Rafael

Rafael de Jesus Gomes, Jornalista, Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Sergipe e estudante de Direito pela Unit.. é Pesquisador na área de Redes Sociais, Mídia Sonora e Novas Tecnologias, colaborador do site da United Press International University (UPIU) e do Midiatismo, Possui um Blog específico na área de Rádio e Novas Tecnologias.



Pagar a conta pelo celular. Por que não fazemos isso?

Como pode o país que tem mais de 220 milhões de aparelhos celulares ainda não viu essa oportunidade de negócio? Que o Brasil é o mercado que mais cresce no segmento móbile no mundo ninguém tem dúvida, a questão que fica é por que razão nós não aproveitamos todas as reais benesses que o seu Iphone, Smartphone e afins nos oferecem? Já parou para se perguntar sobre isso?

Diversos aparelhos possuem plenas condições de abarcarem videoconferências, tele-ligações sem o menor problema e, sim, você pode até dizer: ‘Ah, mas a conexão que o Brasil tem é um lixo e não permite’. Até tem razão, mas é só isso que inibe esse tipo de consumo? Venho me perguntado sobre isso e até, chegando à conclusão de que por hábito cultural não utilizamos mais esse tipo de serviço, se comparados com os americanos e principalmente asiáticos (estes, que dispõe de uma conexão bilhões de vezes melhores que as nossas).


Figura 1 Que tal pagar suas contas com o celular? no Brasil ainda vai demorar.

Mas não pára por aí. Serviços bancários que você goza atualmente no seu aparelho (checar saldo, senha, transferência) possível só que falta ir um pouco mais além no País. Falo mesmo da conversão digital da moeda e não estou falando somente do cartão de crédito ou dos e-vouchers comuns nas compras coletivas (estes também ainda estão engatinhando no processo de tornar os vouchers em sistemas monetários). É tornar o seu celular uma moeda constante garantindo poder de compra a todos os cidadãos mesmo.

Se acharem isso impossível, veja a experiência de países como o Quênia. Ainda no início do mês, uma matéria muito interessante no site TechTudo publicou uma matéria sobre o “possível fim do dinheiro em papel” e, como até certos países da periferia do desenvolvimento já estão utilizando serviços semelhantes e à pleno vapor.

E o Oi Paggo?

É! Muitos devam ter se lembrado do Serviço que a Oi disponibilizou há algum tempo, como o oi paggo. Para os que não conhecem, algumas lojas são cadastradas e as pessoas que tem linha pela Oi podem efetivar compras e pagá-las na fatura do seu celular.

Na matéria do site TechTudo, a razão pelo qual este sistema não está tão presente na vida dos Brasileiros seja pela variedade de opções de compra e pagamento. Isso é verdade, mas não me convence a idéia de que Bancos e administradoras de cartão de crédito não ponham certos obstáculos em impedir que esse tipo de serviço seja ampliado. E você? Concorda?


Empire Avenue: O seu preço na rede

Já ouvimos falar em crowdfounding e do quanto essa iniciativa é bem vinda. Infelizmente as iniciativas no Brasil ainda são esporádicas, ainda que venha crescendo desde o ano passado para cá. Mas e se agora nós pudéssemos ter uma rede que investisse em você por conta de seu desempenho nas redes sociais virtuais?

O site Empire Avenue é um modelo inovador de investimento. Por quê? Ora, porque ele faz com que seus amigos ou seguidores nas redes em que você integra, invistam em você. O site é uma espécie de corretória de ações de seus amigos e de si mesmo, você passa a ter um valor (Eaves), conforme seu desempenho vai crescendo nas redes, maior o seu valor.

A proposta do site é aumentar não só a rede de conexões que você mantém em sites como o facebook, Linkedin ou Twitter, mas que seu valor através das informações que você posta seja devidamente reconhecido. O interessante é que pode ser feito em dinheiro vivo mesmo (há um sistema de compra com cartão de crédito) ainda não desenvolvido para o Brasil, mas interessante de observar como funciona.

O site também disponibiliza uma ajuda com alguns avatares que informa a você qual o melhor investimento, o gráfico mostrando o quanto você subiu ou desceu mediante a sua produção de conteúdo e até um que explica quem da sua rede seja a melhor aquisição.

Outro ponto positivo do sistema é sua integração com outros sistemas como o Mashable ou o TechCrunch.  Vale à pena dar uma passada e se registrar.


Por que o Google+ pode dar certo?

O Google é uma empresa capaz de surpreender a todos os internautas por idéias às vezes tão simples que nem mesmo a gente acredita. Não é a toa que o site mais acessado do mundo (é isso mesmo) sempre oferece de tempos em tempos uma novidade capaz de balançar o mundo digital de vez.

A bola da vez? O Google+ A mais nova rede social desenvolvida e que chega com uma proposta tão interessante quanto inusitada – Ser uma ‘anti-rede social’. Peculiar? Talvez, mas porque então criar uma anti rede social num mundo em que o Facebook, caminha para o número astronômico de um bilhão de pessoas só na rede?

A proposta do Google+ é girar em torno de seu círculo de amizade. Até aí parece funcionar equivalente a qualquer outra rede social. A novidade aqui é que a rede funciona como um mix entre o twitter, facebook, youtube, tudo num pacote só, você posta histórias, vídeos, matérias e, olha só que tal você criar vários círculos de amigos, colegas, família e afins, e depois por alguma razão nomeá-los como você quiser? Bom ou ruim? O Google+ trabalha dessa forma

Num universo em que o Facebook anda reinando solenemente entre as redes sociais, parece que o Google vem tentando abocanhar uma fatia significativa e já vem esbanjando algumas reações um tanto interessantes, recentemente o próprio Mark Zuckerberg já afirmou em entrevista que o que importa para as redes sociais não é o seu público, mas sim o que ela produz e representa.

Aliás, Zuckerberg já está no Google+. Uma prova de que nesse universo tudo anda muito rápido, a Google continua a fazer valer o seu nome na grande rede, resta saber qual será a próxima empreitada do “oráculo”.


O que nos deixa o Blockbuster?!

Oficialmente, a TV digital no Brasil iniciou os seus trabalhos ainda no ano de 2007. Passados quase 04 anos desde que a promessa do “multi-canal” e da alta interatividade não se mostra tão efetivo assim. Na verdade, o que parece ter mudado foi a imagem e a possibilidade de você poder gravar um programa que você quer em algumas televisões, acessar produtos e por aí vai.

Mas fora do Brasil, o recurso digital faz bem mais do que isso então você deva se perguntar porque então nós não acordamos para essas mudanças?  Aos poucos o que é conhecido como a 2ª evolução da TV Digital começa a dar os primeiros passos no País. E qual é a principal mudança nesse caso: A Banda Larga

O acesso à Internet através dos aparelhos de TV não é uma novidade em si, Países da Europa e dos EUA já possuem acesso a Tv Banda Larga. Talvez, o processo mais democrático de acesso à programação que atualmente extiste e que causa certo arrepio as principais empresas de rádiodifusão do Brasil que, começam a ter certo medo do que possa se tornar o mercado em alguns anos.

Ora, se o usuário tiver uma TV com essa tecnologia e acesso à Banda Larga será notório que este opte por uma programação bem mais variada e complexa dada as que atualmente são encontradas. Uma vantagem ao consumidor que passará a perceber mudanças cruciais na tecnologia, qualidade da programação com a proliferação desses aparelhos.

Outra mudança forte ocorrida por conta da proliferação da TV Banda larga, sobretudo nos EUA foi o fim da grande empresa de locação de Vídeo – Blockbuster.  Na decada de 90, a Blockbuster tinha tantas filiais quanto o McDonalds em diversos locais dos EUA e fora, mas a democratização e o acesso mais fácil às tecnologias e principalmente a facilidade dos programas de compartilhamento de arquivos fez com que se tornasse uma disputa desleal pagar para alugar um filme, quando boa parte das pessoas simplesmente baixam-no de graça ou compram em diversas lojas. A sua concorrente, a NetFlix, veio com uma proposta mais interessante:  Vender o acesso à videos direto pela Tv Banda Larga, o que vem mostrando um significativo sucesso.

A grande lição que a Blockbuster nos deixa é que a evolução das tecnologias criam novos formatos para antigas demandas, cabe as empresas e as emissoras de TV assimilarem esses novos formatos e acompanhar o usuário, é ele quem dará a sobrevida necessário ao seu empreendimento

Siga-me no twitter: @plock25

Links Relacionados:

A 2ª Revolução Digital da TV

A segunda revolução digital da Televisão


Que tipo de Jornalismo Colaborativo é esse? #hiperlocal #crowdsourcing

Difundido em diversas postagens pelo Web Diálogos, o crowdsourcing prova a cada dia a sua força quando se trata de produzir um conteúdo democrático. A construção da informação baseada em buscas oriundas do ambiente digital não agrega só diversas vozes mas também afasta a possibilidade de uma condução hierárquica danosa ao direito de ser bem informado sobre diversos assuntos.

Verdade que diversos pesquisadores não costumam enxergar com bons olhos a proliferação dos conteúdos colaborativos e as vezes, até mesmo condenar o Jornalismo Open Source porque para muitos, certas técnicas de apuração são deixadas de lado o que para muitos, quer dizer que a informação não seria verídica, outros o condenam porque princípios da objetividade e da “imparcialidade” da produção noticiosa não são seguidos.

Mas, esses fatores são tão prejudiciais a ponto de serem condenados como práticas lesivas ao direito de ser bem informado? Bom, vamos aqui há alguns dados interessantes, o primeiro deles é o crescimento do Jornalismo Colaborativo em diversos países. Só nos EUA, o site OHMYNEWS e o the Huffington Post, sites que trabalham muito bem o papel do jornalismo colaborativo, representam em escala global, um alcance de mais de 260 milhões de leitores. (isso aí por baixo).

Para mostrar que isso é uma tendência, O Site CNN, resolveu partir pra uma das ideias mais inovadoras no que tange o conteúdo colaborativo. A CNN já contava com o Ireport, mas agora a novidade é o Open Story. – Um sistema que agrega três funções: A produção colaborativa do usuário “internauta+, os conteúdos produzidos pelos Jornalistas e o hiperlocal. Através de recursos como Geotag ou seja, a Geolocalização.

Agregando esses três serviços de uma vez só. A CNN comprova que o papel da construção da informação colaborativa é uma realidade que veio para ficar. O usuário passa de mero “receptor” para colaborador efetivo na produção de conteúdo e o Jornalista passa a selecionar esse conteúdo. Não como o antigo Gatekeeper, o jornalista agora é uma espécie de bússola, ainda mais com as ferramentas que trabalham com o conceito de hiperlocalidade.

Diferentemente do que acontece lá fora, no Brasil as experiências com o jornalismo colaborativo ainda detém controle muito forte sobre as empresas jornalísticas, o que nos faz questionar se verdadeiramente o colaborador aqui é “livre” ou é submetido à uma sabatina da empresa.

Links Relacionados:

Jornalismo Colaborativo no Overmundo

Jornalismo Cidadão, Jornalismo Colaborativo.


O perigo da Usabilidade no Jornalismo Digital

A produção jornalística emprega diversas técnicas que precisam ser seguidas. O que por muitos anos foi alardeado pelas academias de comunicação do país pode, aos poucos ser posta a prova graças ao crowdsourcing e a proliferação cada vez mais frequente do jornalismo open source na rede. Embora ainda exista uma verdadeira bagunça nas definições entre o que seja Jornalismo Participativo, Colaborativo, Cidadão e afins, uma outra questão vem me chamando a atenção seriamente: A usabilidade no Jornalismo.

Pois bem, sabemos que nas rotinas de produção de informação temos a presença figurativa e performática do Jornalista, cada vez mais integrante do que já se convencionou chamar como operador multitarefas. Profissional que opera em diversas multiplataformas, mas aqui há algo pouco conhecido ou, talvez muito pouco explorado são seus efeitos no produto final.

A usabilidade pode criar vícios na produção de notícias

Um desses efeitos é quanto aos vícios de produção por conta da usabilidade. Se nos concentrarmos na ideia de que é por conta dela que o exercício rotineiro cria um hábito quase automático na manipulação dessas ferramentas, quais os perigos para a produção de informação por conta desse hábito? Quando nós consideramos a informação e todos os processos desde a apuração até a matéria fica claro que a utilização de ferramentas digitais podem por em risco a produção desse conteúdo.

Desde a falta em uma verificação ortográfica à troca de links passando pela não observância das técnicas empregadas pelo jornalismo, conforme expus acima são perigos que devem ser considerados por conta da usabilidade.

Não posso dizer que ela seja ruim, pois ela também capacita o profissional e ajuda na brevidade da produção de conteúdo, mas ela deve sim, ser motivo de alerta na produção de informação por ser um “inimigo” invisível que pode por em risco a construção efetiva da notícia.

Links Relacionados:

Usabilidade, o que é?

Objetividade Jornalística: Um estudo a partir das Rotinas de Produção

Jornalismo Open Source: Em busca de Credibilidade


O Novo Operador Multi-task

Esse é o seu papel no contexto do ciberespaço. Ser um profissional multi-tarefa, capaz de responder às exigências do mercado, agir proativamente em seu trabalho, satisfazendo empregador e, a si mesmo e ainda catalisar o melhor da rede através das redes sociais melhorando o seu portfólio tanto profissionalmente quanto pessoalmente.

Mas porque a é tão importante virar um operador multi-tarefa? Em tempos de agilidade e mecanismos excessivamente explorados através das NTICS e dos gadgets comumente encontrados no mercado, a saída que resta ao internauta que precisa adentrar ao mercado de trabalho é desenvolver métodos que corroborem com a interdisciplinaridade no contexto das novas tecnologias.

Ser interdisciplinar às vezes nem é exigência do trabalho, mas com o tempo passa a se tornar indispensável à realização profissional. O fato de, por exemplo, estarmos diante de profissionais que atuam como monitores de redes sociais obrigam-nos a terem essa “insígnia” como referência para o empregador e para seu objeto de trabalho.

Imersos em redes como o Twitter, o Quora, o Facebook e afins vêm exigindo cada vez mais atenção não somente dos monitores de redes sociais, mas principalmente do internauta que aos poucos vem também se tornando um pouco monitor de suas próprias redes.  A partir do domínio através das redes sociais e de gadgets específicos.

Se hoje, falamos na influência dos Tablets, e do Iphone, não podemos esquecer-nos do papel de quem utiliza esses gadgets, como seletor de conteúdo, o indivíduo interconectado através desses aparelhos assume agora o papel desse monitor de redes e, o que é mais importante, ele sempre assumiu esse papel, mas delega à outros a obrigação de melhor selecionar esse conteúdo.

O operador multi-task de hoje é o mesmo de ontem, mas, não deve ser o mesmo de amanhã. É o internauta que domina com consistência seu ambiente em rede, mas que vai mais além. Enfrenta os desafios de ser um “arqueólogo” digital. Buscando a boa informação e dividindo com sua rede. Dessa forma, o “curtir” de seu conteúdo será visivelmente repassado por todos os seus amigos…e seus futuros amigos.


04 dicas para melhor aproveitar o Jornalismo Mobile

O Jornalismo Mobile cresce vertiginosamente. Nada mais natural que as novas tecnologias corroborem para que o trabalho do jornalista fique ainda mais dinâmico e com um poder de verificação de fatos ainda mais eficiente. Se adentrarmos na seara hiperlocal, transformamos o jornalista num eterno “vigilante” da notícia, aquele que está sempre pronto para que algo aconteça e que seus leitores sempre usufruam da melhor informação.

Aliás, com os novos aparelhos celulares e a potencial horizontalização de conteúdo, diversas vezes alardeada e discutida aqui, o jornalista enfrenta agora mais um novo desafio: Ser não só mais um agente que reporta informação, mas também, um agente SEO de conteúdo para o seu leitor, possibilitando que este tire o máximo proveito da informação e partilhe com ele além das ferramentas, novas formas de produção jornalística.

Defendo aqui um Jornalismo PARTICIPATIVO, aquele em que o cidadão comúm pode participar de maneira a agregar conteúdo à informação jornalística respeitando critérios conhecidos da prática jornalística. O COLABORATIVO, a meu ver, falha por vezes, adotar outros princípios que podem desnortear a produção da matéria e produzir um conteúdo muito miais subjetivo e, possivelmente, não seguindo certas exigências da escrita jornalística. Não acho errado o crescimento do jornalismo colaborativo, apenas acredito que o cuidado com a informação deva ser uma preocupação de todos, não somente dos jornalistas.

Abaixo cito 04 dicas interessantes para a prática do Jornalismo Mobile:

Preste atenção ao que acontece no seu bairro

O crescimento do jornalismo hiperlocal é favorecido principalmente por conta das plataformas mobile.

Abandone a prolixidade

(Essa é um desafio até pra mim) linguagens altamente alegóricas não funcionam nesse tipo de jornalismo. O poder de concisão do jornalista é posto à prova por aqui.

Transforme o cidadão comum num parceiro

É um mito achar que hoje em dia, o Jornalismo Verticalizado tem vez. Cada vez mais observamos o avanço da construção de conteúdo dos diversos lados. Seu leitor é seu maior amigo (e inimigo também).

Operador Multi-tarefa

Convergencia de conteúdo, de meios.. O jornalismo Mobile é a constatação real de que o produtor de conteúdo vive e respira a convergência tecnológica


Qwiki: A evolução do SEO?

Pois é, mal começamos a desvendar direito as técnicas para aprimorar e tirar proveito do Search Engine Optimization (SEO) e eu já estamos aqui falando da evolução do sistema. Pois bem, pode até ser um termo desnecessário para definir o Qwiki, porém a verdade é que o sistema tem o potencial para futuramente, com a sua popularização, se tornar isso mesmo: um SEO personalizado.

Mas vamos primeiro desvendar o que é o Qwiki. E um sistema, desenvolvido nos moldes da plataforma da wikipédia, mas ao contrário deste que só apresenta texto, o Qwiki engloba, som, vídeo e texto, tornando a experiência muito mais intuitiva e convergente. A sacada mais legal do Qwiki a meu ver é que ela funciona como um agregador pessoal, inclusive com assistência mobile.

Vou me explicar melhor. Imagine que você acorda, liga seu computador e ele diz a você, as informações básicas do dia, te dá às notícias que você quer, as notícias que você mais procura, lhe dá informações quanto à previsão do tempo, em tempo real, e falando com você. Parece ficção científica não é? Mas não é tão longe que isso aconteça com o Qwiki não, o vídeo abaixo mostrar uma animação feita ilustrando como o sistema pode chegar até a esse nível.

Uma das coisas mais interessantes sobre o Qwiki é que ele semana passada recebeu apoio de ninguém menos que Eduardo Saverin,co-fundador do FACEBOOK. O site que já estreou na verdade desde outubro apenas para alguns convidados, segundo informações já passando dos 3 milhões de usuários.

Bom, ainda carece de informações precisas, pois o Sistema ainda é restrito nos EUA mas, nao duvide que em breve todos nós também conheceremos um pouco mais sobre esse novo modelo de interação e seleção de conteúdo.


01/02/2011 | SEO 1 comentário

A força das Tecnologias Geolocais

Geolocalidade, hiperlocalidade aparecem agora como palavras não tão estranhas no vocabulário dos internautas. A verdade é que por conta da inovação de pesquisa nas áreas das Mídias Locativas nos parecem ser cada vez mais necessário entender o comportamento dos dispositivos móveis e das redes sociais oriundas desses sistemas.

Ao passo que o Brasil no fim de 2010, atingiu a marca de 202 milhões de aparelhos celulares, o país se tornou um mercado imenso para essas plataformas geolocais, mas será que os Brasileiros já estão preparados e assimilados à essas redes?

Por exemplo, mais recentemente, Grupos de Notícias tais como a Globo e a RBS utilizam em seus portais conteúdos hiperlocais. Aos poucos vamos percebendo que as empresas de comunicação estão entendendo que o que imperou por anos durante a globalização agora mostra perder força e que o termo “local” nunca esteve tão em voga.

O que poucos talvez não saibam é que as tecnologias geolocais só em 2010 somaram em investimentos mais de 24 bilhões de dólares e a tendência é duplicar em 2011, abaixo segue um infográfico que mostra as pretensões do Facebook e do Google de adentrar nesse novo mercado além de mostrar o atual numero de usuários das principais redes sociais móveis.


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