que quase metade dos entrevistados disse que o seu uso de mídia social tenha aumentado no último ano. Mas o que me fez levantar as sobrancelhas é o fato de os australianos pararem o que estão fazendo para responder um simples tweet. [via MediaBistro]

 

 


Referências do Google caem acentuadamente

Há muitas maneiras de medir a força de uma rede social: usuários, visualizações, usuários ativos mensais e o tempo gasto na rede. Se um post para um blog se torna viral e recebe 100 mil visualizações durante a noite, é interessante olhar a desagregação e ver de onde todos os espectadores vieram. NetmarketShare é uma empresa que rastreia esse tipo de dados, e as suas perspectivas de novembro revelou que o Google+ está perdendo o seu poder para referir conteúdos.

Existem algumas outras estatísticas interessantes, tais como a profundidade de página por referência, o que mostra o número de páginas que uma pessoa visitou depois de clicar em um link na rede social. Assim, quando alguém clica em um link para uma página do YouTube, os usuários normalmente olham mais três páginas no site de destino.

referências

Com uma taxa de insignificantes 0,00064% , podemos ver que enquanto o Google pode ser uma ótima ferramenta de publicidade por causa da base de usuários, esses usuários não estão, necessariamente compartilhando muito conteúdo. Isso também poderia significar que não há muitos usuários ativos da rede social ainda. Meu feed de notícias do Google+ tá todo ‘apagadinho’, escrevo algo lá uma vez ou outra, e tenho um ou dois amigos nos círculos que parecem estar se esforçando, fazendo comentários e compartilhando posts.

É bom ficar de olho nessas estatísticas, para ver se próximo mês ou no ano seguinte o Google+ melhorará esses números. [via SocialTimes]

 


Como se tornar co-autor de documentos no Facebook

group

Como se a habilidade de poder postar atualizações de até 6o mil caracteres já não fosse suficiente, os usuários do Facebook agora podem também criar documentos de texto apenas para compartilhamento entre grupos, e colaborando em edições.

Para fazer isso, os usuários do Facebook podem criar em ”documentos” em uma página de grupo, e depois em “Criar documentos” – botão que fica do lado direito da página.

Quando o documento é salvo, ele aparece no feed do grupo, juntamente com um botão de edição e com a possibilidade dos membros do grupo revisarem, clicando em “Mudanças Recentes”.

Estas instruções se aplicam a documentos do Grupo, e não as Notas do Facebook. [via AllFacebook]


Essas pessoas twitarão trechos da Bíblia… Durante os próximos 86 anos

Holy bibleParece um plano ambicioso. Um versículo da Bíblia cristã tweetado a cada dia. Mas um grupo de amigos está se dedicando ao projeto, e já estão na metade de um mês. Agora só faltam mais 85,96 anos pela frente.

O projeto foi lançado às 11:11h do dia 11/11/11, com o verso de abertura do livro Gênesis. Desde então, a conta @ TweetTheBible86 tem tweetado todos os dias, inclusive nos feriados.

A empreitada é liderada por Anthony J. Thompson. De acordo com a liberação do grupo à imprensa, eles são amigos que começaram com a conta depois de discutirem o que a igreja primitiva poderia ter feito se tivessem a tecnologia como o Twitter.

Como a maioria dos versículos da Bíblia possuem mais que 140 caracteres, o grupo criou uma página separada, colocando só a primeira parte do versículo com um link para o verso completo, assim como uma opção para ouvi-lo.

Afim de espalhar a palavra sobre o seu projeto, eles estão usando várias hashtags. A mais usada é #TweetTheBible, vem como várias hashtags relacionadas juntamente com versículos relevantes, tais como #criação e #Genesis. [via MediaBistro]


[Eye Tracking] Como as pessoas veem seu perfil no Facebook – Literalmente

Facebook - perfil

Quando pontenciais namorados, empregados e amigos olham sua Timeline, o que será que eles veem? A EyeTrackShop, uma startup que funciona como rastreador de estudos oculares para os anunciantes nos ajuda através da sua tecnologia a compreender as páginas de perfis de redes sociais populares.

O estudo utilizou as webcans de 30 participantes para gravar os movimentos dos seus olhos à medida que foram mostradas páginas e perfis no Facebook, Google+, LinkedIn, Flickr, YouTube, Klout, Reddit, Digg, Tumblr, Twitter, StumbleUpon e Pinterest em intervalos de 10 segundos.

Não é um estudo perfeito. Trinta é um pequeno número para amostra, e o que chama a probabilidade do que chama mais atenção em um perfil varia de acordo com o conteúdo exibido. Mas vamos fazer algumas observações:

O recurso do site que atraiu mais atenção no Klout, Facebook  e StumbleUpon é a foto do perfil.

O cargo publicado gera muito mais atenção no perfil do LinkedIn. Na verdade, ele gera mais atenção do que qualquer outra coisa na página.

Mesmo sem ter uma melhor razão do que a sua colocação na página, as pessoas olham muito pouco para os perfis sociais. Você pode ver isso nos dados do Facebook, Google+, Twitter e perfis Klout.

Conteúdo ganha sempre o topo das páginas. Isso é verdade em ambos os perfis focados em conteúdo como Pinterest e Digg, bem como perfis socialmente focados como o Facebook.

No Facebook

A foto do perfil e o primeiro post ganhou mais atenção no perfil do Facebook

facebook

No Google

Embora seja maior do que a maioria das redes, a foto do perfil no Google+ não atrai tanta atenção.

google

No LinkedIn

O título foi o rei na página do LinkedIn

linkedin

[via Mashable]


Nova métrica do Facebook mostrará feedback negativo

NegativeFeedback

O Facebook está ficando cada vez mais perspicaz, e agora acrescentou mais uma métrica que exibe feedback negativo sobre os posts.

Steve Allard aponta em seu blog que os administradores de páginas que clicam em “engaged users” nos posts do Facebook, podem agora ver quantos usuários ou escondem os seus posts ou dão feedback negativo em seus feeds de notícias.

Essas métricas parecem estar em uma fase de testes, já que nem todos os administradores têm a página ou o recurso ainda; espero muito que isso se torne permanente, uma vez que a estatística é muito útil, ainda que dolorosa. [via AllFacebook]


Spotify tem grandes planos para aplicativos

Spotify-image

Na sua primeira conferência de imprensa nos EUA, O Spotify revelou na quarta-feira um novo aplicativo que permite que desenvolvedores de terceiros usem a biblioteca de serviço streaming de música. Embora os aplicativos estejam disponíveis apenas em versões beta, um executivo da empresa disse que estará em todos os lugares num futuro próximo, inclusive em dispositivos móveis.

“Spotify acabará por ser onipresente, especialmente porque os usuários querem ter mais músicas nos seus dispositivos tablets. Os amantes da música querem ouvir em todos os lugares, inclusive quando eles dirigem seus carros”, disse Ken Parks, diretor de conteúdo do Spotify. “Com base em quão bem os aplicativos de desktops executam, estamos abertos para o futuro. A loja de música também virá”.

A loja de música permitirá que os membros adquiram canções diretamente do serviço. Este recurso já está disponível para a Spotify Europeia. Por enquanto, Spotify está numa parceria com a empresa Rolling Stone, Last.fm, Songkick e TuneWiki para fornecer aplicativos que irão tornar o site mais atraente para os usuários, a partir dele seria permitido a acesso a letras de música e compra de ingressos para shows. Parques confirmaram que alguns usuários vão começar a ver os aplicativos automaticamente através do Spotify já na sema que vem.

No geral, o modelo de negócios da Spotify está seguindo um caminho semelhante ao do Facebook, começando primeiro como um site antes de expandir para aplicativos móveis. Em setembro, a empresa lançou sua integração com o Facebook e tem atraído novos membros desde então.

Spotify tem estado sob pressão recentemente de concorrentes como o Google Music, um serviço recém-revelado e gratuito que permite que os usuários façam upload, compartilhem e procurem músicas, e depois as ouça em movimentos através da núvem de armazenamento em dispositivos Android. No entanto, Park disse que está atualmente mais preocupado com “proporcionar novas formas de manter o interesse dos usuários no site e na crescente base de usuários” do que se destacar entre os concorrentes.

Park também observou que quanto mais pessoas se engajam no site, “o mais provável é que eles retornem e paguem pelo serviço premium”.

Os membros do Spotify podem usar o site gratuitamente durante os seis primeiros meses e depois optar por pacotes premium para acesso ilimitado.

A pré-visualização dos aplicativos Spotifys estão disponíveis para download aqui. [via Mashable]


Google+ transmite seu primeiro comercial de TV

Isso mesmo, a rede social do Google, agora está fazendo propaganda para televisão. O primeiro comercial passou durante o jogos dos Lions contra os Packers, na NFL.

O comercial de TV mostra como o Google plus é totalmente o contrário do Facebook. Além disso o Google organiza seus amigos, familiares, conhecidos e colegas em diferentes “Círculos”, e então você pode encontrá-los no HougOut.

O comercial é bem simples com a maior parte da propaganda sobre a importância de permanecer em contato com a família e amigos através dos “círculos” e como é útil para atribuir a todos que você conhece um papel em sua vida.

Além disso o Google lançou recentemente um vídeo musical chamado “Google+ Circles Love Story”, que promove a simplicidade dos “Círculos”.

[via SocialTimes]

 


Dia mundial em combate a AIDS torna-se viral nas atualizações do Facebook

Aos que não sabem, ontem foi o dia mundial de combate a AIDS, e os usuários do Facebook estão postando constantemente sobre o tema. No entanto, algo parece estar faltando.

A página do Dia Mundial do Combate a AIDS tinha um total de 57.435 curtis no momento em que eu escrevia este post – não é um número baixo, mas muito menor do que esperávamos.

Muito mais intrigante é o fato de a página do “talking about this” estava com um total de apenas 593, o que parece muito baixo tendo em conta que o tema está aparecendo nas atualizações de status para muitos – a taxa pode muito bem ultrapassar os números acima, se é que já não passou, uma vez que não existe contagem limitada a apenas amigos. O mesmo vale para todos os comentários e curtis de todos os outros posts.

No entanto, as mensagens que vimos consistia principalmente de usuários que marcaram o evento, e não houve tentativas de explorar comercialmente o dia. Links para a página do Facebook ou para o site da campanha eram comuns, assim como os usuários observando que eles tinham mudado suas fotos de perfil principal para o ícone de uma fita vermelha que marca o evento.

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[via AllFacebook]

 


Adolescentes estão usando a Mídia Social para coordenar atos de vandalismo

Já se foi o tempo em que o crime organizado ocorria nos becos escuros e porões frios. O crime organizado está acontecendo no Facebook e no Twitter, e infelizmente o seu filho adolescente pode estar envolvido.

Nos últimos quatro meses, algumas ocorrências de roubo e vandalismo entre os jovens vieram à mídia, e todas as evidências apontam para interação online.

No início deste ano, foi noticiado que um grupo de jovens roubaram um segredo da Vicnoria, em Georgetown, Washington em um flash mob que foi organizado no Facebook. Antes desse incidente, algumas crianças em Nevada invadiram uma loja de conveniência, fugindo com mais de US$ 600 dólares em mercadorias.

Jason Perlow, um escritor da ZD net, falou em primeira mão sobre o crime organizado. Ele afirma que estava procurando uma casa no sul da Flórida, pois queria sair de Nova York e morar em um lugar mais quente, e encontrou na Flórida ” um grande número de imóveis disponíveis”: móveis baratos e desocupados já que a crise econômica forçou muitas famílias a sair de suas casas. Enfim, depois de visitar a casa pela terceira vez percebeu que tinha um caminhão de lixo no quintal. “Fiquei confuso, pois a casa estava vazia. Caminhei para dentro e vi que a casa tinha sido arruinada”

Oficiais foram ao local e descobriram um pouco depois que adolescentes tinham invadido a casa na noite anterior para fazer uma festa. Inclusive usando a piscina.

Perlow logo soube que a casa em Coral Springs não era um incidente isolado, e que esse crime organizado acontece o tempo todo na Flórida, com taxas particularmente ellevadas de vandalismo, dado o número de casas vazias.

Logo descobriram que os adolescentes tinham usado o Twitter e o Facebook para organizar a invasão.

Nos últimos dois anos, vimos o lado subversivo e revolucionário da mídia social, o lado que orquestrou a crise árabe e ocupou a Wall Street, mas lentamente, nós estamos começando a perceber o uso correto da web. É indispensável pensar no tipo de coisa que os adolescentes poderiam aprender se dirigissem seus esforços para produzir em vez de atitudes destrutivas. [via SocialTimes]