Redação Web Diálogos

Conteúdo informativo diário produzido diretamente por @Andreanms e editado por @Tiago_Nogueira. Gostou? Deixa um comentário aí embaixo.



Facebook e Google: Um pouco sobre campanhas publicitárias

A maioria dos sabichões do espaço publicitário menosprezam o Facebook por causa da visão sobre o foco em propaganda e resposta direta. Eles acreditam nessa falsa premissa, pois de um ponto comparativo, o Google pagou por mais publicidade.

Mas esses sabichões estão errados. O Google é incontestavelmente o dono da publicidade vinculada a buscas pagas. Entretanto, todo o mercado de buscas pagas é feito baseado em algo próximo a 250 bilhões de impressões de anúncios mensais. O Google gera receitas altíssimas com esses anúncios. Desde que o Facebook possa atender as marcas, ele poderá ser uma plataforma eficiente para a venda de anúncios eficiente para a venda de anúncios para as marcas que visam autoridade para audiências muito granulares.

Facebook é a fonte mais confiável de dados sobre consumidores, os seus interesses, e aflições. Com certeza ainda vai crescer e se tornar mais abrangente, o que significa que ele se tornará a principal fonte de notícias de todos os dados utilizados por anunciantes para alcançar os usuários-alvo.

É só uma questão de tempo antes de o editores se tornarem tão entrelaçados com a plataforma do Facebook que todo o seu conteúdo torna-se efetivamente parte da plataforma.

O Facebook já cresceu muito como negócio de publicidade em massa. O jogo só é real se for obtido poe empresas locais online, o único lugar par se obter alcance local do público, em qualquer tipo de escala. Local é um mercado de publicidade maciça – que ninguém foi capaz de quebrar online.

Picard, por exemplo, está muito otimista sobre o Facebook. Tudo o que realmente precisa é de alguns formatos de anúncios decentes, e ele tem tudo muito controlado. [via iMediaConnection]


Facebook está ficando lotado: mais 12 aplicativos de mídia para a Timeline

No sábado (19), o Facebook lançou 12 aplicativos de mídia para a Timeline, dentre eles, alguns aplicativos de notícias sociais, como o Yahoo!, o Washington Post Social Reader, Digg social Reader e The guardian.

Este anúncio vem logo após o Facebook lançar 60 aplicativos sociais que se concentravam principalmente em hábitos diários, como cozinhar, comer, viajar, correr , assistir. Agora a rede social tem mais de 80 aplicativos. Parece que o Facebook está querendo que nós usuários pensemos e relatemos nossos pensamentos online, ao invés de nos conectar com nossos amigos e familiares.

Alguns dos aplicativos mais interessantes são: The Daily Show e MTV News, que tanto produzem vídeos curtos como também os compartilha nas redes sociais.

O aplicativo GetGlue está integrado ao Facebook agora também. Os usuários tem a capacidade de compartilhar conteúdo na rede social. Essa integração só fortalecerá o relacionamento entre as duas plataformas sociais.

Os sites de compartilhamento de fotos, Pixable e CMT, também estão apostando alto no Facebook, na esperança de que a rede torne seu conteúdo ainda mais social.

A Sporting News, da AOL, tende a se integrar em março. [via ReadWriteWeb]

 


Número de seguidores de marcas no Google + cresce 1400% desde dezembro de 2011

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As marcas no Google+ tiveram um crescimento extraordinário no número de seguidores, de acordo com um novo relatório de SEO e marketing digital da BrightEdge.

Na época de lançamento, o Google+ se fechou para as marcas, algo que mudou com o lançamento das páginas do Google+, em novembro de 2011. Agora, o número de usuários seguidores de marcas na rede social do Google aumentou 1400%, de 220 mil em dezembro para 3,1 milhões em fevereiro.

A marca H & M, por exemplo, teve mais seguidores agora do que qualquer outra em dezembro, cerca de 426 mil. O relatório diz que a maior parte do crescimento está acontecendo nas 10 maiores marcas no Google+. O CEO da BrightEdge, Jim Yu, diz que nas redes sociais, não é incomum para as maiores marcas dominarem, mas o grau em que isso acontece é um pouco incomum para o Google+.

Yu descreve esse crescimento como um passo natural na evolução das marcas no site. Primeiro, eles tiveram que criar páginas. Agora elas estão acumulando seguidores. Uma vez que elas tenham esses seguidores, podem começar a pensar em diferentes maneiras de envolver seus fãs.

Outro sinal de maturidade e crescimento, segundo Yu, é o fato de que o Google não é mais a marca mais seguida (embora ele ainda esteja entre os 10 mais). O relatório também destaca algumas das marcas que não estão na rede social, incluindo a Goldman Sachs, Microsoft e a Apple.

Ah, e só para dar alguma perspectiva, o relatório diz que os consumidores interagem com as 100 maiores marcas no Google+ ainda somam menos de 1% do número no Facebook.

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[via TechCrunch]


Como os desenvolvedores estão moldando o futuro da música

A indústria musical mudou drasticamente na última década, e isso todo mundo se deu conta. A tecnologia alterou tudo, desde a criação até a distribuição de música. Derrubou varejistas, estúdios e modelos de negócios em toda a indústria. Mas nem tudo nisso é ruim. A música não está morrendo como a evolução.

A pouco tempo atrás, a indústria da música profissional envolvia um conjunto complexo, mas fixo, de envolvidos: artistas, gravadoras, empresários, promotores e etc. Muitos desses papéis mudaram, mas nenhum deles desapareceu. Estão unidos por um novo conjunto de participante: os gigantes da tecnologia, serviços de streaming de música, startups sociais e, talvez mais importante, os desenvolvedores.

Cada parte envolvida neste novo ecossistema da música digital desempenha seu próprio papel importante na criação e consumo de música. Mas é esse novo contingente de hackers e desenvolvedores que parecem prontos para ter o maior impacto sobre com o que a música se parecerá no futuro.

Este fim de semana, codificadores e representantes da indústria reuniram-se em San Francisco para o Music Hack Day, uma tradição que já dura 4 anos. O evento é dedicado a trazer os desenvolvedores juntos para construir coisas novas utilizando as últimas tecnologias e plataformas.

Como o Music Hack Day ajuda a indústria da música

O primeiro Music Hack Day aconteceu em 2008 e não parou de crescer desde então. A proliferação de APIs a partir de várias plataformas relacionadas à música além de algumas interrupções na indústria da música fizeram o espaço propício para um hacker criativo.

O valor do evento é de natureza muito profudna, na medida em que promove uma comunidade de desenvolvedores em torno da música e traz uma ampla gama de jogadores na mesma sala, de programadores independentes para representantes da indústria da música.

Um efeito colateral desse tipo de colaboração é que toda a indústria está se arrastando para a frente. Alguns anos atrás, Wahlforss disse que algumas gravadoras não tinham ideia do que era um API ou de como ele era relevante para o seu negócio. Hoje, a EMI tem uma API própria. E juntos com a Universal Music Group participou do Music Hack Day.

Para a SoundCloud, uma plataforma online de publicação de áudio, este espírito é algo que desempenha um papel de relevo na cultura da empresa e sua crescente equipe de desenvolvedores.

A empresa também contratou recentemente o seu primeiro desenvolvedor evangelista que está silenciosamente preparando um grande anúncio para a plataforma.

Para você ter uma ideia do quanto que a indústria musical se desenvolveu, a Matanay, preparou um gif muito interessante:

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[via ReadWriteWeb]

 

 

 


Como evitar uma confusão nas mídias sociais

Você já se perguntou por que tantas marcas têm estratégias tão peculiares – para não dizer loucas, ou até mesmo ridículas – nas postagens do Facebook? Estou falando daquelas postagens insanas que muitas vezes nos faz pensar se a página foi hackeada. Isso acontece porque muitas vezes o público-alvo não é analisado corretamente. Ou porque houve um erro de estratégia (ou a ausência de estratégia).

Para as marcas, o processo de desenvolvimento de conteúdo deve ser contínuo e as postagens nos canais sociais precisam ser responsáveis. Para combater uma presença inconsistente você precisará de um criar processo bem definido. Como os canais sociais de uma marca estão tornando-se cada vez mais complexos, agora deve existir um processo semelhante ao editorial.

Jordan Berg, do iMedia, desenvolveu um processo de quatro etapas através do que ele chama de “Processo editorial social”, que pode ser realizado iterativamente ao longo do tempo para produzir mensagens relevantes. As mensagens são tipicamente desenvolvidas em vários lotes ao longo do ano.

Passo 1: Defina uma visão editorial anual

Esta etapa estabelece os temas globais e o foco de conteúdo para o curso do ano. Este ponto de vista de nível superior utiliza fases temáticas, tais como a sazonalidade, os negócios, e a ênfase. Esta visão também estabelece a frequência de postagem e rotações de conteúdo social para as diferentes partes do programa social, para garantir uma experiência sempre fresca e envolvente.

Passo 2: Defina temas e tópicos de semanas e dias

Agora que temos o foco em tópicos anuais, é hora de ir mais fundo com a estratégia editorial e esboçar temas específicos que deverão ser explorados em uma base semanal e diária. Isso ajudará você a visualizar o plano de postagem sem se perder. Este ponto de vista semanal ajuda o editor para ver como temas de tópicos, eventos no calendário, e os laços sazonais que produzem um ritmo eficaz de conversação. O editor pode alavancar categorias, tópicos e temas para posts de um “documento de orientação editorial”.

Passo 3: Desenvolvendo os posts

Agora que temos os tópicos para nos guiar semanalmente e diariamente, é hora de debater ideias específicas para escrever. O escritor pode consultar as diretrizes editoriais para orientação sobre o tom de voz, estilo conversacional, e políticas sociais. Alguns posts podem exigir o desenvolvimento de outras atividades, tais como gráficos e vídeos.

Passo4: Aprovações e agendamento

Uma vez que as mensagens são escritas, elas podem ser encaminhadas para aprovação. O marketing e a marca estão tipicamente envolvidos em alguma capacidade, como revisores e aprovadores finais. O processo de aprovação deve ser iterativo, permitindo ciclos de feedback e revisão.


Por que os códigos QR podem desaparecer

Geralmente os fãs de tecnologia estão sempre prontos e dispostos a tentar qualquer nova funcionalidade que prometa simplificar suas vidas. Os códigos QR pareciam apresentar a interação com o mundo físico e virtual de forma acessível e uniforme. Esses pequenos códigos pareciam abrir um mundo de oportunidades. Mas depois de usá-los por um período de tempo, muita gente mudou de opinião.

Tentar enquadrar aqueles pontos preto e branco nos aparelhos, muitas vezes, acabava com a beleza do momento. Se a maioria funcionassem bem, com certeza, seriam muito interessantes. Os resultados obtidos com os códigos QR nem sempre se adequam ao esforço da própria transação.

Um estudo realizado pela comScore indicou que apenas 14 milhões de americanos usuários de dispositivos móveis têm interagido com códigos QR recentemente. Em essência, menos de 5% do público americano utiliza códigos QR.

Nós, seres humanos, somos animais visuais. Temos reações viscerais para as imagens que os códigos QR nunca poderão provocar, o que vemos está diretamente ligado aos nossos humores, os nossos hábitos de compra e nossos comportamentos. Faz sentido, então, que uma alternativa mais visual de códigos QR não sejam só mais preferíveis aos consumidores, mas estimulariam respostas mais positivas para a sua presença.

A alternativa QR

Mobile Visual Search (MVS) é um sistema de busca onde você simplesmente aponta um produto ou logotipo e fotografa com a câmera do seu smartphone. Em segundos, o aplicativo MVS fornecerá produtos ou empresas, informações ou mesmo a opção de fazer compras bem ali no seu próprio dispositivo móvel.

As oportunidades são ilimitadas para o MVS. Ao contrário dos códigos de barras bidimensionais e códigos QR. O MVS tem uma capacidade tridimensional de reconhecimento. Mesmo a publicidade tradicional sera revitalizada com o MVS. Imagine uma campanha interativa de impressão que incorpora MVS como parte de uma competição ou de um jogo. Os comerciantes podem oferecer gratificação instantânea na forma de vídeos, ligações móveis, cupons, ou descontos como inventivo para as melhores imagens de um determinado produto ou logotipo.

Riscos à segurança

Além de muito mais versátil, buscas visuais móveis também são mais seguras que os códigos QR. Cibercriminosos são capazes de criar códigos QR maliciosos. Não existe maneira de saber onde que o código levará você.

MVS é uma tecnologia muito mais segura capazes e fornecer mais informações e conteúdo que um código QR. Ao focar objetos do mundo real, em vez de códigos, o MVS diminui o risco de um ataque de vírus. [via Mashable]

 


Mais boatos sobre o novo layout para as páginas do Facebook

Alguns boatos já surgiram sobre o novo layout para as páginas do Facebook. Possivelmente o lançamento será no dia 29 de fevereiro, quando a empresa sediará uma conferência de marketing, o primeiro evento especificamente para os comerciantes, em Nova York, de acordo com a AdAge.

A Timeline para perfis do Facebook estreou durante a conferência f8, mas infelizmente as marcas ainda não tiveram o privilégio de usufruir desse cronograma.

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A Timeline poderia dar uma melhora significativa para as páginas. A maioria dos usuários visitam as páginas, curtem, mas não retornam ou passam muito tempo nelas. Dar controle a sua presença na rede social é importante para o Facebook manter vantagem sobre o Twitter e Google+. A mudança, porém poderia afetar os aplicativos separadores de páginas, em que algumas empresas têm investido pesado ao longo dos últimos anos.

Será que os produtos móveis do Facebook começarão a apoiar os aplicativos de páginas, especialmente se a empresa planeja trazer anúncios patrocinados para os dispositivos móveis em breve. A maioria dos anunciantes vão querer uma página personalizada, se eles estiverem executando uma campanha, mas talvez uma foto de capa original satisfaça essa necessidade.

“Esperamos que as páginas se tornem mais consistentes com a Timeline, no futuro, mas não temos nada mais para compartilhar no momento”, disse um porta-voz do Facebook.

Segundo a AdAge, as páginas de marcas estarão disponíveis inicialmente em versão beta para um “punhado de parceiros”. E posteriormente, em etapas, para os comerciantes. [via ReadWriteWeb e InsideFacebook]

 


Zynga: “Queremos ensinar o mundo a jogar”

ZyngaLog

A Zynga parece não querer que seus jogos sirvam apenas para quem está com tempo livre.

Na primeira chamada da empresa com seus investidores, o CEO da Zynga, Mark Pincus, disse que quer usar a influência da sua empresa para elevar a importância que a sociedade põe nos jogos. O futuro sucesso da Zynga, segundo Pincus, vai depender mais da sua capacidade de fazer isso do que qualquer outra coisa.

A Zynga teve um grande crescimento com a sua publicidade no feed de notícia dos usuários, gerando receita. Seus lucros no quarto trimestre tiveram a participação de grandes anunciantes, como a BestBuy e o McDonalds.

O COO da Zynga, John Schappert, disse que o crescimento tem muito a ver com a forma como a empresa desenvolve e comercializa os seus produtos.

Embora o crescimento da empresa seja saudável, a Zynga registrou um  prejuízo líquido de 435 milhões de dólares no último trimestre. A empresa investe pesadamente em infra-estrutura e desenvolvimento de futuros títulos, muitos dos quais nem foram lançados ainda.

A Zynga também passou muito tempo trabalhando em infra-estrutura em 2011. A empresa agora abriga 80% de seus usuários em sua Z-Cloud, um serviço de nuvem que liga os usuários e que detém o software do jogo.

Entre os títulos lançados em 2011, os executivos afirmaram que alguns jogos foram uma decepção para a empresa, como Mafia Wars 2. Diferentemente do CastleVille, que surpreendeu. [via Mashable]


Para ter sucesso, um vídeo não precisa “viralizar”

Mídia espontânea é talvez o mais cobiçado e procurado resultado numa campanha de comunicação. É uma demonstração de sucesso criativo, uma validação de estratégia, e, mais importante, é grátis.

A mídia espontânea, porém, é difícil de mensurar (falando nisso, já leu o ebook “Para entender o monitoramento de mídias sociais“). No ambiente online, a grande busca é pelo “viral” e, mais recentemente, pelo “meme”: campanhas de vídeo que permitem que as pessoas deem continuidade, em vez de interrompê-las.

Mas campanhas de vídeo não precisam necessariamente “viralizar” para terem sucesso. Elas possuem um valor agregado de mídia por conta própria na forma de compartilhamento.

Um estudo analisou mais de 7,9 milhões de visualizações de vídeos sociais para as marcas através de uma série de categorias, como saúde e beleza, tecnologia, esportes e bens de luxo.

Os vídeos não tinham nada de especial, apenas anúncios que variavam de 15 segundos a 3 minutos de duração. Mas divulgá-los em um ambiente social não-intrusivo fez uma tremenda diferença.

Segundo o estudo, os clientes que gastaram 100 mil dólares em uma campanha de vídeos sociais em 2011 tiveram um retorno de 130 mil dólares, em média.

Para chegar a esses números foram analisados vários fatores, incluindo visitas às páginas do Facebook, visitas ao site da marca, o uso de cupons, tweets, e-mails, ações, replays, e cliques para mais vídeos. Em seguida, foi colocado um valor monetário em cada ação com base em dados da indústria. Uma visita à página de Facebook da marca, por exemplo, foi avaliado em US$1,00 no estudo, que é um valor razoável a ser pago por um clique.

Não há nenhum mistério sobre como esses resultados foram alcançados. Na verdade, é algo bastante intuitivo. Quando você trata as pessoas com respeito, sem interrompê-las, elas te recompensam com taxas de participação elevadas e compartilhamento. Algumas empresas, porém, ainda acreditam no modelo viral, e muitas vezes, acabam pisando na bola. Afinal, melhor um passarinho na mão que dois voando, certo? Isso é algo para se pensar.


Páginas podem receber a Timeline ainda esse mês

Alguns rumores indicam que o Facebook lançará a Timeline para marcas ainda este mês. Mesmo com muitas pessoas não gostando nem um pouco dela – eu gosto, que fique bem claro.

Mas se você possui uma página comercial ou uma marca, esta notícia pode ser realmente maravilhosa. Isso significa que em breve você será capaz de compartilhar atualizações com todos, e não apenas com aqueles que curtem suas páginas.

De acordo com a BusinessInsider,  o lançamento será dia 29 de Fevereiro, na exclusiva Conferência de Marketing do Facebook.

Funcionalidade da Linha do Tempo

A timeline fornece um histórico das suas atividades, permitindo que você conte histórias nas suas atualizações, proporcionando, assim, mais funcionalidade – principalmente com fotos. Ela também permite que as pessoas se inscrevam para as suas atualizações sem que seja necessariamente seu amigo através das assinaturas.

Isso é importante para aqueles que não gostam de abrir a sua página no Facebook para pessoas que você não conhece.

Mas tudo isso é sobre as páginas pessoais. Pense um pouco sobre as páginas de marcas.

O que isso significa pra você?

Se você gerencia uma página comercial ou de marca, prepare-se para mudanças. Estrategicamente você pode começar a pensar a respeito sobre compartilhamento de diferentes tipos de atualizações e informações.

Digamos, por exemplo que você queira dar algo aos seus fãs (um produto, serviço, cupom). Agora você será capaz de compartilhar essas informações apenas com os seus fãs.

Além disso, a marca terá um espaço gráfico muito maior para fixar uma imagem na cabeça dos consumidores. Por outro lado, ainda é um mistério como ficará o sistema de abas personalizadas. [via SocialMediaToday]


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