É Gerente de projetos e Designer de Produtos Digitais, com 8 anos de experiência nas áreas de Tecnologia da Informação, Educação, Comunicação Digital, Design de produtos, Marketing e Gerência de Projetos.
Premiado e reconhecido internacionalmente através do Worldskills. Empreendedor, editor do Blog Web Diálogos, sobre comunicação e tecnologia. Pioneiro no uso de mídias sociais na publicidade em Alagoas. Autor de 6 artigos científicos sobre redes sociais na internet. É professor e palestrante. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Alagoas. Já liderou equipes e possui experiência em Micro e Grandes empresas.
Gosta de planejar ações, gerenciar projetos e desenvolver metodologias de trabalho.
Na madrugada desta segunda-feira, surgiu na internet o http://anonyupload.com/, um servidor de armazenamento e transferência de arquivos em estilo semelhante ao do MegaUpload. O site que foi construído por membros do Grupo Hacker Anonymous informa no rodapé da plataforma que estarão operando dentro de 24 horas. O serviço inclui ainda uma mensagem de apoio e agradecimento a Kim Schmitz (através do apelido Dotcom), fundador do MegaUpload. Será que essa empreitada dará certo?
Entenda como o Facebook pode ajudar sua empresa a crescer e facilitar seu relacionamento com os clientes. Este vídeo legendado pela webinterativa.com.br mostra de maneira didática todo o poder da Rede Social na divulgação da sua marca no ambiente digital:
Em uma das mensagens publicadas, o Anonymous exalta a participação de 5.635 pessoas usando “Loic”, um programa de código aberto utilizado para ataques de negação de serviço DDoS.
The Largest Attack Ever by Anonymous – 5,635 People Confirmed Using #LOIC to Bring Down Sites! #Anonymous
Era para sair no perfil pessoal, mas saiu simplesmente no perfil da Secretaria de Imprensa da Presidência da República. Foi assim que mais uma demissão foi “ocasionada” pelo Twitter. De acordo com a Secretaria de Comunicação Social, o funcionário confundiu o twitter pessoal com o da Presidência ao publicar a mensagem e “decidiu” pedir demissão. Pouco depois do ocorrido, o perfil @imprensaBR comunicou um pedido de desculpas:
Pedimos desculpas a todos pela publicação não autorizada, hoje, neste perfil, do retuíte indevido de um site humorístico.
O Megaupload, um dos mais famosos e utilizados sites de compartilhamento anônimo, foi fechado e seus funcionários serão indiciados. A empresa foi acusada de pirataria, curiosamente poucas horas depois de ter entrado com um processo judicial contra a Universal Music Group (UMG).
De acordo com o New York Times, procuradores do FBI fecharam o site Megaupload e acusaram seu fundador de violar as leis anti-pirataria. O fundador do site, Kim Schmitz, também conhecido por Kim Dotcom, foi detido, na Nova Zelândia, onde reside. Segundo o FBI, este é um dos maiores processos de sempre dos EUA por violação de direitos de autor.
O processo indicia sete pessoas e duas companhias, Megaupload Limited e Vestor Limited, acusadas de custar mais de 500 milhões de dólares aos detentores de direitos de filmes e músicas.
Os fundadores das empresas, Kim Dotcom, também conhecido como Kim Schmitz, pela Megaupload, e Kim Tim Jim Vestor, da Vestor, enfrentarão uma pena de prisão de 20 anos por extorsão, cinco por violação de direitos de autor, outros 20 por lavagem de dinheiro e mais cinco por outras queixas relacionadas.
A acusação diz, a certo ponto, que o Megaupload chegou a ser o 13º site mais popular do Mundo. A empresa defende-se das acusações, sustentando que “sempre atua com diligência quando confrontada com denúncias de pirataria”.
O fechamento do site ocorre poucas horas depois de ser tornada pública a intenção do Megaupload de processar a distribuidora Universal Music Group (UMG), por conta de um vídeo promocional do Megaupload, que contou com a participação de artistas como P Diddy, Will.i.am, Alicia Keys, Kanye West, Snoop Dogg, Chris Brown, The Game and Mary J Blige.
A Universal processou o Megaupload pouco tempo depois do vídeo ser lançado, em Dezembro de 2010. O vídeo acabou se tornando um viral, com mais de 11 milhões de visitas. Mas, como vocês podem observar no vídeo, não foi utilizada nenhuma música dos artistas, sendo uma composição totalmente promocional.
A distribuidora, detentora dos direitos autorais de P Diddy, Will.i.am e Kanye West, conseguiu uma intimação judicial para que o vídeo fosse retirado do Youtube, argumentando que a presença destes três artistas no vídeo não foram autorizadas.
“UMG fez algo ilegal e injusto ao denunciar este conteúdo como violando a lei. Não tinham o direito de fazer isso. Achamo-nos no direito de os processar, mas queremos dar-lhes a oportunidade de pedirem desculpa”, disse Kim Dotcom, em declarações ao site TorrentFreak, em 10 de Dezembro.
Mais de um mês depois, o Megaupload parece ter-se cansado de esperar e avançou com a ação judicial. Cerca de cinco horas depois, a empresa foi indiciada por pirataria e o site foi fechado. Nossa.[via JN]
Aplicativos como Foodspotting, Foodily, Ticketmaster, Pinterest, Rotten Tomatoes, Pose, Kobo, Gogobot, TripAdvisor, entre outros, já estão disponíveis para instalação na timeline dos usuários, de acordo com postagem realizada hoje no blog do Facebook. Com esses aplicativos o usuário pode ampliar ainda mais a sua experiência na rede social, demonstrando para seus amigos o que você está escutando, comendo, lendo etc., tudo em tempo real. Essa é a metodologia utilizada para o Facebook para ampliar o “curtir” em outros territórios.
Para o Facebook, essa é uma maneira de você priorizar aquilo que realmente gosta. Agora você tem aplicativos para cada uma das suas ações do dia a dia: Comida, Imagens, Música, etc.
O vídeo abaixo demonstra exatamente como a nova mudança vai impactar na vida dos usuários:
Fruto de um esforço coletivo de 27 autores, o e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais” acaba ser publicado na rede. O livro digital busca reunir reflexões de brasileiros que fazem e pensam o monitoramento de mídias sociais, prática que surgiu e ganhou importância nos últimos anos graças ao intenso uso que milhões de pessoas fazem das mídias sociais por todo o mundo.
O formato se inspira nos e-books “Para Entender a Internet” e “Para Entender as Mídias Sociais”, que movimentaram a web brasileira nos últimos anos. Entre os autores estão presentes analistas, coordenadores e diretores de agências e departamentos de mídias sociais, desenvolvedores de ferramentas e softwares, professores, pesquisadores acadêmicos e gerentes de marketing e comunicação de grandes empresas.
A publicação abrange uma ampla gama de tópicos relevantes para a compreensão do monitoramento de mídias sociais: Informação; Reputação; Análise de Sentimento; SAC; Profissionais; ROI; Relevância; Monitoramento; Mensuração; Inteligência Artificial; Gestão de Crises; Classificação; Geolocalização; Conteúdo; Netnografia; Softwares Plenos; Perfis; Opinião Pública; Convergência; SEO; Visualização; e Gestão do Conhecimento.
Organizado por Tarcízio Silva, analista e pesquisador de monitoramento e mensuração, o livro digital também traz prefácios de Juliano Spyer e Ana Brambilla, idealizadores dos “Para Entender…” anteriores. O trabalho, disponibilizado com uma licença creative commons, circula pela internet e pode ser lido e baixado em http://www.slideshare.net/tarushijio/para-entender-monitoramento-de-midias-sociais
No dia 28 deste mês, o colega Pedro Cordier estará apresentando o Webinar (Seminário Online) Empresas 2.0: gestão com foco em conectividade. Aqui coloco para os leitores os slides do Webinar que tratam de assuntos como consumidor 2.0, prosumers, conectividade entre outros pontos fundamentais para aprimorar ainda mais suas técnicas no ambiente online. (se você curtir os slides, recomendo fortemente se inscrever para o seminário online). Segue:
Os usuários de Facebook curtem mais atualizações positivas a negativas. Isso significa que você não vai se tornar mais popular postando sua infelicidade na rede.
Por outro lado isso não é nenhuma surpresa, já que as nossas ações no Facebook geralmente são imitações da nossa vida “real”. Ninguém curte ver outra pessoa choramingando pelos cantos. Mas as atualizações negativas conseguem gerar um número maior de comentários.
O infográfico demonstra ainda que usuários mais populares (com maior número de amigos no Facebook) escrevem atualizações mais longas, usam mais a palavra “você”, falam sobre sexo e/ou assuntos religiosos. Usuários menos populares são mais negativos e emocionais. Usam mais a palavra “eu” e falam bastante sobre família.