Luciene Lacerda

Estudante por paixão e jornalista por tesão, sou uma webdesigner graduada em Jornalismo e especialista em Teoria da Comunicação e da Imagem. Atualmente trabalho na revista @idmagazineweb, e estou sempre interessada sobre tudo que acontece nas mídias sociais e jornalismo digital.



Qual música você está ouvindo? em Fortaleza

Uma iniciativa que começou em Nova York com uma simples pergunta: Hey You! What Song are you Listening to? (Ei, você qual música você está ouvindo?) está para virar um super meme da internet.

O blogueiro, o Rodrigo Fernandes, do Jacaré banguela, foi o primeiro no Brasil a produzir o seu vídeo e perguntar o que as pessoas ouviam enquanto estavam caminhando, lá em São Paulo.

A notícia se espalhou rápido e dois cearenses, Felipe Glauber e Thyago Souza, correram e fizeram o primeiro vídeo “O que você está ouvindo?” nordestino.

Veja no que deu! Agora é só aguardar qual será a próxima cidade a fazer o vídeo.


#SMBR 2011

Fui para o Social Media Brasil 2011 em busca de tendências da mídia social. Logo quando cheguei, vi que muita coisa tinha mudado desde o SMBR do ano passado. Ao contrário do ano passado, o público jovem de estudantes deu lugar para empresas e empresários, o que me surpreendeu positivamente, pois isso é o sinal de que o evento amadureceu.

Depois das primeiras impressões, fui buscar o conteúdo das palestras. O tema geral foi social media, claro.  Mas buscando levar esse conteúdo para dentro das empresas, focando o lado empresarial desse mundo que as pessoas ainda estão engatinhando, sem saber plenamente como abordar.

Um tema muito discutivo foi a transmidia. Onde as marcas são produtoras de conteudo, sendo assim,  pega o envolvimento que já existe e ilimita as possibilidades de mídia.  Criando narrativas que partem de narrativas que já existem, como uma novela, um vídeo,  e cria oportunidades de engajamento da audiência com outra formas de narrativas.

A transmidia é uma forma de conseguir através de uma unica história, unir diversos meios. No caso das empresas, especificamente, é preciso fazer uma história para as marcas, para dar propósito ao seu engajamento, independente do meio, pois quem converge é o publico e não as plataformas.

Vi que uma mensagem já não é mais apenas isso. Pois é preciso transformar as mensagens em acontecimentos sociais. Não importa se a conversa se inicia através de um entretenimento, uma ação de impacto(fora do convencional),  de menor proporção ou do conteúdo constante.

O  importante é lembrar o engajamento constante, e assim, o seu eterno aprendizado e evolucão com a convergência social.

A convergência foi e é a palavra-chave da vez. É preciso ter convergência até mesmo nos momentos de crise.  O que acontece o tempo todo, e as empresas não conseguem administrar, pois embora o ser humano esqueça as crises, a internet não.

Então, até mesmo nesses momentos confusos, é preciso gerenciar e descobrir momentos, assuntos, e contextos relevantes para a marca. Assim, mapeando os assuntos, dialogando, deixando claro os acontecimentos e buscando convergir uma crise para um engajamento, as marcas podem saborear o sucesso do conteúdo social.

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A internet está matando o planeta


100 Websites que você deve conhecer e usar

A web se transforma constantemente, e novos e sites e serviços são criados a todo momento.

Aqui estão alguns sites de diversas áreas, desde artes, design e ilustração, notícias, blogs e curiosidades.

CURIOSIDADES E CONHECIMENTOS

reuters.com
research.philips.com
readme.cc.png
podtropolis.com
papertoys.com
new7wonders.com
lipsum.com
thomasedison.org
beelinetv.com
useit.com
submarinechannel.com/titlesequences
visual-literacy.org
cartype.com
captology.stanford.edu
bannerblog.com_au
ge.com
curiosityshoppeonline.com
creativecommons.org
lawsofsimplicity.com
gnu.org
digg.com

GRÁFICOS, MÚSICA E ARTS

yugop.com
vincent-vella.com
uva.co.uk
tutorialblog.org/free-vector-downloads
tate.org.uk
squidfingers.com/patterns
sohodolls.co.uk
radioblogclub.com
photogravure.com
netdiver.net/illustration
mine-control.com
matthewmahon.com
marcelod2.com.br
magwerk.com
kraftwerk.blocmedia.net
headbangers.tv *
grupow.com/circulo
creaturesinmyhead.com
bernhardwolff.com
arturofuentes.com
alennox.net


EXPERIÊNCIA E COMMERCE

colette.fr
imaginemusicstore.com
canyon.com
coft1.com
heftyrecords.com
ourtype.be
freddyandma.com
nikeid.nike.com
feelthepower.biz
shopcomposition.com
oneill.com
agentprovocateur.com

BUSCA E LOCALIZAÇÃO

thefwa.com
springwise.com
scirus.com
scholar.google.com
podcasts.yahoo.com
msdewey.com
maps.live.com
chacha.com
books.google.com

RECURSOS ONLINE

infopresse.com/prixboomerang
rjnet.com.br/2velocimetro_php
vixy.net
kuler.adobe.com
wikitravel.org
thinkingwithtype.com
dominiopublico.gov.br
madehow.com
icp.org
howstuffworks.com
dafont.com
dictionary.reference.com
gutenberg.org
nationmaster.com
en.proverbia.net
del.icio.us
touchgraph.com


Você está viciado em redes sociais?

Depois de chegar em um local e fazer um check-in no foursquare, tirar uma foto e postar no instagram ou twitpic, comentar no twitter sobre um assunto do momento, curtir uma página no facebook, assistir um vídeo no youtube ou mesmo fazer uma twitcam.

A vida nas redes sociais se tornou parte do nosso cotidiano. Assim, vendo o blog do Pavablog, pensei: Eu sou viciada em rede sociais? Veja abaixo o infográfico e responda essa pergunta.


Veja a evolução dos celulares

Lembra com a sua vida era antes do Iphone? Os telefone tiveram uma grande trajetória nesses últimos 70 anos. Sendo assim, sejamos gratos por suas modificações, mas lembrando que ainda vão seguir um longo caminho pela frente.

Por isso é sempre bom lembrar do passado, um slideshare visual dos telefones móveis, utilizados desde objetivos militares aos aplicativos mobiles.


Câmera na balada

É cada vez mais evidente que a nossa cultura está mais e mais convergente. E quando eu falo em convergência, não me limito a mera relação entre tecnologias existentes, indústrias, mercados, gêneros e públicos. A convergência altera a lógica pela qual a indústria midiática opera e pela qual os consumidor ores processam a notícia e o entretenimento.

As novas estão aí, em frente ao nosso computador, e uma mostra disso é um site curioso que encontrei na internet. Ele se chama Baladacam. O site se intitula como a próxima geração de guia e roteiros de entretenimento. E quem sou eu pra duvidar disso? Ele funciona da seguinte forma: você está a fim de ir a uma balada, mas não sabe se lá está cheio, se seus amigos já chegaram e quer saber como está o movimento. Então você acessa o http://baladacam.com/ e verifica lá, através de uma câmera instalada no estabelecimento, simples assim.

Isso ainda é novidade, então são poucos os lugares no Brasil que aderiram, mas caso esteja curioso, pode conferir as baladas de outros países.

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Google lança revista

A primeira coisa para se dizer sobre a nova “revista online” do Google, Think Quarterly, é que não é uma revista voltada para consumidores de revistas. É um folheto de marketing enviado para cerca de 1.500 dos seus parceiros no Reino Unido.

A revista trimestral foi concebido pela agência criativa The Church of London. Ela não possui publicidade e é livre para ser lida. A maioria do seu conteúdo é produzido por funcionários do Google. Hoje, o Google não é mais uma empresa de mídia como era antes.

Como a maioria das empresas que se comunicam regularmente com seus nossos clientes empresariais via e-mail newsletters, actualizações em blogs oficiais, e materiais impressos, a Google criou esse pequeno livro sobre artigos relacionados com publicidade, negócios, tecnologia celular, gerenciamento de dados, entre outros, e enviado a 1.500 dos seus parceiros e anunciantes do Reino Unido como mais uma nova forma de se comunicar.

Há apenas um número limitado de cópias, e eles não estão à venda ou projetado para qualquer um que não seja os  parceiros do Google.

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A guerra da colaboração versus controle

Parece haver uma batalha sendo travada no ciberespaço corporativo – entre aqueles que vêem as tecnologias da Web 2.0 como algo positivamente capacitador, fortemente colaborativo e com potencial de mudar o jogo, e aqueles que as vêem como uma maciça perda de tempo, inseguras, agentes do caos anti-corporativo.

Agora, enquanto esses dois pólos podem ser exagerados, há definitivamente algum debate nos círculos empresariais quanto ao fato da Web 2.0 é realmente bom para o negócio, e se for, quanto deve ser aplicado e o que controla?

Então, qual é? Colaboração incessante ou controle apertado? Bem, como muitas revoluções tecnológicas anteriores, a adoção não é realmente tão clara como parece.

Adoção de tecnologias da Web 2.0, como wikis, fóruns e ferramentas de redes sociais realmente dependem do seu negócio, a sua base de clientes, sua cultura e toda uma série de outras considerações.

O povo toma as decisões a nível estratégico, precisamos entender essas tecnologias, o que significa e o que pode e o que não pode fazer. Então eles têm que ver como eles podem ser usados para atingir os objetivos organizacionais. E então eles precisam para implementá-los com a profundidade adequada à estratégia proposta e com o nível certo de controle. Eles precisam entender as implicações do sucesso destes projetos para o orçamento e para a cultura corporativa.

Mas um dos pontos fortes dessas tecnologias é que muitas vezes o seu efeito acrescenta-se a muito mais do que a soma das partes – que geram novos paradigmas e evoluir para sistemas que desafiam a estratégia e planejamento. Eles atravessam as fronteiras departamentais e quebram as barreiras entre a organização, seus clientes e seus fornecedores. E uma vez que os usuários obtêm o gosto de abertura e de colaboração, que geralmente querem mais – é difícil conseguir que o gênio volte para garrafa.

Mesmo os especialistas acham difícil prever como estas tecnologias podem reagir com o organismo corporativo, sistema nervoso e mentalidade. Então, como diretores e gerentes podem tomar decisões estratégicas sobre essas tecnologias?

Em primeiro lugar, olhar para a natureza do negócio – algumas empresas nunca vai ganhar um significativo benefício destas tecnologias – na sua aplicação será onerosa e susceptível de contribuir para o lucro linha de fundo. É difícil ver, por exemplo, como um wiki pode melhorar radicalmente a um serviço de entrega de pequenos pacotes. (Não dizendo que não seria – apenas sugerindo que um retorno aceitável sobre o investimento pode ser difícil).

Embora as empresas que ganharia qualquer benefício de tecnologias Web 2.0 pode ser muito poucos, ainda há um número significativo lá fora – e muitos outros para quem o investimento não valeria a pena.

E depois há aquelas empresas para as quais os aspectos da rede social seria uma dor de cabeça clara e não um ganho. Uma sociedade financeira pode precisar de manter um controle muito rigoroso sobre a comunicação para satisfazer as suas obrigações legais, por exemplo.

Em segundo lugar, olhar para a cultura – se não houver uma cultura de abertura e de colaboração – ou uma vontade fundamental de abraçar esses conceitos, tecnologias Web 2.0, a consequência é uma provável falha ou perda – geralmente, de uma forma cara.

Assim como uma nova identidade corporativa não vai milagrosamente mudar uma organização, de modo que a Web 2.0 não vai mudar a cultura – a menos que o compromisso já esteja lá de cima para baixo.

Em terceiro lugar, olhe para a agilidade da organização – Web 2.0, muitas vezes resulta em uma paisagem alterada – a sua organização pode reagir a essa rapidez e tirar proveito dela? Se a Web 2.0 significa novas formas de trabalho, você pode lidar com isso? Se uma organização não é capaz de mudar e adaptar-se a remodelação radical que a Web 2.0, então não há sentido em aplicar as tecnologias como os benefícios, pois será aquém do que se quer chegar.

Portanto, a questão de implementar tecnologias de Web 2.0 segue diretamente das questões maiores da estratégia organizacional, metas de negócios e cultura.

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Lista de Slideshares sobre Redes Sociais

Pessoal, aqui vai mais uma listinha. Dessa vez sobre alguns slideshares que tem como conteúdo as redes sociais. Aproveitem!


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